Vazio emocional: por que nada parecia fazer sentido para ela

Irritação, ansiedade e preconceito marcaram a fase mais difícil antes de um convite inesperado

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O vazio emocional pode levar a pessoa a viver no automático, escondendo o que sente e irritando-se com qualquer tentativa de aproximação. Esse foi o caso de Stella, que chegou ao fundo do poço sem perceber que a resistência à ajuda da mãe fazia parte do problema. “Eu cheguei à Sessão do Descarrego com depressão e ansiedade, mas odiava a igreja e tinha muito preconceito. Ela falava comigo, e eu não queria nem saber. Eu brigava, era muito nervosa.”

Vazio emocional: quando nada preenche

Mesmo enfrentando crises internas, Stella escondia o que sentia. “Eu fingia que estava bem, porque eu não queria que ninguém perguntasse. “O problema da depressão é que você sente um vazio muito grande e tenta preenchê-lo com tudo, mas a verdade é que nada preenche.”

Ela evitava qualquer tipo de aproximação. “Eu me irritava quando perguntavam: ‘Você tá bem? Precisa de alguma coisa?’ Eu era irritada, nervosa e ansiosa demais.”

A estratégia que mudou tudo

Diante da resistência da filha, Meire percebeu que insistir não ajudava; pelo contrário, afastava ainda mais. “Enquanto eu falava, ela se voltava contra mim e ficava mais difícil.”

Foi então que ela decidiu mudar completamente a abordagem. “Eu parei de falar. Comecei a agir pela fé. Entreguei a Deus e passei a confiar. Em vez de discutir, eu orava.”

Meire deixou de confrontar diretamente e passou a agir de forma silenciosa. “Ela saía e eu dobrava meu joelho. Eu falava: ‘Meu Deus, usa alguém para mostrar a ela o caminho’.”

Essa mudança marcou um ponto de virada silencioso, mas decisivo.

Preconceito, orgulho e resistência

Enquanto isso, Stella continuava resistente, convicta das próprias ideias. Eu falava: “Lá é lugar de gente que faz lavagem cerebral. Eu sou estudada, sei das coisas”.

O preconceito era tão forte que ela rejeitava completamente qualquer convite. “Eu odiava. Não conseguia ouvir. Pra mim, não fazia sentido algum.”

O convite que ela não queria aceitar

A virada não veio da mãe, mas de uma amiga do trabalho. “Ela me chamou para ir. Eu falei: ‘Você vai? Você é tão inteligente’. Olha como eu era.”

Mesmo relutante, Stella acabou cedendo, não por vontade própria, mas pela insistência da amiga. “Eu falei: ‘Vou com você porque você está pedindo muito, mas não quero’.”

Naquele momento, ela ainda estava no fundo do poço. Eu dormia muito, não queria acordar, não conseguia trabalhar direito e não queria dar o braço a torcer.” Foi assim, sem expectativa alguma, que ela decidiu ir pela primeira vez.

Mas, para saber o que aconteceu depois desse dia e como está a vida dela hoje, assista ao vídeo abaixo:

Faça isso:

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Ao meio-dia, a concentração será na Catedral do Brás, na Avenida Celso Garcia, 499 — Brás.

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Colaborador

Rafaella Rizzo I Foto: Reprodução