As direções dadas nas palestras

Depois de comparecer às reuniões e encontros no Templo de Salomão, em São Paulo, muitos dão uma guinada para o sucesso em várias áreas da vida


Por Marcelo Rangel/ Fotos: Demetrio Koch

Raphael Abib Ribeiro, de 28 anos, de São Paulo, nunca concluía o que começava. Com isso, estudos, trabalho, relacionamento amoroso e outros objetivos ficavam sempre pelo caminho. “Eu enjoava das coisas e estava sempre insatisfeito. Até larguei a faculdade de análise e desenvolvimento de sistemas no último semestre”, diz. Além disso, também deixava a desejar na vida a dois. “Eu não era fiel, brigava tanto por coisas bobas como pelas sérias e não dava valor à minha namorada, embora gostasse dela.”

Raphael começou a frequentar a Universal e percebeu que deveria tomar uma atitude. “Precisava largar quem eu era e vi a chance de fazer isso com o que aprendia na Igreja. Entrei de cabeça.”

Como ele tinha interesse em aprender, agarrou a oportunidade que enxergou no Projeto IntelliMen: “me interessei e comecei a frequentar as palestras no Templo de Salomão, em São Paulo. Percebi que tinha muito o que melhorar. A mudança foi radical. Aprendi que deveria levar até o fim o que começava e com firmeza, nada de desistir e recomeçar outra coisa do zero. Cursei Direito e terminei a faculdade. Hoje advogo, gosto do que faço e sustento minha família. Além disso, tenho uma empresa no ramo de construção”.

Ele também mudou sua postura no amor: “percebi que deveria valorizar aquela que hoje é minha esposa. Ela notou minha mudança e finalmente sentiu que poderia ter um casamento feliz comigo. Deixei as traições de lado, dei valor a quem estava ao meu lado e valorizo muito meu casamento. Não tenho dúvida de que sou um homem melhor depois que comecei a participar do IntelliMen”.

Despertar

Neuza Helena de Oliveira, de 49 anos (foto abaixo), teve uma infância bem pobre. Sua precariedade a fez viver de restos coletados em um lixão. Só estudou até a segunda série do ensino fundamental e se casou jovem com um ex-muçulmano que carregava um machismo fora do comum. Ele não a deixava estudar nem trabalhar. “Fiquei presa àquele casamento por muito tempo”, diz Neuza, que sofreu por anos com as traições do marido até que resolveu se separar.

Livre da opressão do marido, veio uma liberdade ainda maior: “conheci a Deus na Universal e resolvi acordar, despertar e obedecer a Ele”. A vontade de prosperar também veio com força total. Ela morava mal, mas queria ter seus bens e, para alcançá-los e se sustentar, passou a vender cosméticos.

Paralelamente à dedicação ao despertar espiritual, ela passou a frequentar as palestras da Nação dos 318, reunião realizada às segundas-feiras, no Templo de Salomão, destinada a quem busca o sucesso financeiro, e obedecia ao direcionamento dado pelo Espírito Santo. Ela continuou vendendo cosméticos, mas diz que algo aconteceu: “Deus me deu a ideia de fazer meus próprios produtos de beleza e vendê-los. Ele me mostrou até o que fabricar, algo que nunca tinha visto antes: produtos de higiene, cosméticos e perfumes à base de especiarias e condimentos”, lembra.

Os itens começaram a chamar atenção do público. Hoje, são vendidos em Dubai, no Líbano e na Índia. Contudo ela revela que sua fórmula tem um ingrediente imprescindível: “isso só aconteceu porque ‘acordei’, ‘saí de mim’ e deixei o Espírito Santo entrar. Meu testemunho ainda vai glorificá-Lo muito no Brasil e mundo afora”, diz Neuza, que pensa em alçar voos ainda mais altos.

Casamento de verdade

Gerardo Perez, de 37 anos, e sua esposa, Georgina, de 34 anos (foto à esquerda), namoravam a distância: ele estava em São Paulo e ela na Bolívia, onde ambos nasceram. Ele, que é médico, parecia que não tinha namorada: estava sempre em festas e baladas todo fim de semana e “ficava” com outras mulheres. Ela, de família tradicional, estava quase sempre em casa. Se falavam muito por telefone e trocavam e-mails, mas ele resolveu trazê-la para São Paulo. “Estávamos casados, mas ele se comportava como solteiro e comecei a chamar a atenção dele com brigas e reclamações”, conta Georgina. Para fazer as pazes e aliviar sua situação com a esposa, Gerardo sempre a presenteava com viagens e outros agrados.

Georgina tinha ganhado o livro Casamento Blindado de uma tia. No início não lhe deu valor, mas começou a lê-lo. “Percebi muitos erros do Gerardo e meus também e via muito a nós dois naquelas páginas. Percebi que havia chances de restaurar nossa relação e comecei a deixar o livro à disposição dele, pela casa, para que também o lesse.”

Gerardo leu, percebeu seus erros e começou a querer mudar. Mas o casal queria aprender mais e começou a frequentar a Terapia do Amor, no Templo de Salomão. Hoje, o casamento feliz faz parte da realidade do casal, que põe em prática tudo o que aprende nas palestras.

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