O sucesso não é para os “reclamões”

Se você pensa que expor os problemas do seu trabalho vai lhe proporcionar destaque profissional, está enganado. Entenda a importância de mudar esse comportamento


Por Ana Carolina Cury / Fotos: Fotolia e Demetrio Koch

Você já conviveu com uma pessoa “reclamona”? Aquela que identifica problemas, mas não traz soluções? Normalmente, quem age assim é extremamente negativo. E quando ela também tem essa atitude no ambiente de trabalho a situação fica ainda mais complicada. Isso porque, com essa postura, dificilmente atrairá atenção positiva de seus superiores.

Alessandra Souza de Amorim, especialista em gestão de pessoas e processos seletivos, revela que uma característica peculiar do profissional que apenas enxerga dificuldades é que ele não consegue alcançar postos de liderança e se mantém geralmente em posições inferiores.

“Existem casos também em que tecnicamente o funcionário é excelente e executa suas atividades com maestria e engajamento, porém, no aspecto emocional, deixa sempre a desejar. Provavelmente, ele será mantido por pouco tempo no mercado de trabalho porque as grandes empresas têm dado muito valor às características emocionais positivas do colaborador”, diz Alessandra.

Ela ressalta que o negativismo prejudica não só o funcionário, mas também o empreendedor. “Essa postura prejudica tanto a pessoa contratada quanto a que é dona do próprio negócio: no caso da primeira porque ela foi contratada para ser um solucionador e no da segunda porque se ela não encontrar soluções, provavelmente, falirá”, avalia.

A saída
O empresário Heber Dias dos Reis, de 36 anos (foto a esq.), conta que quando decidiu empreender não soube lidar com as dificuldades e, por isso, quase perdeu tudo. “Decidi abrir um restaurante em 2017, mas não tinha estrutura emocional para administrar o negócio, ou seja, quando os problemas apareceram eu não conseguia enxergar soluções e só reclamava para todos ao meu redor”, afirma.

Ele passou a não receber pagamentos de clientes. “Foi difícil, porque eles não me pagavam e continuavam fazendo encomendas. Enquanto isso, eu só me fazia de vítima. Tudo piorou quando outros clientes passaram a pagar com cheques sem fundo. Fiquei desesperado”, acrescenta.

Com isso, as dívidas do empreendimento aumentaram e ele ficou prostrado. “Lembro que um dos piores dias foi quando vieram cortar a luz do restaurante. Eu não tinha mais dinheiro para as compras e só
me lamentava.”

Heber estava prestes a falir quando se deparou com um programa que chamou sua atenção. “Estava com insônia e passava o programa Congresso para o Sucesso na TV. Nele, o apresentador falou da importância de parar de reclamar e agir para que a mudança acontecesse. Aquilo me despertou”, revela.

Então, Heber decidiu dar o primeiro passo rumo ao sucesso. “Fui a uma palestra na Universal e aprendi a deixar as emoções de lado e a usar a razão para solucionar as dificuldades. Comecei a negociar as dívidas, conversei com todos que estavam me devendo e fui encontrando novas soluções”, constata.

Hoje, ele é proprietário de dois supermercados e um restaurante. “Entendi como usar a fé. Devo todo esse sucesso ao Autor da Vida. Ele me ensinou, e ensina, a importância de não reclamar, mas de lutar para vencer.”

Seja um solucionador
O palestrante Renato Cardoso esclarece qual é a chave para o sucesso: “se você tem autoridade suficiente para implementar a solução sem precisar de aprovação, vá em frente. Se você não tem autoridade suficiente, comunique o problema com uma proposta de solução da forma mais objetiva possível”.

Para resolver um problema é preciso conhecer qual é a sua raiz. Muitos gestores fazem mudanças ou ajustes baseados no sintoma, mas, se a raiz do problema não for tratada, com o passar do tempo, retornará e talvez até de forma mais intensa.

É imprescindível ter habilidades técnicas, mas também desenvolver habilidades emocionais. Afinal, ninguém quer conviver com um parceiro ou sócio de trabalho que só reclama e traz desmotivação ao ambiente.

Caso você seja uma pessoa que vê apenas o lado negativo das coisas, reaja. “Transforme sua maneira de pensar e visualize uma forma de ser um agente de transformação dentro da organização que você faz parte”, diz Alessandra Amorim.

Não é necessário ocupar cargos de liderança para fazer a diferença. Se você quer chegar aonde muitos já chegaram, deverá fazer o que eles fizeram. Lembre que reclamações constantes não figuram nos currículos dos vencedores.

Características do solucionador

• Trabalha em equipe e evita chatear o chefe de forma desnecessária.
• Só leva problemas quando possui sugestões para resolvê-los.
• Sabe ouvir opiniões divergentes e motiva os colegas a fazerem o mesmo.
• É positivo até mesmo em situações difíceis ou desafiadoras.
• Tem habilidades emocionais mais bem desenvolvidas, obtendo-as por meio da fé inteligente e do autoconhecimento.
• Tem consciência de que não sabe todas as respostas, mas está disposto a encontrá-las.

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