Obreiros em Foco: o que realmente agrada a Deus?

Bispo Adilson Silva explica por que a maior oferta que uma pessoa pode entregar a Deus é a própria vida

Imagem de capa - Obreiros em Foco: o que realmente agrada a Deus?

No programa Obreiros em Foco desta terça-feira (1), o Bispo Adilson Silva e os Pastores Flávio Gonçalves e Clóvis Lages abordaram uma questão fundamental para quem serve a Deus: o que realmente agrada a Ele?

  • Para responder, eles relembraram o exemplo de Judas Iscariotes. Ele fez parte do grupo dos discípulos e participou da missão de anunciar o Evangelho. Ainda assim, sua proximidade com as coisas de Deus não significou uma entrega verdadeira da própria vida.

A reflexão, portanto, chamou atenção para uma diferença importante: mais do que aquilo que uma pessoa faz na Obra de Deus, é necessário avaliar quem ela é e como está sua vida diante dEle.

A maior oferta é a própria vida

Com base no Salmo 116, o Bispo Adilson explicou que “tomar o cálice da salvação” está relacionado à decisão de renunciar à própria vontade para fazer a vontade de Deus. O Senhor Jesus demonstrou essa mesma disposição ao dizer: “Não se faça a minha vontade, mas a tua”.

  • Nesse sentido, dízimos, ofertas, evangelização, louvor e o serviço na Obra de Deus têm seu valor. No entanto, nenhuma dessas atitudes substitui a entrega da própria vida ao Senhor.

Durante o programa, os participantes também alertaram para o risco de se deixar enganar e acabar colocando conquistas, dinheiro, carreira ou até mesmo relacionamentos acima daquilo que é mais importante: a salvação da própria alma.

O que realmente precisa ser guardado

A reflexão reforçou que a salvação não pode ser colocada em segundo plano diante das conquistas, responsabilidades ou atividades do dia a dia. Afinal, para quem serve a Deus, é necessário cuidar não apenas do que faz, mas também da própria vida espiritual.

  • Essa realidade também pode ser observada na história de Shirley Presse, apresentada durante o programa. Depois de permanecer afastada por quase 16 anos e enfrentar um longo período de sofrimento, ela encontrou um caminho de volta para Deus.

A história de Shirley mostra, na prática, que o mais importante não é apenas permanecer envolvido com atividades religiosas, mas cuidar da própria relação com Deus e da salvação.

Confira a história completa abaixo:   

imagem do author
Autor

Redação / Foto: iStock