Ações da EBI ajudam a fortalecer a fé de pais e filhos no RS
Esposas e educadoras do grupo realizam ações sociais que incluem a entrega de doações às famílias, como alimentos e roupas, e kits de atividades às crianças
Voluntárias da Escola Bíblica Infantil (EBI) do Rio Grande do Sul, além de pensarem no bem-estar das crianças, estão também cuidando dos pais e de toda a família dos pequenos durante a pandemia do novo coronavírus. Desde abril, esposas e educadoras realizam ações sociais que incluem a entrega de cestas de alimentos, colchões, roupas infantis e fraldas nas residências. Em alguns casos, quando necessário, levam também apoio médico.

As ações já beneficiaram aproximadamente 9 mil famílias e cerca de 23 mil crianças até o início de junho. Uma dessas famílias foi a da dona de casa Alessandra Paz, de 26 anos, moradora do bairro de Lomba do Pinheiro, na capital, Porto Alegre. Casada e mãe de cinco filhos, ela está no nono mês da sexta gravidez.
“O grupo tem me ajudado bastante com doações de roupa, calçado, fralda e colchão, pois meus filhos estavam sem ter onde dormir. Estamos chegando no período do inverno e nem cobertor nós tínhamos. As voluntárias também trouxeram roupinha, manta e mamadeira para o bebê. Essa ajuda está sendo essencial neste período. Sou muito grata por tudo o que estão fazendo. Meus filhos também ficaram felizes com as atividades que receberam”, contou.
Pais devem praticar a Palavra com os filhos
A EBI mantém aulas online para as crianças continuarem alimentando sua fé, mesmo durante o período de quarentena, e distribui kits de atividades (contendo o jornalzinho da EBI, desenhos e pinturas) para os pais praticarem a Palavra em casa com os filhos. No Rio Grande do Sul, foram distribuídos até o momento pelo menos 19 mil kits nos templos e 4.500 nas casas.

Mais de 550 esposas e educadoras da EBI do Estado estão envolvidas nas ações sociais do grupo. Áurea Odete Hertz, advogada e educadora voluntária da EBI da catedral de Porto Alegre, contou como é para ela fazer parte do grupo e poder colaborar de perto com as ações que estão sendo realizadas neste momento crítico.
“Atentas ao momento tão delicado que passamos no Brasil e no mundo e às necessidades das famílias, visitamos quem está sem trabalho e que precisa de ajuda. Em uma dessas visitas me deparei com uma senhora de 81 anos. A neta dela, adolescente, tinha um filho
recém-nascido. Elas estavam em dificuldade e chegamos em uma hora propícia. Levamos palavras de amor e estímulo para que permaneçam na fé diante dos acontecimentos atuais. Percebemos como é importante estarmos atentas e suprir suas necessidades, como recomenda a Palavra de Deus.”
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