Podcast ‘Ora Pois’ estreia com relatos inéditos de Dona Ester Bezerra

No primeiro episódio, ela compartilhou experiências que marcaram sua caminhada de fé e sua vida em família

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O primeiro episódio do podcast “Ora Pois – Há conversas que não são para depois”, apresentado por Núbia Siqueira e Luísa Teixeira, trouxe relatos inéditos de Dona Ester Bezerra sobre sua trajetória, revelando experiências que não foram contadas no livro A Dama da Fé. 

Ao longo da conversa, ela compartilhou lembranças da infância, falou sobre o início da Obra de Deus ao lado do Bispo Edir Macedo e deixou ensinamentos sobre fé, família, maturidade e envelhecimento. 

As primeiras lembranças da infância

Dona Ester relembrou que teve uma infância feliz ao lado dos pais e dos sete irmãos. Muito tímida, encontrou na Escola Dominical importantes ensinamentos bíblicos, especialmente por meio da história de José, filho de Jacó. 

Em seguida, ela contou que conheceu o Bispo Edir Macedo por intermédio de uma tia, responsável por apresentar o casal e confeccionar seu vestido de noiva. Segundo ela, a postura decidida e corajosa dele chamou sua atenção desde o primeiro momento. 

O propósito de servir a Deus 

Durante a entrevista, Dona Ester explicou que, quando o Bispo decidiu dedicar-se integralmente à Obra de Deus e iniciar as reuniões evangelísticas nas ruas, ela permaneceu por um período na igreja onde os dois haviam se convertido. 

No entanto, os testemunhos das pessoas alcançadas pelo trabalho evangelístico despertaram nela o desejo de participar daquela missão.

“Eu lembro que aqueles testemunhos me faziam pensar: ‘Eu não posso ficar de fora disso. Eu tenho que fazer parte disso’.” 

Naquele período, enquanto o Bispo evangelizava, Dona Ester assumiu os cuidados das filhas. Segundo ela, essa divisão de responsabilidades fazia parte do propósito que ambos haviam assumido para servir a Deus.

A saber, veja os destaques na rede social do programa:

Os desafios da caminhada 

Com o crescimento da Obra, vieram também as perseguições. Dona Ester afirmou que sempre enxergou aquelas lutas como espirituais e, por isso, procurava ser um apoio para o marido, evitando levar até ele problemas que pudessem aumentar sua preocupação. 

Além disso, relembrou o período em que viveu nos Estados Unidos e as dificuldades enfrentadas nas viagens missionárias, marcadas por cansaço, mudanças de fuso horário e idioma.

Ainda assim, ela destacou que todo esforço é recompensado ao ver vidas sendo transformadas. 

A fé em cada fase da vida 

Ao falar sobre envelhecimento, Dona Ester afirmou que a fé é o recurso para vencer as dificuldades. Segundo ela, o Espírito Santo concede domínio próprio, sabedoria e paz para enfrentar cada etapa da vida. 

Ela contou ainda que, com o passar dos anos, abriu mão de alguns cuidados ligados à vaidade como uma oferta voluntária a Deus.

Maturidade no casamento e na vida 

Além disso, outro tema abordado foi a responsabilidade dentro da família. Dona Ester afirmou que sempre teve objetivos bem definidos e que, ao se casar, assumiu conscientemente seu papel de esposa e mãe, sem permitir que as dificuldades a afastassem desse compromisso. 

Na avaliação dela, muitas jovens ainda enfrentam dificuldades para assumir as responsabilidades da vida adulta. Por isso, deixou um conselho para mulheres de todas as idades.

“O que eu digo para as jovens é: seja madura. Assuma a sua idade. E as senhoras também assumam que estão envelhecendo.” 

Dessa forma, para Dona Ester, envelhecer faz parte da vida e chegar à velhice é um privilégio para quem vive em comunhão com Deus. 

Pingue-pongue com Dona Ester

Por fim, no encerramento do episódio, Dona Ester Bezerra respondeu a uma série de perguntas rápidas e compartilhou curiosidades sobre sua rotina, preferências e aprendizados ao longo da vida. 

  • Um momento inesquecível? 

O primeiro dia da inauguração da Igreja na Abolição. 

  • Algo simples que a deixa genuinamente feliz? 

Fazer o Bispo Edir Macedo feliz e vê-lo pregando a Palavra de Deus. 

  • Uma comida de que gosta muito? 

Bife com batata frita. 

  • Qual hábito de beleza não abre mão? 

Fazer as unhas. 

  • O que a senhora não gosta de jeito nenhum? 

Perceber que alguém faz algo por ela sem vontade. 

  • Que qualidade mais valoriza em uma pessoa? 

A discrição, especialmente nas mulheres. 

  • O que acha difícil fazer, mas faz mesmo assim? 

Aparecer em público. Segundo ela, nunca gostou de exposição e prefere trabalhar nos bastidores. 

  • O que aprendeu mais tarde na vida e gostaria de ter aprendido antes? 

Depender de Deus em todas as circunstâncias e confiar plenamente nEle.

Não perca

Quem acompanhou o primeiro episódio pode esperar ainda mais histórias e reflexões nos próximos episódios do podcast “Ora Pois – Há conversas que não são para depois”.

Além disso, ao longo da temporada, novos episódios reunirão convidados e abordarão temas voltados para adolescentes, jovens, mulheres, homens e famílias.

A seguir, assista ao programa:

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Colaborador

Sabrina Rodrigues / Foto: reprodução