Como o autoconhecimento influencia suas reações

Muitas mulheres pensam que se conhecem bem, mas não percebem o quanto suas atitudes dizem o contrário


Por Flavia Francellino / Foto: Fotolia

Embora muitas mulheres sejam inteligentíssimas, ao mesmo tempo são analfabetas emocionalmente: são vencidas pela própria ansiedade, desconhecem seus medos, se impõem limites ou questionam seu potencial, mas se perguntam pouco qual seria o verdadeiro motivo disso tudo.

Apesar de algumas culparem o passado ou atribuírem a responsabilidade a um evento espiritual, é preciso perceber que sua maneira de ser e a forma como decidem estão sendo controladas pela falta de conhecimento de si mesmas.

Para Fernanda Lellis, coordenadora nacional do Projeto Raabe, que presta auxílio psicológico e espiritual às mulheres vítimas de abusos, “se a mulher não se conhece, nunca entenderá seu real valor e seu papel na sociedade. Uma mulher que se conhece é forte; a que não se conhece não se corrige e não evolui”.

Ajuda bem-vinda
Todos os meses, o Projeto Raabe oferece gratuitamente o Curso do Autoconhecimento. “Ele não se destina apenas às mulheres que sofreram alguma violência, mas a todas que queiram tomar consciência de seu real valor, que desejam ter controle sobre suas emoções, otimizar pontos positivos em sua vida, além de vencer traumas e sentimentos causados por más experiências”, diz Fernanda.

Mulheres de todas as idades comparecem aos encontros. O curso tem duração de quatro semanas e duas aulas semanais. Os temas abordados levam a mulher a uma reflexão e fazem com que mergulhe fundo dentro de si mesma. Em média, 10 mil pessoas participam todos os anos.

Fernanda ressalta que é perceptível ver que elas resgatam o prazer de ser mulher. Foi o que aconteceu com Isa Cleide Feitosa Glória, de 47 anos, que não conseguia se olhar no espelho nem mesmo para passar batom. “Eu não gostava de mim mesma.” E não era só a depreciação que fazia parte de sua rotina. Suas recordações apontavam que havia uma raiz para isso originada na infância: “não tive uma família presente, aquele carinho de mãe, pai e irmãos.”

Cleide reconhece que tinha um comportamento inadequado: ela gritava muito e não tinha diálogo com a filha, que hoje tem 26 anos. A lista de suas reações negativas só se tornou clara para ela depois da participação no Curso do Autoconhecimento.

Ela diz que seu maior aprendizado foi a importância de pedir perdão. “Depois do curso comecei a pedir perdão para a minha família toda. Hoje, minha filha se aproximou de mim e conseguimos conversar. Meu pensamento mudou completamente. E o mais importante: logo na segunda semana do curso, recebi o Espírito Santo. Hoje tenho paz dentro de mim”, conclui.

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