thumb do blog Núbia Siqueira
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E se a pessoa escolher o erro conscientemente?

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Imagem de capa - E se a pessoa escolher o erro conscientemente?

“Eu gosto do que penso, do que faço, e não mudarei por nada.”

O PECADO de Judá está escrito com um ponteiro de ferro, com ponta de diamante, gravado na tábua do seu coração e nas pontas dos vossos altares; Jeremias 17:1

Uma transgressão não é apenas algo que acontece por acaso. Não é um escorregão, um impulso momentâneo ou o simples fato de estar no lugar errado com a pessoa errada. A Bíblia descreve o pecado como a vontade humana a prevalecer. É o ato de abrigar aquilo que se deseja, de alimentar o que se gosta e de praticar o que se quer. Ainda que isso desagrade a Deus.

E quando o pecado é praticado repetidamente, ele deixa de ser apenas um ato para ser uma marca. Fica gravado no coração com ponteira de ferro, como uma inscrição difícil de remover (Jeremias 17:1).

Mas então surgem perguntas…

  • Como apagar?
  • Como mudar, se aquilo que a pessoa faz de mal, ela faz conscientemente?
  • Como permitir que o erro passe a ser a sua identidade, o seu estilo de vida, por escolha própria?
  • Como ajudar alguém que transformou o pecado no seu modo de falar, de pensar e de ser por dentro?

Há transgressões que nascem da falta de vigilância.

Mas há outras que foram aninhadas com carinho, guardadas no peito e assinadas com a frase:

“Eu gosto do que penso, do que faço, e não mudarei por nada.”

Isso não é tropeço.

É escolher viver no erro.

É escolher brincar com Deus.

E é perder o discernimento de que a conta chegará um dia.

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Colaborador

Núbia Siqueira