Jovem admite ser viciado no YouTube

Saiba como qualquer situação de dependência pode levar a outros problemas


Por Rafaella Rizzo / Foto: iStock

A tecnologia trouxe novas formas das pessoas se comunicarem, conviverem e se informarem. Da mesma maneira, ela abriu uma porta para novos tipos de problemas. Um deles é o vício.

Hoje em dia é muito comum gastar algumas horas em frente ao computador ou smartphone apenas consumindo informação inútil.

Em um texto publicado em seu blog e compartilhado pelo site The Guardian, o jovem Domingo Cullen admitiu estar viciado no YouTube.

“Quando um vídeo terminou, outro em um tópico similar era carregado, me sugando por mais cinco ou dez minutos. Trinta minutos tornaram-se horas. Horas tornaram-se metade dos dias”, desabafou.

A situação era tão grave que ele já não se sentia mais no controle de suas decisões. Mesmo que estivesse ciente de que seu comportamento era prejudicial, ele o repetia. “Eu estava perdendo o controle sobre a minha capacidade de não assistir ao YouTube e, ao fazê-lo, perdia dias da minha vida que não voltariam. Houve momentos em que eu não me comunicava com ninguém o dia todo”, admitiu.

Como vencer o vício do YouTube e de outras coisas

Em seu texto, Cullen não comenta se buscou ajuda para largar o vício, mas mostrou o que pode ser a raiz do problema. “Não ter um smartphone e não estar em nenhuma mídia social me dava uma certa liberdade. Mas também significava que toda a minha ira e autoaversão estavam concentradas em um só lugar. Sozinho, na frente do meu laptop, eu compensava o tempo perdido”, disse.

Claramente o jovem tem problemas internos que o levam a se refugiar no vício. Talvez, enquanto está focado nos vídeos, ele esquece as dificuldades que sente e vive. Porém, esse caminho só trará mais frustrações a ele e a qualquer um que segui-lo.

Em seu blog, o Bispo Renato Cardoso explica que todo ser humano é um viciado. Isso porque, no sentido mais básico da palavra, vício é qualquer hábito de fazer alguma coisa repetidamente que traz algum prazer momentâneo mas no fundo nos prejudica.

“Quantas coisas praticamos que nos trazem prazer na hora mais na verdade estão nos destruindo aos poucos—ou no mínimo nos impedindo de desenvolver?”, questiona o Bispo.

Seja comer muito sal ou açúcar, contar uma mentirinha, ficar horas no vídeo game, assistir pornografia ou consumir outras sujeiras na Internet, tomar remédios desnecessários, fumar, ser dependente de uma outra pessoa, usar drogas leves ou pesadas, beber refrigerante, ter explosões de raiva… Os vícios são muitos, mas existem alguns passos a serem seguidos para se livrar deles.

O que fazer?

O Bispo explica que o primeiro passo para ser livre dele é reconhecer que o tem.

O segundo passo é admitir que precisa de ajuda para parar. “A marca de um viciado é mentir para si mesmo quando diz ‘posso parar quando quiser’. Se você pudesse, já teria parado”, alerta.

A ferramenta que mais libertou viciados na história da humanidade, de longe, é a fé. “E é esta ferramenta que estaremos usando para ajudar você ou um familiar que queira se livrar de um vício, seja ele qual for”, conclui o Bispo.

Na reunião da Cura dos Vícios, você encontra o apoio necessário para superar qualquer dependência. Se você, um familiar ou amigo, está passando este drama, participe do encontro que acontece todos os domingos, às 15h e 18h. Encontre o endereço dos locais do tratamento aqui.

O Jejum de Daniel também terá início no próximo dia 19 de maio. O período promove a restrição a entretenimentos e distrações seculares por 21 dias. O objetivo é estreitar a comunhão com Deus e fortalecer a fé. Participe!

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