Ela teria que tomar remédios pelo resto da vida
Ao receber o diagnóstico de SOP, Eduarda Malta decidiu tomar uma atitude ousada
Cuidar da saúde e do bem-estar é o conselho que todo mundo recebe e deveria seguir. Por isso, além de ter hábitos saudáveis, é importante fazer periodicamente um check-up com um profissional de saúde para garantir que seu organismo não está sendo negligenciado. Entretanto, apesar do acompanhamento clínico, problemas de saúde podem aparecer inesperadamente.

A pedagoga e criadora de conteúdo Eduarda Malta, de 24 anos, sempre fez exames frequentes desde a adolescência. Sua primeira ultrassonografia, por exemplo, foi realizada aos 13 anos, quando “apareceram pequenos cistos nos ovários. A possibilidade era de folículo funcional, mas nada foi comprovado”, relata. Na mesma época, ela repetiu os exames e não foi constatada nenhuma anormalidade.
Os anos se passaram e Eduarda começou a sentir fortes dores e, para aliviá-las, precisava usar analgésicos e anti-inflamatórios.

Preocupada, sua mãe, Luciana Malta, de 45 anos, a levou a uma consulta com a ginecologista. “A médica pediu vários exames. Quando voltamos lá com os resultados, ela disse que o tamanho dos ovários da Eduarda estava anormal. Ela estava com a síndrome dos ovários policísticos (SOP), precisaria tomar remédios pelo resto da vida e, provavelmente, não poderia ter filhos. Além disso, Eduarda teria de conviver permanentemente com o desconforto causado pela doença. Fiquei revoltada com a situação!”, lembra Luciana.
Nos exames de ultrassonografia, o ovário direito aparecia com 19cm³ e o ovário esquerdo com 24,7cm³, o que correspondia a aspectos ecográficos compatíveis com ovários policísticos. Os tamanhos deles estavam maiores do que o normal (de 3 a 18cm³) por conta da presença de vários pequenos cistos nos dois ovários.
Segundo o relatório da Comissão Internacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec), a SOP afeta cerca de 20% das mulheres em idade reprodutiva. Não há uma causa específica para o desenvolvimento do problema. No entanto, a presença da doença eleva o risco de a paciente desenvolver câncer de ovário, de mama e de endométrio.
O que é SOP?
A síndrome dos ovários policísticos (SOP) é uma doença crônica, ocasionada por um distúrbio hormonal considerado comum. O principal sintoma é a presença de cistos na região dos ovários, o que faz com que o ovário aumente de tamanho significativamente. Outros sintomas clínicos são irregularidade no ciclo menstrual, acne, hirsutismo (aumento da quantidade de pelos), tendência a obesidade e diabetes.
A SOP pode ainda ser uma das causas de infertilidade feminina, doenças cardiovasculares e apneia do sono (alteração da respiração durante o sono).
Sem cura, o tratamento da síndrome consiste em alteração de hábitos e ingestão de medicamentos de uso contínuo.
FONTE: Ministério da Saúde – Biblioteca Virtual em Saúde.
Ela escolheu usar a fé imediatamente
Não foi apenas Luciana que se revoltou com o diagnóstico. Eduarda estava com 19 anos e cansada daquela situação. Ela ouviu atentamente as explicações e orientações da profissional de saúde, mas, ainda no consultório, decidiu colocar sua fé em ação: “eu disse para a médica que não precisava me passar nenhum medicamento e pedi um novo ultrassom, já com a intenção de refazer o exame e saber que eu não teria mais nada”.

Eduarda frequenta a Universal desde a infância e, naquele momento, pensou: “se Deus cura doenças maiores, por que Ele não me curaria? Por que eu teria que aceitar e conviver com aquela doença?” Foi quando passou a usar a Fé todos os dias para buscar a cura. Quando o pastor orava pela saúde, ela colocava a mão no local próximo ao afetado e determinava o restabelecimento de sua saúde.
Eduarda nunca duvidou de que obteria a cura usando sua fé: “me lembro que em uma reunião bebi a água consagrada, recebi uma oração e na hora senti como se o local estivesse queimando”.
Aos 21 anos, enfim, chegou a hora de constatar a cura. E o melhor é que a resposta veio antes do laudo clínico. Ela conta o que ocorreu: “durante a realização do exame, a médica que fazia a ultrassonografia questionou o motivo de eu estar lá e relatei. Então ela disse que eu não tinha nada, não tinha ovários policísticos e parecia que eu nunca tivera”.

Eduarda se recorda desse momento com alegria. Afinal, ela escolheu usar a fé crendo que esse seria o melhor tratamento e obteve a cura que a medicina disse que seria impossível.
A Corrente pela cura
O diagnóstico e o tratamento devem ser informados por um profissional de saúde e o paciente precisa respeitar as orientações recebidas, mas, mesmo quando a medicina já não pode solucionar o problema, o uso da fé é indispensável para se obter a resposta desejada. Eduarda se cansou dos analgésicos e anti-inflamatórios, decidiu por si mesma dar uma basta na situação e buscou a cura no poder de Deus.
O Bispo Misael Silva, responsável pela Corrente dos 70 no Templo de Salomão, em São Paulo, diz que, “em muitos milagres realizados, o Senhor Jesus fez questão de dizer ao recém-curado ‘a tua fé te salvou’. Essa afirmação revela que o milagre está disponível para todos, desde que a pessoa creia por meio da fé e revele isso em atitudes. É para isso que realizamos a Corrente dos 70: para que a pessoa venha e manifeste sua fé em prol do milagre”.
Se você quer usar a fé e determinar sua cura ou a de um ente querido, compareça à Corrente dos 70. As reuniões acontecem todas as terças-feiras, no Templo de Salomão, às 10h, 15h e 20h. Ou, participe em uma Universal mais próxima de sua casa. Clique aqui e encontre um endereço.
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