Dor de cabeça: Um problema que não deve ser ignorado
As cefaleias atingem cerca de 40% da população mundial e podem ter diversas causas
Boa parte das pessoas já enfrentou ao menos um episódio de dor de cabeça. As cefaleias afetam cerca de 40% da população mundial, o equivalente a 3,1 bilhões de pessoas, sendo mais frequentes entre as mulheres, segundo dados divulgados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) com base em estimativas referentes a 2021. Os transtornos de dor de cabeça estão entre as condições neurológicas mais comuns no mundo, ainda de acordo com a OMS.
Milhões de brasileiros afetados
No Brasil, dados apresentados em um webinário da Associação Nacional de Medicina do Trabalho (ANAMT), em 2025, apontam que cerca de 34 milhões de brasileiros convivem com enxaqueca.
Os principais gatilhos das cefaleias
Apesar de serem bastante frequentes, as cefaleias não devem ser encaradas como algo normal, principalmente quando são recorrentes e passam a comprometer a rotina e a qualidade de vida. O neurologista Sergio Jordy explica que as causas variam de acordo com cada caso. “Os principais gatilhos incluem estresse, noites mal dormidas, jejum prolongado, desidratação, consumo excessivo de cafeína e álcool, alterações hormonais, determinados alimentos, odores fortes, excesso ou falta de atividade física, exposição prolongada às telas e até outras doenças”, detalha.
A prevenção começa na rotina
Segundo o neurologista, a melhor forma de prevenção é adotar um estilo de vida saudável, com uma rotina equilibrada de sono, alimentação adequada, controle do estresse e atenção aos fatores que podem desencadear as crises. No entanto, ele alerta: “As dores de cabeça frequentes, intensas ou acompanhadas de outros sintomas exigem avaliação médica, sendo fundamental procurar um neurologista para um diagnóstico correto e um tratamento adequado”.
Para entender melhor o que é a cefaleia, seus principais tipos, como ela se manifesta e quais cuidados devem ser adotados, confira abaixo.
Quando buscar ajuda por meio da fé
Na Bíblia Sagrada, há relatos de enfermidades com origem espiritual. Um exemplo é o da mulher que permaneceu curvada por 18 anos, até ser curada por Jesus (Lucas 13:11-13).
O Bispo Rafael Cavina, responsável pelas reuniões de Cura que ocorrem às terças-feiras no Templo de Salomão, em São Paulo (SP), explica que nem todo sintoma deve ser interpretado como uma manifestação espiritual. No entanto, quando o sofrimento persiste mesmo após o tratamento médico e vem acompanhado de opressão, medo ou outros sinais espirituais, a pessoa também deve buscar ajuda por meio da fé.
Segundo ele, o caminho mais equilibrado é unir fé e responsabilidade. Isso significa manter o acompanhamento médico, realizar os exames necessários e, ao mesmo tempo, fortalecer a vida espiritual. “Não existe conflito entre confiar em Deus e utilizar os recursos que Ele permite por meio da ciência. Deus é o Criador do corpo e da alma e cuida do ser humano por completo. A verdadeira sabedoria para vencer um problema de saúde está em unir discernimento espiritual, responsabilidade e confiança em Deus”, conclui.
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