A mulher do passado e a mulher de hoje


Por Ivonete Soares / Foto: Shutterstock

Recentemente, foi ao ar um programa especial para as mulheres no “Escola do Amor Responde” com a presença da esposa do Bispo Edir Macedo, dona Ester Bezerra. Ela é mãe da apresentadora, Cristiane Cardoso. Em um bate-papo descontraído, o assunto abordado foi a mulher do passado e a de hoje.

De acordo com a convidada, as diferenças entre uma e outra são enormes.

Ester tem quase meio século de experiência na área, é mãe de três filhos, casada há décadas com o Bispo Edir Macedo e já vivenciou muita coisa nesse período.

A mulher do passado: muitas diferenças

Embora as mulheres de hoje acreditem estar melhores do que antes, Cristiane ressalta que isso se dá pelo fato de terem conquistado muitas coisas no decorrer das décadas: tais como carreira, dinheiro, vida estabilizada, entre outros. Porém, ainda assim – ressalta – falta algo.

E Ester Bezerra consegue identificar facilmente: “Elas estão ‘deixando a desejar’ muitas coisas. Na minha época eu via as mesmas mulheres que existem hoje, só que em minoria: havia as que trabalhavam fora, as que tinham vícios, mas eram pouquíssimas, porém, não era como hoje, em que quase todas são assim.

Segundo Ester, havia divórcios, sim, mas era algo muito esporádico: “em mil, um caso”, ressaltou.

Mas, há quem diga que a questão do divórcio só não acontecia com tanta frequência porque as mulheres sofriam caladas, aguentavam horrores e se mantinham infelizes só para não se separar.

A mulher do passado valorizava mais a família

A convidada, porém, diz que não. “Na verdade, as mulheres do passado sabiam valorizar a família, então, por exemplo, no caso de um divórcio, elas não cediam por pensar nos filhos; o que não acontece hoje”, diz.

E continua: “As mães, os pais, não pensam nos filhos, nas consequências, no que vai refletir na vida daquelas crianças o fato de terem os pais separados, ou de conviver com o (a) namorado (a) da mãe, do pai. Para uma criança é muito difícil entender isso tudo”, comentou Ester.

A alternativa dessas mulheres, no entanto, não era ficar sofrendo naquele casamento, mas – segundo Ester – elas sacrificavam pelo bem da família, dos filhos.

“Elas eram dotadas de fazer mais pela família. Tolerar, esperar, ou seja, elas aguentavam muito mais do que as mulheres de hoje, que – muitas vezes – não passam nem um, dois meses casadas e já não estão suportando mais”, enfatiza.

Veja o que esta esposa fez para mudar o marido

Ouça abaixo ao bate-papo na íntegra e entenda melhor essas diferenças.

Caso queira ouvir também a outros programas, clique aqui.

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