Saúde Mental e Emocional
As pessoas que frequentam igrejas regularmente, e fazem algum serviço religioso, têm uma vida mental e emocional mais saudável e estável
A Gallup Poll Social Series (GPSS), que trabalha com pesquisas de opinião pública, destinadas a monitorar as opiniões dos adultos nos Estados Unidos sobre vários tópicos sociais, econômicos e políticos, revelou algo que os governantes já deveriam saber: as pessoas que frequentam igrejas regularmente, e fazem algum serviço religioso, têm uma vida mental e emocional mais saudável e estável. E nem mesmo a pandemia e o Lockdown abalaram o estado metal e espiritual dessas pessoas. Por qual motivo elas obtêm essa vantagem sobre as demais?
A pesquisa foi publicada no site https://news.gallup.com/poll/327311/americans-mental-health-ratings-sink-new-low.aspx no dia 07 de dezembro em Washington, D.C. A averiguação foi articulada por Megan Brenan, consultora de pesquisa da Gallup e bacharela em ciências políticas, pelo College of the Holy Cross, Worcester, Massachusetts. A cada ano, desde 2001, a Gallup elabora pesquisa junto aos americanos para mensurar se o bem-estar mental ou emocional é excelente, bom, razoável ou ruim.
Segundo Megan, a pesquisa constatou que pessoas frequentadoras regulares de igreja mostram menos mudanças na saúde mental. Nesse ano, o levantamento foi feito no período de 5 a 19 de novembro. Embora a maioria dos adultos norte-americanos continuem classificando sua saúde mental como excelente (34%) e boa (42%), e apenas uma minoria a classifica como razoável (18%) ou ruim (5%), as últimas avaliações excelentes são oito pontos mais baixos do que o Gallup mediu nos anos anteriores.
Uma pesquisa feita pela Gallup em abril descobriu que, embora a maioria dos americanos dissesse que poderia continuar seguindo as diretrizes de distanciamento social enquanto necessário – para evitar problemas com saúde física e situação financeira – menos da metade já havia sinalizado que a saúde mental fora afetada. Além disso, em abril, as avaliações de vida dos adultos nos EUA caíram muito, comparada com o período durante a Grande Recessão em 1929.
Mas o fato curioso é que a queda na avaliação positiva dos americanos, sobre seu bem-estar mental e emocional, varia entre certos subgrupos demográficos, tais como: Mulheres, Republicanos, independentes, frequentadores de serviços religiosos, adultos brancos, solteiros, adultos mais velhos e americanos de baixa renda. As avaliações dessas categorias sobre sua saúde mental como excelente caíram dois dígitos desde 2019. Os frequentadores assíduos de igreja foram um dos que mostram a menor mudança em suas avaliações de saúde mental.
Além de mulheres e democratas, americanos de baixa renda, jovens adultos, solteiros e aqueles que raramente ou nunca vão a serviços religiosos têm as classificações mais baixas, no quesito excelente. Esses padrões demográficos têm sido consistentes nos últimos 20 anos.
No artigo intitulado de The Right to Privacy, de autoria dos juízes da Suprema Corte dos Estados Unidos, Samuel Warren e Loius Brandes In: Harvard Law Review, Vol. 4, N. 5 (Dec. 15, 1890), p. 193-220, eles já haviam constatado que as mudanças sociais, políticas e econômicas, que a evolução humana passou através dos tempos, trouxeram novos paradigmas para mensurar direitos e deveres. Houve, portanto, entendimento sobre a natureza espiritual, o intelecto e sobre os sentimentos, que constituem a expressão da alma humana, que habita no corpo físico do homem e da mulher. E esses sentimentos e a mente humana tem necessidades para serem atendidas e protegidas, tanto quanto o corpo físico
Eis o motivo que a pesquisa constatou que as pessoas que frequentam igrejas têm mais estabilidade e saúde mental e emocional: é na igreja que as pessoas recebem a Palavra de Deus, onde buscam a presença do Espírito Santo, e isso as deixa com força, fé e esperança para superar as adversidades da vida, deixando-as com paz de espírito, e a alma confortada. Portanto, deve ser assegurado o direito que todos têm de ir e vir à igreja de sua preferência. Isso comprova que a igreja presta um serviço essencial para a sociedade. Ela consegue atender o que o Estado – com todo o seu aparato – não consegue suprir, que é o fortalecimento e conforto da alma e do espírito.
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