“O câncer achou que poderia me vencer”

Saiba qual foi a resposta de Alexandra Oliveira à doença que tentou matá-la

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Em São Paulo reside a auxiliar administrativo Alexandra Dias da Silva Oliveira, de 35 anos. Ela conta que sempre manteve a rotina de visitas médicas em dia e, no início de 2016, então com 29 anos, realizou um check-up. O resultado de um dos exames mostrou um nódulo com características suspeitas na mama direita. Em razão da idade de Alexandra e do tamanho do nódulo, seu médico a encaminhou diretamente para uma core biópsia, exame que consiste na remoção de uma pequena quantidade de tecido mamário com uma agulha de calibre um pouco mais grosso acoplada a uma pistola especial, para avaliação da possível presença de tumores. O diagnóstico foi de câncer de mama.

“Ao receber a notícia, eu estava sozinha no consultório médico e, como jamais imaginei que fosse aquele o resultado, chorei muito. Eu buscava respostas de como aquela doença tinha aparecido em meu corpo, uma vez que não tenho histórico na família e sempre fiz acompanhamento anual. Busquei uma especialista em mama para entender como a doença tinha se desenvolvido tão rápido, porque eu havia feito o exame um ano antes e nada foi constatado”, diz.

A especialista solicitou uma ressonância, que diagnosticou algo ainda pior do que o que foi observado inicialmente: Alexandra tinha um nódulo grande e vários outros em volta dele. Ela precisaria fazer o tratamento neoadjuvante (sessões de quimioterapia antes do procedimento cirúrgico).

Carcinoma mamário invasivo de subtipo não especial (SOE):

Segundo a Sociedade Brasileira de Mastologia, carcinomas invasivos de mamas são um grupo heterogêneo de lesões diferenciadas, entre outras coisas, por suas manifestações clínicas e por seu potencial biológico. O tipo mais comum é o SOE. O diagnóstico é feito por exclusão, pois ele não apresenta nenhuma característica para classificá-lo em outras categorias de carcinoma e raramente ocorre em mulheres antes dos 40 anos.

Dependendo do estágio de evolução da doença, pode ser indicado o uso de radioterapia, quimioterapia, terapia hormonal e/ou cirurgia. É indispensável que os exames médicos sejam feitos com regularidade para diagnosticá-lo e tratá-lo precocemente e poder salvar a vida do enfermo.

Fé diante de adversidades
Ela revela que, a princípio, se assustou, mas, por conhecer a Fé ensinada na Universal, logo recorreu a esse poder sobrenatural que ignora os diagnósticos e o que é visível aos olhos humanos. Ela apelou para o que não se vê: “internamente, eu não aceitava passar por aquele processo. Iniciei então as correntes de cura realizadas às terças-feiras, na Universal, que também eram os dias das sessões de quimioterapia. Então, primeiro eu ia à corrente na Igreja e depois ao hospital para receber a medicação. Além disso, aos domingos, eu fazia o tratamento com a água consagrada determinando meu milagre”.

Alexandra conta que a Palavra de Deus foi sua força e garantia de vitória em todos os momentos e destaca o seguinte versículo que alimentou sua fé: “E Jesus, ouvindo isto, disse: Esta enfermidade não é para morte, mas para glória de Deus, para que o Filho de Deus seja glorificado por ela”. (João 11.4). Ela explica o que entendeu: “Deus não disse o que sucederia ou o que eu passaria, mas disse que seria comigo durante todo o processo até a vitória”.

Certa de que venceria a doença, ela aliou o tratamento da Fé ao tratamento médico e deu início às sessões de quimioterapia, que totalizaram seis e eram realizadas a cada 21 dias. “Eu passei a tirar fotos porque tinha certeza de que daria testemunho de cura. Como não sabia se o meu cabelo cairia ou não, eu o cortei e aderi ao uso de peruca. Eu levava a água do tratamento à clínica e ungia toda a medicação antes de tomar. As enfermeiras ficavam me olhando e diziam que eu estava perfeita, que minha pele não tinha manchas, que minhas unhas não estavam roxas e nem parecia que eu estava recebendo uma medicação tão forte. E minha resposta era sempre a mesma: é a ação de Deus”.

Ela relatou a poucas pessoas que estava com a doença, pois acreditava que a reação delas não ajudaria: “contei a alguns amigos de oração, aos pastores e suas esposas, que me auxiliaram, e ao meu esposo, minha mãe e minha irmã. O problema não era no corpo dos outros, era no meu, e, se eu não fizesse algo, provavelmente não estaria aqui para dar meu testemunho”.

O sumiço dos nódulos
Durante o tratamento, ela depositou sua vida no Altar ao participar da Fogueira Santa de Israel. Contudo uma nova ressonância mostrou que a quimioterapia não reduziu o tamanho do tumor, como era esperado, e uma cirurgia foi marcada para 31 de janeiro de 2017. “Aquelas palavras não me abalaram. No dia marcado eu estava certa do meu milagre e tinha paz. Entrei na sala de cirurgia e, depois de concluir o procedimento, a médica ligou para minha irmã, que era minha acompanhante, e disse que tinha procurado o tumor, mas não havia encontrado nada”. Para se certificar do resultado, a médica realizou nova biópsia e o resultado foi de fato negativo. “Depois que recebi o diagnóstico da cura contei para todo mundo e até postei nas redes sociais a seguinte publicação: o câncer achou que podia me vencer. Logo eu que sou filha dAquele que levou na cruz todas as dores, doenças, enfermidades e ressuscitou no terceiro dia”. (ver Isaías 53.4). Depois de quase cinco anos de sua cura, Alexandra segue na Fé e na Universal, em favor da manutenção de sua saúde.

O Bispo Misael Silva, responsável pela Corrente dos 70 no Templo de Salomão, garante que todos podem provocar um milagre por meio da Fé: “a Alexandra creu contra as esperanças. Ela não deu ouvidos às vozes negativas, se apoiou na Palavra de Deus e, assim, alimentou sua Fé e provocou o milagre. Essa mesma Fé está disponível a todos os enfermos ou quem busca a cura de um familiar. Não perca mais tempo e venha provar desse poder que muda diagnósticos”.

Se você também enfrenta um problema difícil na sua saúde ou na de algum familiar, participe da Corrente da Cura, em uma Universal, onde muitos milagres têm acontecido. No Templo de Salomão, em São Paulo, as reuniões da Corrente dos 70 acontecem às 10h, 15h e 20h. Para outras localidades, clique aqui e encontre um endereço mais perto.

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Autor

Kelly Lopes / Fotos: mídia FJU/SP e cedida