“Lá dentro eu descobri a verdadeira face da Igreja”

Na prisão, Newton de Andrade encontrou esperança de ter uma mudança de vida


Por Camila Dantas / Fotos: Arquivo Pessoal

Newton Albuquerque Gomes de Andrade, de 43 anos (foto acima), cresceu com baixa autoestima e tudo piorou quando ele se deparou com a pobreza. “Quando completei 20 anos, meu pai faliu da noite para o dia, a ponto de não termos mais onde morar. Depois disso, ele foi embora. Deixou minha mãe e meus irmãos sem proteção nem moradia”, diz.

“Aos 23 anos eu comecei a me relacionar com uma mulher. A vida dela era estável financeiramente. Eu me sentia inferior, pois ainda carregava (traumas de) tudo o que tinha acontecido comigo. Eu sempre descontava e culpava os outros pelo fracasso do meu pai”, explica.

Essa mulher sempre convidava Newton para participar das reuniões na Universal, mas ele não aceitava. “Ela sempre falava que meus problemas eram espirituais, mas eu odiava a Igreja pelo que ouvia falar dela”, recorda. O relacionamento não evoluiu e ele seguiu criticando a Igreja.

Ele se tornou publicitário mas, apesar de ter uma profissão, aos 30 anos, entrou para a vida do crime e se tornou um grande traficante de drogas. Por três anos, ostentou carros, viajava e se hospedava em hotéis de alto padrão. Mas em 2008 acabou sendo preso por transportar 450 quilos de cocaína. “Na época, foi considerada a maior apreensão de drogas da história do Rio Grande do Norte. A droga valia cerca de R$ 4 milhões. Ali foi o meu fundo do
poço”, conta.

Para quem nunca havia passado na frente de uma delegacia, ser levado para uma prisão de segurança máxima como o bandido mais perigoso do solo potiguar foi algo desesperador. “Assim que cheguei, a Promotoria inventou que eu era o chefe de uma facção criminosa em Natal. Além de sofrer com o cárcere, passei a ser alvo de perseguição do Estado.”

Dentro do presídio, Newton teve depressão e planejou se suicidar. “No dia em que eu ia acabar com tudo, minha mãe surgiu de repente, disse que me amava e que Deus a havia enviado para que eu não fizesse isso. Naquele momento, senti o amor de Deus por mim”, lembra.

Ele sempre recebia a Folha Universal e estudos de superação durante as visitas. Ele também recebia os voluntários do grupo Universal nos Presídios (UNP). “Lá dentro eu descobri a verdadeira face da Igreja. As visitas que eu recebia no pavilhão me ajudaram muito”, declara Newton.

Com as palavras de fé, ele encontrou forças. Depois de ler a trilogia Nada a Perder, que conta a trajetória do Bispo Edir Macedo, ele decidiu escrever seu primeiro livro. “Eu ganhei os livros do Bispo Macedo de presente e os guardo com carinho até hoje.”

Hoje, o publicitário tem sua vida transformada e admite que o melhor que aconteceu em sua vida foi a presença de Deus em seu interior. “Qualquer palavra é pouca para dizer o que Deus fez na minha vida. Eu poderia ter me aprofundado mais no crime e destruído minha vida de vez, mas encontrei uma nova oportunidade quando Deus se fez presente naquela cela. Agora eu tenho paz, alegria e amor pelo próximo”, finaliza.

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