Rede aleluia
São Paulo
Centro-Oeste
Distrito Federal
Brasília
Goiás
AnápolisGoiânia
Mato Grosso
Cuiabá
Mato Grosso do Sul
Campo Grande
Nordeste
Alagoas
Maceió
Bahia
Feira de SantanaIlhéusItabunaSalvador
Ceará
Fortaleza
Maranhão
São Luís
Paraíba
João Pessoa
Pernambuco
Recife
Piauí
Teresina
Rio Grande do Norte
Natal
Sergipe
Aracaju
Norte
Acre
Rio Branco
Amapá
Macapá
Amazonas
Manaus
Pará
Belém
Rondônia
Porto Velho
Roraima
Boa Vista
Tocantins
Palmas
Sudeste
Espírito Santo
Vitória
Minas Gerais
Belo HorizonteJuiz de ForaUberlândia
Rio de Janeiro
Angra dos ReisBarra MansaCabo FrioCampos dos GoytacazesMacaéRio de JaneiroVolta Redonda
São Paulo
AraçatubaAraraquaraBauruCampinasCatanduvaFrancaJaúJundiaíLimeiraMaríliaPiracicabaPraia GrandePresidente PrudenteRibeirão PretoSantosSão CarlosSão João da Boa VistaSão José do Rio PretoSão José dos CamposSão PauloSorocabaTaubatéVotuporanga
Sul
Paraná
CascavelCuritibaFoz do IguaçuLondrinaMaringáPonta Grossa
Rio Grande do Sul
PelotasPorto AlegreRio GrandeSanta Maria
Santa Catarina
BlumenauCriciúmaFlorianópolis

Notícias | 12 de setembro de 2018 - 00:05


Ações de projeto social proporcionam o bem-estar dos idosos

Saiba o que cientistas holandeses descobriram sobre a doença

Cientistas holandeses descobriram um remédio poderoso contra a demência. E esse remédio pode ser muito mais acessível do que a maioria das pessoas imagina.

De acordo com reportagem produzida pelo jornal norte-americano The New York Times, estudos da Universidade Livre de Amsterdã (Holanda) demonstram que a felicidade é o segredo para lutar contra doenças mentais degenerativas.

“Quanto mais o estresse for reduzido, melhor. Se você pode diminuir o estresse e o desconforto, isso tem um efeito fisiológico direto”, afirma o neuropsicólogo Erik Scherder, um dos maiores especialistas holandeses no assunto.

Conforme explica a reportagem, as técnicas utilizadas visam aumentar a interação entre os enfermos e despertar em cada um deles memórias felizes. Ao conversarem sobre as experiências positivas pelas quais passaram, os pacientes revivem aquela alegria e criam novas situações felizes, de conversas com novos amigos.

Entre as atividades propostas pelos pesquisadores estão danças, artesanatos e passeios – virtuais ou in loco.

“A ideia é desafiar o paciente de maneira positiva. Deixá-los na cadeira, passivos, faz a doença progredir muito mais rápido”, afirma Scherder.

Prevenção e combate

A demência é caracterizada por um conjunto de problemas mentais que atingem, quase sempre, pessoas com mais de 50 anos de idade. Ela é capaz de apagar memórias e personalidades e, até o momento, poucas doenças causadoras de demência são reversíveis. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 50 milhões de pessoas sofrem com a demência no mundo inteiro.

Por isso, é extremamente necessário exercitar o cérebro diariamente como forma de prevenção, ou mesmo para retardar o problema em quem já apresenta os sintomas.

Como citado acima, programas musicais (como danças e recitais), passeios e atividades manuais auxiliam nesse processo. Aprender coisas novas – como idiomas ou informática – também é muito importante. Outras ferramentas potentes são as boas amizades e a diminuição de tempo ocioso. Enfim, atividades que reduzam o estresse e a solidão e aumentem a felicidade.

Calebe em ação

O Grupo Calebe, da Universal, tem atuado desde 2012 com a intenção de promover o bem-estar dos idosos, combatendo, assim, problemas nos mais diferentes campos, como doenças físicas e mentais. Sérgio Gonçalves, líder do grupo no Brasil, explica:

“O Grupo Calebe tem desempenhado o papel de auxiliador no processo de superar traumas, e derrubar os medos que surgem com os anos. É comum ouvirmos dos idosos que eles são vítimas de rejeição, agressão e atacados em seu próprio lar, seja por palavras ofensivas, ataques físicos, entre outros.”

Para desempenhar esse papel o grupo desenvolve diversas atividades, tais como aulas de artesanato, dança, informática, idiomas e até mesmo alfabetização.

María Cabrera conta como teve uma grande melhora em sua saúde física e mental, depois de participar das atividades. “Eu tinha depressão, desejos de suicídio, problemas de saúde, familiares e sentimentais”, afirma ela. “Me convidaram para participar do grupo, então, passei a recuperar a confiança em mim mesma”.

Atualmente, o Calebe está em, aproximadamente, 110 países, incluindo o Brasil. São mais de 300 mil membros ativos, fora milhares de pessoas que são beneficiadas pelas ações sociais do grupo.

Para mais informações, acesse o perfil oficial do grupo no Facebook. Clique aqui e conheça as ações realizadas em todo o País.


  • Andre Batista / Imagem: Fotolia 


reportar erro