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Bispo Macedo | 11 de Fevereiro de 2015 - 06:00


O Resgate do Capitão Corrêa

O Resgate do Capitão Corrêa

No dia 6 de fevereiro vivi uma das maiores experiências do meu ministério. Depois de tantos resgates realizados, aconteceu o resgate do “capitão Corrêa”, meu irmão. Ele, que era capitão do Exército, teve sua alma disputada até os últimos minutos de sua vida. Espírita há 45 anos, foi acometido de um câncer que o levou à morte. Nessa experiência, pude ver mais uma vez se cumprir o que o nosso Senhor disse:

“mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo…” Atos 1.8

Quando somos batizados no Espírito Santo, recebemos autoridade contra todo o inferno junto. Muitos não fazem ideia do “poder” que possuem quando recebem o Espírito de Deus.

Quando recebi a notícia cinco dias antes de sua morte, de que seu quadro clínico havia piorado e ele já estava próximo de partir, disse com esta autoridade: “Ele não vai morrer sem eu chegar lá!”.

Ele já estava sem um rim, sem a bexiga e sem a próstata. Seu estado caminhava a passos largos para o fim. Os demônios cercavam o seu leito fazendo festa e ansiosos para chegar a hora. Ele havia recebido inúmeras visitas de meus companheiros de fé, incluindo bispos, pastores, obreiros (as) e evangelistas, os quais eu agradeço muito por todo carinho e dedicação dispensados ao meu irmão. Mas destaco a sargento Jaqueline, obreira que trabalha no Hospital do Exército a qual cuidou dessa alma seguindo nossas orientações espirituais junto a ele até o seu último suspiro, e que nos momentos fora de visita sempre falava de Jesus e orava todas as vezes que ele pedia, nos seus momentos de angústia e dor.

Até que chegou o momento em que o Espírito Santo me tocou e disse que eu tinha que ir ao Rio para resgatá-lo, pois já era o fim, e sua alma estava cercada de espíritos imundos como urubus na carniça. Pedi autorização ao meu líder e parti para o resgate na mesma fé de Abraão quando foi resgatar seu sobrinho Ló.

Cheguei ao hospital com os 318 anjos mais poderosos que Deus havia despachado para ir comigo. Mandei que saísse do quarto quem estava lá, pois não entenderia o que eu iria fazer – certamente me chamaria de maluco ou fanático.

Tratava-se de uma operação RESGATE.

Quando entrei com meu filho e minha esposa no quarto, não falei com ele, pois apesar de estar consciente, não podia responder mais nada. Ele estava com os olhos fechados e levemente trêmulos, quase imperceptíveis, mas me ouvia. Com os braços erguidos direcionados para as paredes e cantos do quarto, cheguei com voz firme e imbuído de uma AUTORIDADE que me foi dada ao receber o Espírito Santo. Eu disse:

“SE AFASTEM, SE AFASTEM, SE AFASTEM, VAMOS LOGO! SOLTEM A ALMA DELE, AGORA, VAMOS! PERDEU, PERDEU, PERDEU! CHEGUEI COM OS 318, SOLTA, SOLTA, SOLTA! JESUS, CERCA A ALMA DELE AGORA COM OS ANJOS! VAMOS, DEMÔNIOS, ESSA ALMA VOCÊS NÃO VÃO LEVAR!”

No espírito, eu podia imaginar os demônios se afastando com muito ódio, mas vivendo a derrota de uma batalha por uma alma que viveu em seu domínio por 45 anos. Me senti estourando um cativeiro e libertando um refém.

Depois de vários minutos, aí sim me voltei para ele e disse: “Eu sei que você está me ouvindo, sou eu, teu irmão, o Sergio. Preste a atenção, chegou o fim de sua vida aqui. Teu sofrimento vai se multiplicar trilhões de vezes daqui a pouco e por toda a eternidade se você não der tua vida pra Jesus agora, de fato e de verdade, porque os demônios estão aqui prontos para levar tua alma para o inferno. Eu vim de longe para te resgatar, mas se você se entregar para Jesus agora, dentro de poucos minutos você vai entrar no gozo, na alegria do céu. Se você quer Jesus, então, em pensamento, repita comigo estas palavras…”.

Aí orei para que ele repetisse e depois eu disse para Jesus: “Não dá mais para ele viver com esse corpo mutilado aqui neste mundo. Já resgatamos a alma dele das garras do diabo, agora eu Te peço, leva-o para os Teus braços.”.

Pedi que quando eu terminasse a operação resgate e virasse as costas, Ele poderia levá-lo, como sinal de que Ele havia salvado a alma do meu irmão. Terminei a oração dizendo: “Pronto, Jesus, pode levá-lo.”

Fui embora para a igreja aqui no Rio, e aproximadamente uma hora depois, ele deu o último suspiro e partiu para os braços do meu Senhor. Mais uma alma salva e mais um RESGATE feito, O RESGATE DO CAPITÃO CORRÊA.

Espero ter ajudado a quem leu este relato a entender a importância de receber o PODER e a AUTORIDADE de Deus por meio do batismo no Espírito Santo.

correa


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