Crescem golpes cometidos pelo celular

Saiba como não cair em armadilhas



Por Por Eduardo Prestes / Foto: Fotolia / Arte: Eder Santos

Nesses tempos de alta tecnologia todo cuidado é pouco. Os golpes já não acontecem apenas nas ruas. Hoje em dia, os alvos dos criminosos são as redes virtuais e os celulares. Para se ter uma ideia, um levantamento realizado por uma empresa de segurança digital de Curitiba, no Paraná, apontou que os casos de invasão de celulares aumentaram 55% na metade de 2017, em todo o País. Além disso, golpes envolvendo smartphones representam 15% das fraudes na internet.

Atualmente é muito comum fazer transações bancárias utilizando aplicativos de celular e manter informações pessoais no próprio telefone. Os golpistas têm usado várias práticas para enganar os usuários e se apropriar de seus dados. De acordo com o consultor de informática Fernando da Silva, de 41 anos, um dos golpes acontece por meio de chamadas telefônicas. “É o chamado vishing. O usuário do celular recebe uma chamada de alguém que se identifica como funcionário de um banco, por exemplo, ou até de gravações ou vozes automatizadas. É muito comum o golpista fingir que precisa atualizar dados cadastrais, usando técnicas de engenharia social para convencer as vítimas a passar seus dados. Muitas pessoas acabam caindo nessa conversa e suas contas são invadidas”, explica.

“Cavalo de Troia”

Outro golpe comum é o envio de mensagens por parte de hackers para tentar acessar dados dos usuários de celular, como senhas de cartões de crédito e débito, por exemplo. De acordo com o consultor, essa ação é chamada smishing. “As pessoas recebem mensagens de texto na caixa postal ou por WhatsApp, pedindo para que cliquem em determinado link para fazer a atualização de cadastro. É um ‘Cavalo de Troia’, vírus usado pelos hackers para acessar até contas bancárias. Em alguns casos, eles oferecem até a possibilidade de resgate de prêmios que ou usuário teria direito, mas trata-se de um engodo. Na verdade, o prêmio não existe”, avisa.

Pescaria

Os dois golpes acima derivam de outro muito comum na internet, o phishing. “O termo em inglês significa pescaria e está associado a mensagens falsas que são enviadas como isca para, literalmente, fisgar os desavisados. Se você já recebeu um e-mail urgente do banco avisando que a sua conta será bloqueada, caso não realize uma determinada ação, ou uma oferta de uma empresa conhecida alertando que você só tem algumas horas para aproveitá-la, provavelmente conhece o phishing”, afirma Fernando.

Na opinião do consultor, não basta apenas saber quais tipos de golpes estão sendo aplicados. Veja abaixo algumas dicas de segurança que podem ajudá-lo a não cair nessas armadilhas.

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