Sem previsão para sair da UTI

O que parecia apenas uma gripe, na verdade era algo mais grave e levou a jovem Yasmin Jesus a uma internação sem previsão de alta, mas a Fé reverteu a situação de saúde dela

Imagem de capa - Sem previsão para sair da UTI

Era um dia como outro qualquer na vida da estudante Yasmin do Nascimento Jesus, de 15 anos. Ela estava se sentindo bem e seguia sua rotina normalmente, mas algo aconteceu: “eu fui tomar banho e, quando saí do banheiro, comecei a me sentir muito mal, com uma dor forte no corpo, muita falta de ar e tontura. Achei que fosse só uma gripe e que logo passaria e, então, me deitei no sofá”.

Alguns minutos depois, sua mãe, a autônoma Rosilene Lindolfo do Nascimento Jesus, de 46 anos, chegou em casa e, ao ver a filha deitada no sofá, inicialmente também pensou que se tratasse apenas de um resfriado, mas, quando constatou que a respiração dela estava “pesada” e que ela mal conseguia falar, a levou imediatamente ao hospital. Ela não imaginava a gravidade da situação de saúde da filha.

Ao chegar no hospital, Yasmin já foi levada para a Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) e, depois de realizar uma bateria de exames, saiu o diagnóstico que surpreendeu os médicos. “Fizeram um raio X e viram que o pulmão dela estava em um estado horrível.

Eu escutei a seguinte frase de um dos médicos: ‘mãezinha, em tanto tempo de trabalho como médico, nunca vi isso. O pulmão dela está muito manchado, até parece que foi arremessado contra a parede’”, diz Rosilene. Yasmin estava com broncopneumonia.

Em estado grave e correndo risco de morrer a qualquer momento, segundo relata sua mãe, os médicos não tinham boas previsões para Yasmin. “Todas as vezes que os médicos vinham era para dizer palavras negativas. Eles não tinham previsão de melhora nem previsão da saída dela da UTI. Chegaram até a dizer que ela teria que ser intubada e que ficaria com muitas sequelas, como falar com dificuldade e que precisaria usar bombinhas e medicamentos por tempo indeterminado.”

Yasmin ficou desacordada por dois dias e quando acordou estava com falta de ar e dor de cabeça. Ela afirma que em alguns momentos pensou que morreria. “Os médicos acharam que eu não sairia daquela situação porque meu pulmão estava muito comprometido”, ressalta.

O recurso da fé
Rosilene afirma que no caminho para o hospital, vendo o estado da filha, ficou o tempo todo em oração e que sempre que ouvia os prognósticos negativos da parte da equipe médica não os aceitava, repreendia o problema em seus pensamentos e determinava que a filha seria curada. “Eu repreendia tudo isso em espírito de oração e cada vez as notícias do quadro da Yasmin vinham piores, até o momento que falaram que iam intubá-la, pois a saturação dela caiu. Quando saíram para providenciar a intubação, eu entrei no banheiro, dobrei os meus joelhos e fiz uma oração sincera a Deus. Ao me levantar, já tive ali a certeza de que Deus tinha me ouvido”, destaca.

A resposta veio para Rosilene quando a equipe descartou a hipótese de intubar Yasmin, mas, mesmo assim, sua postura de fé não parou naquela oração. “Nos primeiros dias a Yasmin não podia em hipótese nenhuma ficar sem acompanhante e eu não saía do hospital. Então, Larissa, minha filha mais velha, ia às reuniões na Universal com a foto da Yasmin e se mantinha sempre em constante oração.”

Uma semana depois da internação e de a mãe e a irmã usarem a fé, Yasmin apresentou uma melhora tão rápida que deixou os médicos surpresos. Rosilene revela que eles comentavam que aquilo era um milagre e que ela tinha renascido.

A recuperação da jovem foi rápida e progressiva e, contrariando a previsão de falta de data para sua saída da UTI, em três semanas Yasmin recebeu alta. Recentemente, fez um ano que ela viveu todo esse drama e esclarece como foi aquele período para ela: “eu sabia que Deus não me desampararia e foi por isso que comecei a apresentar melhoras, que foram resultado da minha fé e da fé da minha mãe e da minha irmã. Depois de tudo que passei, hoje tenho boa saúde. Os médicos disseram que eu teria várias sequelas, o que não aconteceu porque Deus tinha planos maiores e melhores para mim”, celebra. A mãe dela também comemora: “quando olho para minha filha hoje, vejo um verdadeiro milagre, que para Deus não há impossível e que a todo momento Ele esteve ali”.

Se você ou alguém da sua família está enfrentando uma doença, participe, na terça-feira, da Corrente da Cura. No Templo de Salomão, em São Paulo, acontece a Corrente dos 70. Os horários são às 10h, 15h e 20h. Você também pode participar em uma Universal mais próxima.

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Autor

Núbia Onara / Fotos: Demetrio Koch e arquivo pessoal