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Notícias | 13 de janeiro de 2020 - 13:17


A religiosidade de Sandra não a livrou da síndrome do pânico

Não basta ser assíduo em uma igreja, é preciso praticar a fé viva. Entenda

A religiosidade de Sandra não a livrou da síndrome do pânico

A empresária Sandra Melo, de 49 anos, e seu esposo, eram pessoas extremamente religiosas, contudo, viviam em completa discórdia.

Apesar de ambos frequentarem por 10 anos uma igreja evangélica, ela era muito nervosa, por isso, havia muitos desentendimentos sempre acompanhados de agressões verbais, entre eles.

Com isso, ela desenvolveu o transtorno de ansiedade e a síndrome do pânico. Estar em lugares com muitas pessoas era um verdadeiro tormento. “É como se você visse vultos passando, você não tem muita noção do que está acontecendo, é uma espécie de loucura”, conta.

Devido à grande quantidade de remédios que tomava, muitas vezes trabalhava completamente dopada, ao ponto de não se lembrar do que acontecia ao decorrer do dia.

Religiosidade não produz nenhum resultado

Mas apesar de todos os problemas de saúde da esposa e no relacionamento, o marido de Sandra estava religiosamente participando dos cultos na igreja e fazia questão que a esposa e os filhos, na época adolescentes, o acompanhassem.

Todavia, chegou um momento que ele começou a perceber que toda aquela dedicação não estava trazendo nenhum resultado para a vida deles.

“Os olhos dele começaram a se abrir. Ele então começou a assistir as programações da Universal e viu a chamada para a inauguração do Templo de Salomão. E nós fomos. O primeiro dia foi impactante. Eu vi que ali tinha Deus e tudo tinha um sentido”, conclui.

A partir daí, Sandra tomou uma decisão que mudou completamente a vida dela. Acompanhe o depoimento dela e veja o que ela fez:

Se você está sofrendo com problemas semelhantes aos que Sandra enfrentou e deseja também transformar a sua vida, então, faça o mesmo que ela. Procure hoje mesmo uma Universal mais próxima de sua casa, participe de uma reunião de fé e receba a paz que só Deus pode lhe proporcionar.


A religiosidade de Sandra não a livrou da síndrome do pânico
  • Jeane Vidal / Foto: Reprodução 


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