Ah, o primeiro amor...
Toda vez que leio a carta ao anjo da igreja em Éfeso, me encho de temor, porque ela se inicia descrevendo tudo que eu também faço, até chegar na parte crucial dela: “Tenho, porém, contra ti que deixaste o teu primeiro amor” (Apocalipse 2:4). Por vezes, pensamos estar no primeiro amor por causa do grande esforço que fazemos na Obra de Deus, mas tudo o que fazemos por ela não compensa se não estivermos amando a Deus como no início, como no dia que O conhecemos. É fácil trabalhar muito e dizer que é por amor, mas quem se ama, trabalha e se esforça também. Não quer dizer que é por Jesus. O primeiro amor está no porquê se faz tudo que se faz.
Quando fazemos algo por nós ou pelos outros, ou para ganhar algo por isso, não fazemos por amor a Deus. Já no primeiro amor, é tudo por Ele e para Ele. E ainda sobre o anjo de Éfeso, Deus não só o repreendeu por ter se afastado do primeiro amor, mas lhe ajudou a enxergar quando isso começou e como aconteceu: “Lembra-te, pois, de onde caíste, e arrepende-te, e pratica as primeiras obras” (Apocalipse 2:5).
A pessoa que se afasta de Deus raramente se lembra de quando tudo começou, pois o ser humano tem uma tendência horrível de se esquecer do que não quer se lembrar. O rei Roboão foi um exemplo de quem se afasta, sofre, se arrepende e Deus o livra, e ele se esquece. Quem quer se arrepender precisa se lembrar onde, quando e como foi que caiu; só assim poderá se corrigir e voltar a praticar as primeiras obras.
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