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Notícias | 15 de novembro de 2020 - 00:05


A honra que faz a diferença

Mesmo bem-intencionadas, muitas pessoas põem entes queridos, vontades pessoais e bens materiais acima de tudo e de todos e, por isso, enfrentam tantos problemas. Por que isso acontece?

A honra que faz a diferença

Por que tanta gente, mesmo a que é assídua em igrejas, ainda sofre? Muitas vezes porque, embora tenha um relacionamento com Deus na teoria, não o tem na prática. Há um erro de prioridades.

O Bispo Edir Macedo fala disso em seu blog: “pessoas estão sofrendo porque não têm honrado a Deus, ou seja, não O têm colocado em primeiro lugar em suas vidas. Muitas vezes honram os pais, os filhos, o marido ou a esposa, mas não O consideram como o Único de toda a honra e toda a glória. Dizem até que são adoradoras, conhecedoras da Palavra, mas não fazem a Vontade dEle de todo o coração, ou seja, não O honram”.

Dessa forma, não são honradas de volta, como explicou o Bispo no programa Palavra Amiga (transmitido na Rede Aleluia de Rádio).

“Com Deus é assim: do jeito que uma pessoa O trata, Ele trata essa pessoa. Ela recebe dEle o que também dá a Ele. Se ela O considera, também será considerada por Ele, mas, se ela O despreza, será também desprezada”, esclareceu.

“Se ela O honra, Deus vai honrá-la também, independentemente de quem seja”, continuou o Bispo. “Ele é justo e, por isso, deixa nas mãos das pessoas o direito de escolher. Não depende de méritos, religião, de ninguém. E não é só honrá-Lo com dízimos e com ofertas, mas é honrá-Lo com a própria vida, com o caráter e o comportamento, fazendo aquilo que é certo e andando nos caminhos da Verdade”, disse.

Saber honrar
Ninguém está dizendo que as pessoas em nossas vidas não devam ser honradas e que devam ser negligenciadas. O próprio Deus ensina isso em Seus mandamentos: “Honra a teu pai e a tua mãe, como o Senhor teu Deus te ordenou, para que se prolonguem os teus dias, e para que te vá bem na terra que te dá o Senhor teu Deus.” (Deuteronômio 5.16).

Mas é preciso saber como honrar a tudo e a todos sem pôr nada disso acima de Deus. O Bispo Macedo lembra do exemplo de Eli, o sacerdote: “ele e sua casa foram escolhidos para servir ao Senhor, porém, o sacerdote permitiu que seus filhos abusassem da autoridade e corrompessem o povo de Israel. Então, Deus Se irritou e falou: ‘Portanto, diz o Senhor Deus de Israel: Na verdade tinha falado eu que a tua casa e a casa de teu pai andariam diante de mim perpetuamente; porém agora diz o Senhor: Longe de mim tal coisa, porque aos que me honram honrarei, porém os que me desprezam serão desprezados’”. (1 Samuel 2.30).

E o Bispo ainda questiona: “assim como Deus perguntou para Eli, hoje Ele também lhe pergunta: ‘por que você está honrando seus filhos, sua família, sua profissão, sua reputação e tantas outras coisas mais do que a Mim?’”

Muitos cometeram esse erro, mas aprenderam com suas falhas e buscaram a melhor decisão. Conheça algumas dessas histórias a seguir.

“Fiz uma prova com Deus”
Andreia Maria de Souza, (foto abaixo) de 38 anos, servidora pública de São Miguel Paulista, em São Paulo, casou-se aos 22 anos. “Sempre procurava fazer tudo para o meu marido, me anulava e paguei até a faculdade dele, mas ele era egocêntrico, vaidoso em excesso e não ligava para mim. Ele teve uma amante, inclusive. Um dia, sem aviso, ele simplesmente foi embora para viver com ela. Cheguei a pensar em contratar alguém para matar os dois e depois eu me suicidaria. Dívidas se acumularam, tudo o que eu fazia não me levava a lugar nenhum e eu regredia cada vez mais.”

A honra que faz a diferença A honra que faz a diferença

Além do ex-marido, Andreia honrava o trabalho antes de honrar a Deus. “Agia com as melhores intenções na época. Trabalhava até em finais de semana e feriados, queria conquistar demais. Quanto mais eu fazia, menos eu tinha. Me endividava, o dinheiro ‘saía pelo ralo’ e eu pegava um empréstimo após outro. Via pessoas que trabalhavam em horários normais conquistarem mais do que eu. Fiquei frustrada e deprimida. Não tinha tempo para nada nem ninguém.”

No fundo do poço, Andreia atendeu a um convite para ir à Universal. “Aprendi a pôr Deus em primeiro lugar, antes mesmo da família e do dinheiro. Perdoei meu ex-marido e fui curada da depressão. Ao me tornar dizimista, as pessoas me criticavam. Fiz uma prova com Deus e coloquei tudo no Altar. Curiosamente, o dinheiro que eu recebia começou a sobrar e paguei minhas dívidas aos poucos. Curas aconteceram de todas as formas, tanto físicas como psicológicas”, relembra.

Ela cita outros resultados: “finalmente tive qualidade de vida, me casei de verdade com alguém que honro como marido e não um deus. A vida financeira está sob controle. Compramos nosso apartamento e nem sei como, de tão natural que foi. Só depois que honrei a Deus em primeiro lugar tudo mudou”, finaliza.

“Ele supre todas as nossas carências”
A professora de educação física Luana de Souza Leonardo, de 28 anos, da capital paulista, é voluntária na Força Jovem Universal (FJU) e realiza um importante trabalho de dança. Ela também leva uma palavra amiga a detentos em presídios e na Fundação Casa. “Embora eu tivesse um preconceito muito grande, aprendi a ver que aquelas pessoas são almas que Deus quer e não simples criminosos”, diz.

Mas nem sempre ela agiu assim: “antes eu honrava acima de tudo a mim mesma, minhas vontades e minhas ações. Honrava meus amigos e com alguns deles fiz até coisas ruins, como furtar em lojas, pois priorizava o que eles queriam. Deus sempre ficava para depois.”

Luana fala ainda que queria a honra do homem: “eu queria muito ser honrada pelo meu pai. Ele já tinha três filhas, eu sou a terceira, mas desejava muito um filho. Depois que meu irmão nasceu, eu tinha inveja de como meu pai o tratava, o que gerou muitos conflitos. Passei a querer honrar as pessoas para que elas me honrassem, sobretudo meu pai”, diz.

Ao fazer parte da Universal, ela conheceu a Deus e entendeu um conceito de honra totalmente diferente. “Deus mostrou que eu tenho valor como ser humano. Então, eu não precisava mais me comparar ao meu irmão nem querer que meu pai me honrasse como a ele. Eu também aprendi a honrá-los da forma certa, o que acabou com os conflitos. Honrei a Deus e colhi os frutos. Meu pai, meu irmão e eu somos amigos, temos carinho e respeito uns pelos outros e estamos em paz.”

E não ficou só nisso. “Quando honramos primeiro a Deus, não depositamos nossa expectativa nas pessoas, pois sabemos que Ele supre todas as nossas carências. Honro a Deus e Ele me honra. Isso é mútuo, contínuo.”

Para Luana, honrar a Deus envolve ações muito simples, mas uma entrega verdadeira e sincera. “Ser grato por tudo, coisas e pessoas que cruzam nosso caminho, pelas oportunidades e até pelos problemas, pois eles nos ensinam muito. Ao acordar, em vez de pegar o celular e antes de qualquer coisa, falo com Deus e fortaleço nosso relacionamento. Os nossos dízimos e ofertas mostram muito de nossa relação com o dinheiro e com Deus. Quando nos desprendemos do material e honramos o Altíssimo antes de tudo com nossos ganhos financeiros,

Ele é justo e abre mesmo as portas, nos dá oportunidades e ideias. Com Ele, nada falta”, afirma.

“Deus antes até da família”
Adriana Antunes de Campos, de 45 anos, analista de projetos em um banco em São Paulo, também superou muitas limitações no aprendizado da Fé. “Antes de me converter, honrava minha mãe acima de tudo e de todos. Na segurança que eu julgava ter em nosso relacionamento, me esquecia até de Deus, mas, com 23 anos, eu a perdi e fiquei completamente sem chão”, relembra.

Sem perceber, ela buscava substitutos para a mãe. Pessoas, coisas, trabalhos, nada a preenchia, até que chegou à Universal. “Eu honrava a todos antes mesmo de mim e do Altíssimo, apesar de ser com boa intenção, mas descobri o erro a tempo e decidi agir como aqueles homens de Deus me ensinavam.” Ela se submeteu à Vontade Divina e se casou com alguém da mesma Fé.

Hoje ela reconhece que “as pessoas têm um lugar importante em nosso coração e devemos nos dedicar a elas, assim como ao nosso trabalho e aos nossos sonhos, mas colocá-los acima de tudo é um grande erro. Hoje vigio muito isso no casamento, na família, na profissão e até com a minha cadelinha. Se eu os honrar acima do que devo, ao perdê-los, posso cair de novo”, enfatiza.

Ela relata que no meio familiar passou por uma grande prova. “O aniversário de um parente seria a grande festa do ano na família, mas na mesma data haveria uma reunião muito importante na Universal para os obreiros. Eu queria muito ir à festa, mas pesei tudo segundo a Vontade Divina. Eu e meu marido somos obreiros, então, fomos à reunião. A família inteira reclamou, mas não cedemos. Depois ficamos contentes, pois, nas fotos e vídeos da festa, vimos coisas que não combinam com quem vive em Deus”, explica.

Para ela, a paz é a verdadeira recompensa de quem obedece a Deus acima de si mesmo. “Vale a pena ouvi-Lo? Sempre. Eu sacrifico a Ele minha carne e minha vontade. Sou falha, claro, mas quando paro e penso O coloco em primeiro lugar. Com isso, só me beneficio”, completa.

“Fiz um pacto com Deus”
Para Edmilson Silva Santos, de 37 anos, empresário em São Paulo, fazer o que o Senhor Jesus faria é parte do seu cotidiano, mas sua atitude não era essa em outra época. “Eu vivia na Universal, mas minhas vontades entravam em conflito com as divinas. Fiz más escolhas, entre elas um mau casamento, que me afastaram de Deus. No mundo, fiz outras escolhas piores ainda”, rememora.

“Eu honrava primeiro o meu ego e o ‘carinho’ que o mundo fazia nele para atraí-lo”, confessa Edmilson. “Quando me vi com tantos problemas, como maus relacionamentos, vícios e falta de paz, me perguntei por que eles ocorriam. Percebi que para toda ação há uma reação. Eu honrava coisas ruins e recebia coisas ruins de volta. Não tem como ser diferente. Me lembrei que Deus é bom e dEle só pode vir o que é bom.”

Edmilson resolveu voltar para a Universal e fazer tudo diferente do que fazia antes. “Decidi que era para valer a pena. Resolvi fazer um pacto com Deus. Não importa o que eu sinta, pense ou ache, entre fazer a minha vontade e a dEle, escolho fazer a dEle. É a minha forma principal de honrá-Lo acima de todos e até de mim mesmo”, explica.

Hoje, ele não quer perder o relacionamento verdadeiro que tem com Deus: “sei o que é estar na Presença dEle e depois ir para as trevas, com todo aquele sofrimento. A maioria das coisas que Ele me diz para fazer podem até ser contra a minha vontade, mas as faço. Sou outra pessoa quanto a pensamento e caráter, tenho um novo casamento muito abençoado, dentre muitas outras bênçãos. Dízimos e ofertas são apenas a pontinha de um iceberg. Honrar a Deus é de sacrifício em sacrifício, de Fé em Fé, de Altar em Altar”, destaca.

Não queira receber o que você não dá
É preciso honrar a Deus mais do que a tudo e todos, orienta o Bispo Edir Macedo: “se você crê que Deus existe, quem você vai honrar na sua vida mais do que a qualquer outra pessoa? Somente a Ele. Se você não O honra acima de tudo, como vai exigir dEle uma vida abençoada? Como vai querer ser merecedor de Sua honra?”

As pessoas estão sofrendo porque não têm dedicado a Deus toda a honra e toda a glória. “Esse é um alerta para despertar a sua Fé, pois uma coisa é certa: quando apresentamos uma Fé sincera, nua e crua, nós honramos a Deus, mas se não O honramos, Ele nos desprezará”, conclui o Bispo.


A honra que faz a diferença
  • Marcelo Rangel / Foto: Getty Images e Demetrio Koch 


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