Alguém ainda acredita em pesquisa eleitoral?
Os milhões de brasileiros que saíram às ruas no dia 7 de setembro para marcar posição com o presidente Jair Bolsonaro e as filas de votação em todo o Brasil, com a maioria de pessoas vestidas de verde e amarelo, demonstrando que não votam no candidato da esquerda, eram sinais claros de que as pesquisas não correspondiam à realidade.
Há muitas variantes que devem ser consideradas e receberem a devida atenção para que o povo brasileiro não fique refém da esquerda comunista que quer voltar a capturar os cofres públicos, desta vez com um Lula na versão ódio e rancor por ter sido jogado para trás das grades pelos muitos crimes aos quais ainda responde perante a Justiça Criminal.
O povo brasileiro precisa estar atento para o uso nada republicano das pesquisas de intenção de votos. Alguém ainda acredita em pesquisa eleitoral? Ficou claro que são usadas para influenciar a opinião pública, como manipuladoras a serviço de um lado do espectro, o qual já deu provas suficientes de que pouco se importa com este país, a não ser com seus próprios interesses ideológicos, entre os quais manter o povo cativo.
Cerca de nove pesquisas indicavam que Jair Bolsonaro pontuava muito mal nas intenções de voto. O Datafolha pontuou 33%. O Ipec 31%. No entanto o presidente Bolsonaro teve mais de 43% dos votos nas urnas. Isso comprova que as pesquisas foram usadas como muleta para levar Lula ao segundo turno.
O Congresso Nacional precisa colocar na pauta a discussão sobre a CPI para investigar os institutos de pesquisas, pois, da forma como estão sendo usados, estão ameaçando a estabilidade da democracia. Influenciar de forma maliciosa as eleições gerais é crime de lesa-pátria, pois destrói o Estado Democrático de Direito e fere de morte o nosso sistema democrático.
Essas eleições gerais foram marcadas pelos contrastes. Enquanto a maioria dos brasileiros saiu às urnas para votar vestidos de verde e amarelo, declarando apoio ao presidente Bolsonaro, a mirrada militância do PT estava acuada e silenciosa.
Nas eleições nos Estados, o presidente Bolsonaro elegeu quase todos os seus aliados, candidatos a governador, e também os concorrentes ao Senado. Não faz sentido um eleitor votar no candidato do presidente e não votar no presidente.
Chamou a atenção as redes sociais darem ampla divulgação à comemoração que uma penitenciária fez quando Lula passou Bolsonaro na contagem de votos. Não há surpresas porque Lula é um egresso do sistema penal, onde cumpriu pena pelos crimes pelos quais fora condenado, e ainda continua sendo investigado por muitos outros. Se o Brasil fosse um país sério e o Poder Judiciário fosse um pouco mais célere, Lula ainda estaria na prisão cumprindo pena.
Era para Lula estar com os direitos políticos cassados ou ter sido banido da vida pública, mas, infelizmente, por causa da confusão de entendimentos e decisões judiciais e as muitas brechas existentes no processo penal, que privilegia e favorece pessoas como Lula, ele ainda está por aí vendendo sonhos ilusórios e enganando a muitos incautos e pseudoletrados.
A turma que o segue não enxerga que está cometendo o mesmo erro que os jovens venezuelanos cometeram ao eleger Hugo Chávez na Venezuela. Hoje seus filhos estão fugindo do governo esquerdista ditatorial que foi instalado no país, que oprime as pessoas, viola a liberdade de expressão e está colapsando a economia.
Lula ganhou expressiva votação no Norte e Nordeste do Brasil. Ele sabe do sofrimento e do descaso a que essas regiões pobres do País estão relegadas há séculos e sabe vender sonhos como ninguém. Ele usa o discurso da pobreza em seu favor. Boa parte do povo brasileiro tem memória curta: não se lembra que quando ele e sua trupe estavam no poder, sem pandemia nem guerra internacional, pouco fizeram para mudar a vida das pessoas sofridas, que vivem em meio à pobreza nessas regiões.
Mas a verdade é que Bolsonaro, mesmo com pandemia e uma guerra na Europa, não deixou o País parar. Ele manteve empregos formais e indiretos. Fomos o país que se recuperou mais rápido das consequências da crise sanitária que assolou o mundo. No segundo turno, essas e outras pautas serão mais bem trabalhadas e comunicadas nessas localidades e o Brasil mais uma vez vai decidir nas urnas que não quer ser governado pelo socialismo, até porque esse modelo de governo não deu certo em nenhum lugar no mundo.
Denis Farias é advogado, professor e consultor jurídico.
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