Como deixar de ser prisioneiro do passado

Participe, nesta sexta-feira, da Sessão do Descarrego, no Templo de Salomão ou em uma Universal perto de você

Por Por Rafaella Rizzo / Foto: iStock

É impossível passar pela vida sem viver situações difíceis, muitas delas extremamente marcantes. A morte de uma pessoa querida, uma perda material, traição, ser vítima de violência de qualquer tipo são alguns exemplos.

Mas, infelizmente, muitas pessoas não vivem a dor somente uma vez. Por não conseguirem enterrar o que aconteceu e seguir em frente, revivem o problema por anos e, em muitos casos, a vida inteira. O tempo, conselhos ou apoio da família não são suficientes para fazê-las livres. “Toda vez em que ela se esforça para ser diferente ela lembra do que viveu. Até tenta seguir em frente, mas o fantasma do passado continua ao redor”, diz o Bispo André Cajeu.

Sobre o assunto, o Bispo Renato Cardoso apresenta uma lista que mostra 7 sintomas de quem está vivendo no passado. Você se identifica com algum? Conheça-os abaixo:

  • Nostalgia – lembra o tempo todo do que era bom no passado e não consegue ser feliz no presente. É mais do que uma breve lembrança esporádica.
  • Não faz planos – tem muita dificuldade de fazer planos para o futuro e fica parada no tempo.
  • Só fala do passado – sempre que conversa com alguém, o assunto é o mesmo: reviver o que passou.
  • Traumas- um acontecimento que marcou muito e não conseguiu curar a ferida.
  • Depressão- consequência de sofrer um trauma e não conseguir superar.
  • Insegurança- faz com que ela não tente nada novo ou ousado. Uma pessoa que foi traída, por exemplo, tem muita dificuldade de confiar novamente.
  • Desejo de morrer- é como se a pessoa não conseguisse enxergar um futuro, que a vida dela será melhor, e vê a morte como única solução.

Em casos extremos, em que nada parece ser capaz de arrancar o luto, a mágoa ou a dor do passado, há um espírito maligno alimentando a situação, a fim de oprimir e manter sua vítima estagnada, incapaz de avançar com sua vida. “Por meio da fé a cura é possível, pois para ela não há impossíveis. A medicina tem seus limites, mas não a fé”, acrescenta o Bispo Renato.

Para combater esse mal, acontecerá nesta sexta-feira a Sessão do Descarrego para pessoas prisioneiras do passado. “A fé não está presa ao calendário, não está limitada à linha do tempo, então nós vamos, pela fé, no seu passado e desfazer as amarrações para que você seja livre para construir um novo futuro”, enfatiza o Bispo.

Se você se identifica com um ou mais desses sintomas, compareça à Sessão do Descarrego e traga uma peça de roupa branca.

Ela acontecerá sexta-feira às 10h, 15h e 20h no Templo de Salomão, que fica localizado na Avenida Celso Garcia, 605, no Brás, Zona Leste de São Paulo. Ou procure a Universal mais perto de sua casa, clicando aqui.

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