O fazendeiro e a árvore que não deu frutos

Esta história mostra claramente que quanto mais as pessoas guardam, menos têm. Entenda


Por Núbia Onara / Foto: iStock

Conta-se a história de um fazendeiro, cujo irmão era um excelente jardineiro, que cuidava das suas árvores como ninguém. Certo dia, o fazendeiro decidiu visitá-lo. Surpreso com a visita, o irmão jardineiro decidiu presenteá-lo com uma macieira, e disse:

“Meu irmão, esta é a melhor macieira que eu tenho. Gostaria que você a plantasse na sua fazenda, assim, você e sua família poderão desfrutar das maçãs suculentas que irão nascer dela.”

O irmão fazendeiro ficou muito grato, e logo se encarregou de pedir que levassem a macieira para a sua fazenda.

No momento de decidir onde plantar, ele pensou em um lugar mais alto. Porém, ponderou que lá o vento poderia bater com ímpeto, derrubando os frutos ainda verdes e, com isso, ele não teria as maçãs.

Cogitou, então, plantar em outro lugar. Dessa vez, mais perto da estrada. Contudo, viu que ali as pessoas que estivessem passando próximo, vendo os frutos, os roubariam e ele também ficaria sem as maçãs.

E com a preocupação de não perder nenhum fruto, o fazendeiro chegou à seguinte conclusão: plantaria a macieira perto do estábulo, em um lugar mais escondido.

Então, a árvore foi plantada em um lugar bem fechado. Dois anos depois, nenhuma maçã havia nascido. O fazendeiro, inconformado, procurou o irmão jardineiro e falou: “Você me enganou. Falou que esta macieira era a melhor que você tinha e até hoje ela não me deu nenhum fruto.”

O irmão, muito experiente, ao verificar onde ela havia sido plantada, disse: “Meu irmão, onde você plantou não é um bom lugar para ela crescer. Aqui ela não tem o espaço necessário e, realmente, jamais daria algum fruto.”

A avareza é irmã do egoísmo

O zelo excessivo do irmão fazendeiro em encontrar o lugar ideal, onde não perderia nenhuma maçã, revela um traço que muitas pessoas, sem perceber, trazem dentro de si e que só as prejudicam.

O que ele considerou que era apenas um cuidado, na verdade, era outra coisa: avareza.

O Bispo Adilson Silva explica que “quando uma pessoa é possuída pelo espírito da avareza, ela não tem o coração capaz de compartilhar e, consequentemente, essa pessoa não terá ‘bons frutos’ na vida dela”.

Ao contrário dos que são cheios do Espírito de Deus, cujo maior prazer é o de compartilhar. E este prazer existe, porque eles compreendem que na contabilidade Divina quanto mais damos, mais recebemos.

Ao que distribui mais se lhe acrescenta, e ao que retém mais do que é justo, é para a sua perda. A alma generosa prosperará e aquele que atende também será atendido. Provérbios 11.24,25

É incoerente ter o Espírito Santo e pensar somente em si mesmo. “Quem pensa como Deus, pensa no próximo”, concluiu o Bispo Adilson.

Participe do “Jejum de Daniel”

Ser cheio do Espírito Santo é manifestar na própria vida os bons frutos dEle. Aliás, Seus frutos são o sinal da Sua Presença na vida de uma pessoa:

“Mas o fruto do Espírito é: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança.” Gálatas 5.22

Por isso, o “Jejum de Daniel” para o avivamento do Espírito Santo é uma oportunidade preciosa para aqueles que ainda não foram batizados e aos que buscam um avivamento espiritual.

O propósito teve início no dia 19 de maio e vai até o dia 9 de junho. O encerramento será no dia de Pentecostes com o derramamento do Espírito Santo, direto do Cenáculo de Jerusalém.

Se você deseja esse avivamento espiritual, participe dos encontros que acontecem no Templo de Salomão ou em uma Universal mais próxima de sua casa.

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