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Bispo Macedo | 14 de setembro de 2015 - 05:58


Louvor desagradável

Calma e gentil, uma mulher veio até nós à procura de ajuda alguns anos atrás. Ela cantava no grupo de louvor de uma Igreja grande e conhecida, muito famosa por seus músicos de renome e reuniões emotivas de louvor e adoração. Contudo, a mulher tinha uma longa lista de dificuldades, vividas no passado e no presente, e, apesar da idade jovem, parecia bastante abatida. Vendo os testemunhos em nossos programas de TV, ela disse que queria aprender a lutar e superar todas as barreiras que estavam atrapalhando a sua vida. Muitos dos problemas que enfrentava estavam ligados aos conflitos de personalidade e poder na Igreja em que cantava.

Ela estava emocionalmente frágil e teve dificuldades para compreender e aceitar o nosso conselho de mudar a sua maneira de orar, tomar uma posição contra a negatividade em sua vida e, ao mesmo tempo, perdoar aqueles que a tinham machucado. Após um mês de aconselhamento, durante o qual ela tinha aversão de participar de nossas reuniões, a mulher anunciou que não queria mais lutar. Ela não quis mais tomar qualquer atitude. Ela disse que simplesmente não conseguia ter uma fé ousada. Estava convencida de que a única maneira de superar os seus problemas era continuar cantando no grupo de louvor, citando o Salmo 22.3, “Porém Tu és Santo, o que habitas entre os louvores de Israel”.

Essa mulher tinha a crença mística de que a prática de cantar seria suficiente para curá-la de todo o trauma de seu passado e desfazer os vários problemas que tinha, pois essa era uma doutrina ensinada em sua Igreja. E como um budista cantando seus “sutras e mantras”, ela cantava à frente da congregação até que estivesse em transe, acreditando assim que encontraria Deus na música e, como num passe de mágica, encontraria a sua libertação também.

Só Deus sabe se uma pessoa O está adorando em espírito e em verdade. Mas com tantas igrejas que investem pesado no entretenimento e muito pouco na obediência, a sua adoração é provavelmente mais carne do que espírito. Eu sei disso porque tenho aconselhado muitos cristãos frustrados e confusos que, assim como aquela jovem mulher, praticamente desistiram de Deus depois de não encontrarem ajuda em suas Igrejas.

Seja porque as Igrejas ensinam um tipo de “semi-espiritualidade” ou porque têm como motivação o desejo de parecerem “legais”, uma coisa é certa: a ênfase na emoção, por meio de um grupo especial de louvor, facilmente diminui a simplicidade da fé. A simplicidade da obediência, sacrifício, perseverança, fé racional e o combate ao bom combate.

As “megaigrejas” cristãs de hoje usam as seguintes estratégias: “Não lute contra o pecado ou o mal, apenas cante. Não trate os outros com integridade, justiça ou bondade, apenas cante e grite. Não ensine a verdade sobre o caminho estreito ou a porta estreita pela qual poucos entram para o Reino de Deus, faça somente um show impressionante com os melhores músicos e contemple as multidões enchendo a igreja.”

Deus ama a verdadeira adoração, mas Ele não ouve a oração de todos. Deus não honra as canções de todos, mesmo quando invocam o Seu nome.

Se o Meu povo, que se chama pelo Meu nome, se humilhar, e orar… 2 Crônicas 7.14

E esse é um grande “SE”. Deus coloca condições para quem Ele ouve e responde. Suas promessas são exclusivamente para aqueles que confiam nEle e se submetem aos Seus mandamentos e não somente aos versículos bonitos e ternos que não ofendem a ninguém. Pois aqueles que praticam a Sua Palavra, a esses Ele ouve. Aqueles que enfrentam o diabo e seus esquemas, a esses Ele responde. Aqueles que vivem em obediência a Deus como Senhor, a esses Ele protege e atende.

Deus não somente Se recusa a ouvir aqueles que não Lhe obedecem como também o som de suas músicas é desagradável a Ele. Deus habita nos louvores do Seu povo quando suas vidas, não apenas suas canções, O honram como Senhor.

Parem com o barulho das suas canções religiosas; não quero mais ouvir a música de harpas. Em vez disso, quero que haja justiça como as águas de uma enchente e que a honestidade seja como um rio que não para de correr. Amós 5.23,24 NTLH


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