“Aprendi que não basta somente usar a fé, é preciso permanecer nela todos os dias”
Roberta Magalhães não se intimidou com o diagnóstico de Miguel, seu filho, e lutou pela saúde dele
Roberta Matheus Magalhães, (foto abaixo) de 27 anos, sempre foi uma mãe atenta à saúde do filho, Miguel Seabra Magalhães, que hoje tem 5 anos. Em 2017, ela o levou ao pronto atendimento médico ao notar que ele estava aparentemente gripado. O menino, que foi diagnosticado com virose, foi medicado e depois voltou para casa. Dois dias depois, o quadro dele piorou e Roberta o levou novamente ao médico. Exames mostraram que Miguel estava com uma bactéria no pulmão, consequência de uma pneumonia. Ele logo foi internado, como lembra Roberta: “naquele momento eu perguntei se tinha alguma previsão de alta, porque eu ainda não tinha entendido a gravidade do problema.
O médico disse que não tinha e que ele faria tudo para que Miguel ficasse bem.”
Essas palavras assustaram Roberta, que fez uma oração imediatamente. “Falei para Deus que eu não aceitava perder meu filho na cama de um hospital e assim que terminei de orar tive a certeza de que Miguel ficaria bem. A verdade é que eu não tinha ideia de que teria de passar por tantas experiências com Deus”, afirma ela, que frequenta a Universal desde a infância.

Tratamento intensivo
O quadro de Miguel se agravou e ele foi encaminhado para a Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) com derrame pleural. A médica informou que seria necessário drenar o pulmão do menino. Roberta não concordou com a realização do procedimento. “Os médicos não me entendiam, achavam que eu fosse louca, que eu queria que meu filho morresse, mas minha fé me dizia que ele não ia precisar fazer aquilo para sobreviver.”
Miguel passou a tomar antibióticos e a fazer uso de vários aparelhos para medir sua respiração e seu oxigênio. Todos os dias era feito um novo raio X, mas a situação do menino não melhorava. Diante daquele quadro, Roberta decidiu fazer um voto com Deus no Altar.
“Sacrifiquei tudo crendo na resposta de Deus.”
Miguel ainda permaneceu na UTI por cinco dias, sem mudanças no quadro clínico. “O médico não entendia como isso não interferia no aspecto físico do Miguel. Meu filho não sentia mais dores e não precisava mais das máquinas para respirar. Aos poucos, ele foi melhorando até que recebeu alta.”

Foram 21 dias de internação. Roberta explica que tirou um grande ensinamento dessa experiência. “Vi crianças morrerem nos quartos ao lado e a tristeza em cada olhar, mas permaneci olhando para Deus, confiei sem entender nada. Aprendi que não basta somente usar a fé, é preciso permanecer nela todos os dias. ”
Cura
Roberta continuou levando o filho para acompanhamento médico e o especialista garantiu que Miguel não tinha mais nada. Ainda assim, ela refez os exames para se certificar. “O médico reconheceu que meu filho esteve muito ruim, passou por tudo aquilo, mas que estava curado. Ele afirmou que era impressionante ver o progresso rápido do Miguel.”
Miguel é saudável e não precisa usar nenhum medicamento. A história dele nos traz uma grande lição: mesmo servindo a Deus, Roberta não foi poupada de passar por um desafio, um obstáculo em sua vida. Mas, apesar dos dias difíceis, o problema do seu filho serviu para fortalecer ainda mais a fé e crença dela em Deus.
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