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Notícias | 26 de fevereiro de 2020 - 12:28


Anitta e os 3 mitos da vida amorosa

Cantora diz que para casar tem que testar antes. Será que você também pensa assim?

Anitta e os 3 mitos da vida amorosa

Anitta tem 26 anos, carreira profissional de sucesso e uma vida amorosa conturbada. Volta e meia aparecem nos noticiários o novo affair/ficante/namorado da cantora. E tudo parece justificado pela filosofia que segue e foi revelada em seu documentário:

“Estou solteira. Pra casar, tem que testar, né? Então, vamos testando enquanto não acha.”

Aliás, este é o pensamento de milhões de pessoas no mundo inteiro – especialmente jovens. Acreditam que, até a pessoa surgir em suas vidas, devem ficar com outras. Há até um ditado popular afirmando que “enquanto o certo não aparece, me divirto com os errados”.

Mas será que, dessa maneira, alguém poderá alcançar a felicidade na vida amorosa?

O primeiro mito

A primeira mentira nessa vida sentimental movimentada é a de que existe “uma pessoa certa”. A verdade é que, como revela o livro “Namoro Blindado”, “não existe pessoa certa para ninguém”.

“O trabalho de encontrar um parceiro é fruto de nossas escolhas. […] A chave para um casamento feliz não é achar a pessoa certa; é fazer as coisas certas”, escreve Renato Cardoso.

Esse mito de que alguém vai “achar” a pessoa ideal é apenas uma desculpa para adiar o trabalho da escolha e da construção de um relacionamento. O resultado: vários términos, sofrimento e até mesmo traumas que, muitas vezes, são carregados para a vida toda”.

O segundo mito

Outro mito abordado pela cantora é a de que é necessário um “test-drive”. “’Como vamos saber se vamos nos dar bem na cama?’ Esta é a justificativa para o rapaz pedir um test-drive à sua namorada”, destaca o “Namoro Blindado”. E, atualmente, o mesmo pensamento invade a cabeça das moças. “Só pelo fato de ele colocar o sexo como condição para continuar o relacionamento com a jovem já mostra que ele não está comprometido com ela, apenas quer seu corpo”, destaca um outro trecho do livro.

Acreditando nisso, as pessoas entregam-se totalmente a alguém com quem nem sequer está verdadeiramente comprometido. Ao contrário do que se diz, o sexo fora do casamento não traz aprendizado. Traz outras consequências mais severas.

Mais uma vez, o “teste” sem compromisso só culmina com o desenvolvimento de traumas e não de relacionamentos duradouros.

Como afirma Renato Cardoso, a pessoa “que se valoriza, se garante na cama e fora dela. Logo, não precisa que ninguém lhe faça um test-drive”. Ela não é objeto.

O terceiro mito

As pessoas que seguem os dois mitos anteriores, geralmente, são ludibriadas também pelo terceiro mito. Aliás, ela é uma das mais disseminadas em nosso país.

“Nos Estados Unidos, mais da metade dos casamentos são precedidos de um período morando junto. E o Brasil, como bom seguidor cultural, está no mesmo caminho. A motivação principal dessa prática é a crença de que morar junto antes de casar é uma boa forma de evitar o divórcio”, escreve Renato Cardoso.

Entretanto, isto é uma mentira. Nesse sentido, uma pesquisa realizada pela psicóloga Galena Rhoades, responsável pelo Centro de Estudos do Casamento e da Família da Universidade de Denver (EUA), revelou que:

“Morar junto para testar uma relação acaba por ser associado à maioria dos problemas nos relacionamentos. […] Os casais que moraram junto antes de se casar têm uma probabilidade maior de se divorciar do que os que aguardaram até o casamento”.

Para Renato Cardoso, isso acontece porque “quando você vai para dentro de um relacionamento morar junto com a pessoa é porque você não tem certeza se ela é para você, se vocês são adequados um para o outro, já o próprio arranjo em si, o próprio acordo, a mentalidade, traz em si a dúvida”.

Com efeito, “nesta dúvida, você não se lança, você fica sempre com um pé atrás”.

Assim, quando os problemas surgem, a pessoa não está comprometida em resolver. Decerto, sabendo que não estão casados, estão apenas em um test-drive, a obrigatoriedade do esforço é substituída pela facilidade de dispensar este relacionamento. A desculpa? “Não era a pessoa certa ainda.”

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