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Notícias | 23 de Janeiro de 2022 - 00:05


Agressividade, carência e rejeição

Esses eram os sentimentos que tomavam conta de Leticia Almaçam. Saiba como ela se libertou deles e teve a vida transformada

Agressividade, carência e rejeição

A jovem Leticia Vitoria Almaçam, auxiliar administrativo de 19 anos, teve uma infância marcada pela rejeição e pelo abandono e isso a fez desenvolver sentimentos de revolta e carência. “Minha mãe biológica me abandonou assim que nasci. Ela me deixou em um orfanato, mas logo fui adotada pela minha mãe de criação, com quem fiquei até os sete anos”, conta.

Ela relata que viveu momentos muito bons, de carinho, conforto e proteção até essa idade, quando sua mãe adotiva faleceu. A partir de então, ela passou por muitas dificuldades: “ela era membro da Universal, me levava para as reuniões e sempre me ensinava sobre a fé, mas depois da morte dela me senti sozinha, complexada e carente, pois ela cuidava de mim. Então, foi quando começaram meus maiores problemas”.

Leticia passou a ser maltratada pelos irmãos, que a rejeitavam por ela ser adotada. Sem a proteção de sua mãe, Leticia passou a ser violenta. “Eu era muito humilhada e desprezada, então vivíamos brigando. Eu era sempre bem agressiva, a ponto de quase matar o meu irmão, e quebrava as coisas dentro de casa.”

Ela continuou participando de algumas reuniões na Universal, mas não dava atenção aos ensinamentos nem cuidava da própria fé. Assim, além dos problemas familiares, ela desenvolveu problemas internos e espirituais. “Eu passei a ouvir vozes, a ver vultos e sempre estava com aquele sentimento de rejeição. Eu achava que não tinha valor, o que me trazia uma tristeza enorme. A minha carência era tanta que, aos 11 anos, eu me relacionava virtualmente até com homens mais velhos, para quem eu mandava fotos sensuais e íntimas, para ter um pouco de atenção”, destaca.

Aos 15 anos, ela se lembrou do que sua mãe lhe ensinava e entendeu que precisava mudar. Entretanto esse momento de alguma lucidez foi guiado pela emoção e durou cerca de dois anos apenas. Aos 17 anos ela abandonou de vez a Universal e sua fé e então seus problemas voltaram a aparecer. “Por um tempo, tudo parecia bem, mas, depois que deixei a Deus, a angústia era muito pior e até o que eu não fazia antes passei a fazer. Passei por vários relacionamentos, festas e baladas”, relata.

Foram cinco meses totalmente afastada de Deus, mas, para Letícia, foi uma eternidade e quando viveu os piores momentos. Foi também quando surgiu a pandemia de Covid-19 e ela entendeu a necessidade de cuidar da sua alma: “eu nunca fumei nem bebi ou pensei em suicídio, apesar de ter tristeza e revolta, pois sabia que iria para o inferno. Então, quando surgiu a pandemia, vi as igrejas fechadas e o quanto precisava de Deus”.

Ela finalmente decidiu se entregar a Deus de verdade. “Voltei a ir à Universal e pedi ajuda, pois precisava ter a minha alma salva. Me entreguei totalmente e de verdade, me batizei nas águas, perdoei e deixei todo o passado, amizades e sofrimento para trás”, afirma.

Depois dessa atitude, ela recebeu seu maior milagre: o Espírito Santo. Hoje ela tem alegria e paz. “Agora meu interior é preenchido, livre de traumas e complexos. Posso estar sozinha fisicamente e mesmo assim tenho paz e me sinto bem. Deus era o que eu precisava e, mesmo em momentos difíceis, sigo bem, pois sei que Ele está comigo”, conclui.


Agressividade, carência e rejeição
  • Camila Teodoro / Foto: Demetrio Koch 


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