É possível se libertar do transtorno bipolar e da síndrome do pânico?

Jennifer Cunha tomava cinco comprimidos diários para não entrar em surto


Por Kelly Lopes  / Fotos: Demetrio Koch e Arquivo Pessoal

A empresária Jennifer Cunha, de 27 anos (foto acima), teve uma infância sofrida em uma pequena cidade do Acre. Seu pai faleceu quando ela tinha apenas dois meses de vida. Sua mãe casou-se novamente imaginando que seu novo companheiro a ajudaria nos cuidados com a família.

Porém Jennifer conta que cresceu em um lar em que as brigas e as agressões físicas eram comuns e que presenciar toda essa violência lhe trouxe outros problemas. “Meu ex-padrasto era usuário de drogas, então eu cresci em uma casa conturbada e com muita violência. Desde a infância era ansiosa e impulsiva em relação a tudo”, disse.

Jennifer conta que aos 16 anos passou a frequentar baladas e a ingerir bebida alcoólica. Na ânsia de ser amada e valorizada, engatou vários relacionamentos sem adotar nenhum critério. “Lembro que queria viver intensamente, beber, dançar e me divertir. Desejava encontrar alguém que me amasse, então passei por vários relacionamentos que não tinham nenhuma base nem limites”, afirmou.

Aos 18 anos, ela se mudou para São Paulo e passou a trabalhar como modelo em uma agência. “A cidade grande me deslumbrou, entrei para a faculdade de direito e fiz várias amizades. Contudo em pouco tempo comecei a me perder, faltava às aulas para ficar em barzinhos, saía todos os dias e fui experimentando vários tipos de bebidas e drogas, além do cigarro”, recordou.

A vida desregrada trouxe consequências negativas à vida profissional de Jennifer. Pelo fato de faltar e se atrasar foi demitida algumas vezes. Ela perdeu tanto trabalhos como modelo quanto como vendedora. A faculdade também foi interrompida no quarto semestre, por causa da gestação inesperada de sua filha, fruto de um dos relacionamentos que não deram certo.

Até que Jennifer decidiu buscar auxílio psicológico. “Eu queria mudar e, por isso, busquei ajuda de um psicólogo. Mas ele me encaminhou para um psiquiatra e este diagnosticou que eu tinha ansiedade extrema, depressão, transtorno bipolar e síndrome do pânico. Com isso passei a tomar cinco tipos de remédio por dia para não entrar em surto”, declarou. 

Jennifer, com todos esses problemas, já não tinha perspectiva de futuro e achava que nem sua filha gostava de sua companhia, vivia triste e ansiosa e chegava até a perder o fôlego quando pensava que iria morrer.

Em busca de paz
Um dia, em uma livraria, ela viu o livro Namoro Blindado, de autoria de Renato Cardoso e Cristiane Cardoso, e adquiriu um exemplar. Satisfeita com a leitura, ela resolveu participar de uma palestra da Terapia do Amor com os escritores, que também são palestrantes, e afirma que as palavras que ouviu naquele dia serviram como um remédio para a sua alma.

Jennifer ficou sabendo das reuniões de libertação, às sextas-feiras, e passou a frequentá-las por indicação nas palestras da Terapia do Amor. Ela passou a se sentir cada vez melhor. “Eu passei a ter paz e já não precisava dos remédios que controlavam meu humor. Em busca de uma nova vida, me batizei nas águas, recebi o Espírito Santo e tudo mudou, em especial dentro de mim”, relatou.

Em dois anos, a jovem viu sua vida ser transformada, se libertou de todos os transtornos, se casou e se tornou empresária. “Hoje sou feliz e tenho alegria. Deus me deu uma família de verdade e me abençoou em tudo”, finalizou.

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