O desejo de Deus em produzir maravilhas na vida humana
Mas, nem sempre isso tem sido visto. A razão? Bispo Edir Macedo esclareceu, durante reunião em Portugal. Confira
“Provas… é isso que esperam as pessoas que, de fora, observam a vida de quem crê em Deus. Querem ver, de forma prática, a diferença na vida de quem professa a fé em Cristo”.
Foi com base nesta realidade que o Bispo Domingos Siqueira, atual responsável pelo trabalho da Universal em Portugal, deu início a uma reunião recente de quarta-feira, denominada “Escola da Fé Inteligente”, que leva sempre ensinamentos com base no crescimento espiritual do ser humano.
Lendo a passagem descrita em Êxodo, o Bispo Domingos realçou o desejo de Deus em produzir maravilhas na vida humana, de forma que, as mesmas, sejam visíveis em toda a terra:
“Então disse: Eis que Eu faço uma aliança; farei diante de todo o teu povo maravilhas que nunca foram feitas em toda a terra, nem em nação alguma; de maneira que todo este povo, em cujo meio tu estás, veja a obra do Senhor; porque coisa terrível é o que faço contigo.” (Êxodo 34.10)

A solução vem de Deus
Em seguida, o Bispo Edir Macedo deu continuidade à Palavra, dirigindo-se a todos os sofridos que ali se encontravam, revelando que existe, sim, uma solução para a vida miserável que muitos têm vivido.
“Existem muitas pessoas que vivem mal, comem mal, dormem mal… ou seja, elas vivem o verdadeiro significado de maldição, que é carregar o mal dentro de si. Muitas destas pessoas até acreditam em Deus, são fiéis na igreja, vivem uma vida religiosa, caridosa, não fazem mal a ninguém, mas nem o dinheiro ajuda a resolver os seus problemas. Simplesmente, elas não compreendem o motivo da maldição nas suas vidas”, revelou o Bispo.
Na sequência, o Bispo convidou os que estavam nestas condições a aproximarem-se do Altar, acrescentando que a única forma de as pessoas se livrarem da maldição é livrando-se do pecado.
Todavia, o Bispo, também acrescentou que a maldição já foi carregada pelo Senhor Jesus na cruz, pois foi Ele quem pagou o preço para que fôssemos livres. Porém, tal como o Senhor Jesus pagou o preço, Ele também espera receber, que é a entrega da nossa vida em troca. E é, precisamente, na vida daquele que não se entregou a Ele que a maldição ainda prevalece.
“É algo racional, não emotivo, ou seja, tem que haver uma aliança, um casamento com Deus, por isso, se chama sacrifício. Jesus tem que ser O primeiro na sua vida, é tudo por tudo”, revelou o Bispo, antes da oração.

Entrega verdadeira
A quem se propôs a essa entrega verdadeira, o Bispo assegurou que o Espírito Santo iria fazer de si a própria bênção, preenchendo a pessoa com a Sua Plenitude. Esta é a única forma de remover a maldição, de destravar a vida de tantos que têm vivido num impasse.
O Bispo Macedo alertou ainda que existem decisões que são para a eternidade e era disso que se tratava naquele momento.
Seguiu-se, então, a busca do Bem Maior, o Espírito Santo, para que o momento fosse mais do que completo, fosse pleno.
Sentindo-se renovados e imbuídos de um novo Espírito e da paz interior, todos seguiram para os seus lares, após a oração final, certos de que uma nova existência daquela noite em diante.

25 de dezembro: A Santa Ceia do Senhor
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(*) Com informações da Universal Portugal
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