É possível uma jovem ter câncer de pulmão?

Conheça a história de Leticia Jacques de Alcantara e saiba como ela venceu o diagnóstico desse tumor maligno


Por Maiara Máximo/ Fotos: Mídia FJU/RS e Arquivo Pessoal

Todo ano são diagnosticados cerca de 1,7 milhão de novos casos de câncer de pulmão no mundo. Segundo estimativas da Organização Mundial da Saúde (OMS), o câncer de pulmão, ao lado dos tumores de traqueia e de brônquios, é o quarto tipo mais frequente em mulheres. Só em 2016, por exemplo, houve quase 11 mil novos casos da doença. Quem infelizmente entrou para essa estatística foi a professora de educação infantil Leticia Jacques de Alcantara, de 27 anos (foto acima).

Em 2014, ela começou a ter problemas respiratórios. Passou a sofrer com crises de asma, broncopneumonia e pneumonias, além de outras infecções que a levaram a ser internada várias vezes. Em razão desses problemas, ela ficava, muitas vezes, impossibilitada de realizar as atividades mais simples do cotidiano. “Esses problemas começaram a ficar frequentes e os sintomas progrediram. Vivia nos hospitais fazendo exames e os médicos não sabiam explicar o porquê de tantos problemas respiratórios”, relata.

A doença
Depois de diversas idas e vindas ao hospital sem receber um diagnóstico preciso, o problema acabou se agravando. Por conta das tosses frequentes, ela passou a escarrar sangue. Apesar disso, ela não comentava nada com o marido, Gilberto Alcantara Machado, de 29 anos (foto acima), para não preocupá-lo. Essa situação também atrapalhava seu trabalho. “No trabalho, às vezes, passava mal e tinha que ir ao médico, pois eu perdia muito sangue, meu ar faltava e tinha a sensação de que estava sufocada”, lembra a professora.

Durante dois anos, Leticia conviveu com o problema. Ela chegou até a fazer um procedimento cirúrgico para retirar as infecções do pulmão. “Ao todo, usei três drenos torácicos. Entretanto eu ficava bem por um tempo, mas depois os sintomas voltavam. Fui afastada do trabalho por conta dessa situação”, diz.

Leticia foi encaminhada a um especialista que solicitou uma fibrobroncoscopia com biópsia. No mesmo dia, o médico a informou que ela estava com um tumor que obstruía os brônquios. Era necessário que ela fizesse uma cirurgia o mais rápido possível. Leticia lembra que a luta dela e da família começou naquele momento. “Eu tinha a convicção de que Deus poderia me curar”, explica ela, que frequenta a Universal há 15 anos.

Segundo o pneumologista Gustavo Prado, do Instituto do Câncer de São Paulo (Icesp), a probabilidade de um jovem ter câncer de pulmão é muito baixa. A doença é mais comum em pessoas com idade entre 50 e 60 anos.

“Normalmente, o câncer de pulmão incide sobre adultos a partir da quinta década de vida, por causa do longo tempo que se transcorre entre o início da exposição aos fatores de risco – tabaco, poluição e alguns agentes químicos – e as alterações no material genético das células pulmonares que culminam na multiplicação desordenada característica da doença.”

Ainda de acordo com o médico, casos de doença localizada e em fases iniciais são os que mais se beneficiam do tratamento cirúrgico.

Operação

Em dezembro de 2016, ela fez uma pneumonectomia, que consistiu na retirada de 70% do pulmão esquerdo. Após seis horas de cirurgia, a professora acordou sem sentir dor. Mas, algumas horas depois, começou a ter dificuldades para respirar.

Então, foi entubada. Com o passar dos dias, a família, que lutava pela cura da jovem na Universal, logo começou a ver a sua melhora. “Comecei a fazer a fisioterapia para conseguir ficar sem o aparelho que fornecia oxigênio e tudo foi progredindo. Em menos de 10 dias já estava totalmente recuperada e recebi alta”, lembra. O especialista afirma que, no caso de cirurgias pulmonares como a de Leticia, a chance de reabilitação é grande. “Pacientes mais jovens, com doença em fase mais inicial e sem doenças respiratórias são aqueles que melhor toleram o tratamento cirúrgico, com boa preservação da qualidade de vida e maiores chances de cura”, esclarece.
Em abril de 2017, ela refez os exames que comprovaram que o pulmão estava saudável. Então, a jovem voltou à sua rotina normal.

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