"A médica me disse: 'quando te vi pela primeira vez, quis chorar de desespero porque não sabia o que fazer'”
Ao descobrir um tumor, Paloma Santos, de apenas 25 anos, já sabia o fim de sua história
“Crer em Deus quando tudo está bem, é fácil, mas crer em Deus quando tudo vai mal é muito difícil” foi a frase que ecoou do Altar, em uma tarde de terça-feira, e marcou o início do maior desafio da vida da assistente administrativo Paloma Santos, de 28 anos. Horas antes, ela tinha passado por uma consulta de rotina e saiu de lá com encaminhamentos para realizar exames clínicos e para uma consulta com uma especialista (mastologista).

Há algum tempo, Paloma sentia desconforto na região das mamas, dores e “também começou a sair uma secreção da minha mama direita. Eu achava que não fosse nada. Pesquisei sobre isso e os conteúdos mostraram que poderia ser apenas por causa de hormônios”, lembra. Após a consulta de rotina – na qual ela nem trataria do desconforto –, ela foi encaminhada para uma mastologista e teve de fazer ultrassonografias, mamografia e biópsia.
Ela achou os pedidos médicos estranhos, mas não desconfiou de nada. “Nunca passou pela minha cabeça que pudesse ser algo sério”, conta, até que chegou o diagnóstico de câncer HER2 triplo negativo na mama direita em grau 3, com aproximadamente 7cm.
Segundo a Sociedade Brasileira de Mastologia, é rara a incidência de câncer de mama em mulheres jovens: “no Brasil, em mulheres com menos de 35 anos, a incidência está entre 4% e 5% dos casos”, sendo mais comum em mulheres com mais de 50 anos. Além disso, o tipo de tumor de Paloma é considerado um dos mais agressivos e com grande incidência de metástase (quando o câncer se espalha para outras regiões).
Paloma sabia que nenhum tratamento médico poderia lhe garantir a cura e afirmou: “doutora, vou fazer tudo o que a senhora está me pedindo, mas já sei de uma coisa, que é como essa história vai terminar. É Deus que vai me curar!”
Câncer de mama:
Esse tipo de câncer é uma doença causada pela multiplicação desordenada de células anormais na mama. Elas formam um tumor com potencial para atingir outros órgãos. No Brasil, esse é o tipo de câncer que mais causa mortes nas mulheres.
O sintoma mais comum é o aparecimento de nódulos na região das mamas. Dependendo do estágio do câncer, o tratamento pode incluir quimioterapia, radioterapia, hormonioterapia, terapia biológica e cirurgia para remoção dos tumores.
Fonte: Instituto Nacional de Câncer (INCA).
Obediência e fé
Por nove meses, paralelamente ao tratamento clínico, Paloma usou sua fé por meio de seus votos, propósitos, jejuns e orações. Antes da primeira sessão de quimioterapia, por exemplo, ela pegou a garrafa com a água consagrada na campanha da água do tratamento e tomou três goles antes de ir para a clínica. “Eu disse para Deus que estava indo, mas que aquela água seria o meu verdadeiro remédio diariamente”.
Ela também fazia questão de falar que o câncer tinha escolhido o corpo errado e mantinha a fé na cura.
Enquanto fazia o tratamento, ela aproveitou para falar de Deus para outros pacientes e para a equipe médica: “eu pude conversar com as pessoas e apresentar minha fé”.
Mesmo lidando com efeitos colaterais como fraqueza e perda de cabelo, ela continuou frequentando as reuniões na Igreja, o Grupo Força Jovem Universal (FJU) e as aulas do Curso Preparatório para Obreiros (CPO).
Tempo de milagres
Antes da cirurgia para a retirada da mama, novos exames foram necessários e o resultado foi uma surpresa: nenhum tumor foi detectado. O milagre já tinha acontecido, “mas, para a medicina, clinicamente, algo tão grave não poderia ser descartado simplesmente por um exame. Então, a cirurgia foi marcada”.
Confiando em Deus e na cura total, Paloma cumpriu sua palavra de obedecer à orientação médica. Os laudos pós-cirurgia confirmaram que não havia mais câncer e que não houve metástase. O próprio laudo diz que Paloma “apresentou resposta clínica impressionante”. Além disso, ela não ficou com nenhuma sequela das sessões de quimioterapia e de radioterapia.
A mastologista que a acompanhou durante o processo lhe disse: “Paloma, quando te vi pela primeira vez, quis chorar de desespero porque não sabia o que ia fazer com você”. Ela lembrou a médica de que Deus foi o Autor do milagre e, juntas, comemoraram o cumprimento da promessa dEle de que “essa doença não é para morte, mas para a glória de Deus” (João 11.4).
Fé e milagres
Paloma colocou sua fé em ação de diferentes formas como, por exemplo, tomando da água do tratamento consagrada na Universal.
O Bispo Misael Silva, responsável pela Corrente dos 70 no Templo de Salomão, em São Paulo, explica que a água, por si só, é condutora de vida e, quando apresentada a Deus, ela também se torna condutora de saúde: “não há ninguém, médico ou especialista, melhor do que Deus, o Autor da Vida, para restaurar a saúde. E, pela nossa fé, Ele pode transformar uma simples água no remédio dos Céus, um remédio feito pelas Mãos dEle e capaz de fazer milagres”.
Se você ou algum ente querido enfrentam um problema de saúde, seja físico, emocional ou espiritual, participe da Corrente dos 70, que acontece às terças-feiras, em toda Universal.
No Templo de Salomão, as reuniões acontecem às 10h, 15h e 20h. Ou, participe em uma Universal mais próxima de sua casa. Clique aqui e encontre um endereço.
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