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Notícias | 4 de outubro de 2019 - 11:38


Automutilação nas escolas: um problema de toda a sociedade

Conheça o trabalho da Universal que combate esse mal entre os jovens alunos e professores

Um dos maiores problemas entre os jovens é a automutilação. De acordo com a revista científica The Lancet Psychiatry, atualmente, 6,4% da população mundial pratica o ato. Isso equivale a cerca de 500 milhões de pessoas. E a maioria é jovem. Sendo a escola um reflexo da vida social, esse problema também chega às salas de aula.

A diretora escolar, Bárbara Mazin, explica que muitos alunos apresentam estados de depressão e automutilação. Para ela, isso é consequência da baixa autoestima que esses jovens possuem.

“A maioria dos jovens que estão aqui na escola não têm objetivos. Você pergunta o que eles querem da vida e a maioria não sabe responder”, explica Bárbara. “Isso acontece porque a realidade deles é outra. É uma realidade tão vulnerável, é uma miséria tão grande! A miséria é tanto financeira quanto uma miséria humana mesmo, de valores. E aí fica nas costas da escola e do professor para também trabalhar a saúde emocional do aluno”.

Automutilação

Por que a autodestruição?

A Universal tem desenvolvido um trabalho intenso de conscientização dos jovens e dos profissionais de educação a respeito da automutilação. O responsável por essas atividades, Pastor Walber Barboza, falou ao Universal.org sobre as causas de tal problema:

Automutilação“A automutilação é uma consequência, não uma causa. A insegurança, a ansiedade, o medo do futuro, o não saber o que fazer, não saber lidar com as frustrações, a falta de amor próprio, a baixa autoestima… Tudo isso reflete em um comportamento isolado e, muitas vezes, até autodestrutivo do jovem”.

Por isso, as palestras e atividades realizadas pela Universal são motivacionais. O trabalho tem recebido apoio do Projeto Help, inclusive apresentando testemunhos que passaram por esses problemas e conseguiram superá-los.

“Então, nós levamos voluntários às escolas e os jovens alunos são amparados, acolhidos. Ali eles aprendem que é possível seguir em frente, que é possível superar. E tem sido muito boa tanto a aceitação quanto a resposta desses jovens. Temos visto muitos jovens que têm progredido e melhorado”.

Uma das escolas em que já foi realizada a palestra sobre automutilação foi a que Bárbara Mazin dirige. De acordo com ela, ações como essa são fundamentais para o progresso dos alunos.

Alcançar cada vez mais jovens

AutomutilaçãoA expectativa é que, no segundo semestre de 2019, a palestra sobre automutilação e as atividades sobre a melhoria de vida alcancem mais de mil escolas no Brasil inteiro.

“Nós procuramos abordar o assunto e tirar dúvidas. Nós tratamos de levar aos alunos uma consciência de que é possível buscar ajuda. Sempre nós trabalhamos com resultados práticos, mostrando jovens que superaram. Mostrando a realidade. Que não é frescura e que muitas vezes ele é julgado, tratado, exposto, envergonhado, ridicularizado. Mas, conosco, ele pode contar! Porque nós entendemos a dor dele. Então, nós temos visto uma receptividade muito grande. Em escolas de 800 alunos, costumamos atender de 20 a 25% individualmente, pois eles vêm buscar-nos, muitas vezes, entregando lâminas e instrumentos cortantes, porque aceitaram a nossa assistência”.

Também é problema dos professores

O Pastor Walber relata que “os professores nos agradecem muito. Muitos deles até nos confidenciam que já estão no limite também. Há muitos professores doentes, com depressão, com baixa médica, problemas sérios de nervosismo, ansiedade. Isso porque, além de todas as dificuldades pessoais, eles precisam lidar com as dificuldades dos alunos. A escola não é mais somente o lugar que o aluno vai para se escolarizar. Então, o professor tem que lidar com os dramas pessoais, com as frustrações dos alunos”.

Assim, o trabalho realizado pela Universal torna-se fundamental na busca pelo equilíbrio tanto dos alunos quanto dos profissionais da educação, conforme explica Bárbara:

“A forma de a sociedade ajudar é a que a Universal está fazendo. Esses projetos trazem para a escola – tanto para alunos quanto para o profissional da educação – um referencial positivo. Trabalha a saúde mental e emocional”.

Inclusive, no dia 13 de outubro (antevéspera do Dia dos Professores) a Universal realizará a  Consagração e Valorização dos Professores e Profissionais da Educação. O objetivo é homenagear essas pessoas que se dedicam tanto à sociedade e apresentar a vida delas a Deus.

Se você também quer entregar sua vida – pessoal e profissional – a Deus, clique aqui e saiba onde acontecerá a Consagração mais próxima de você.

Automutilação


  • Andre Batista / Imagens: Cedidas 


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