Perseguição a cristãos avança em 2026
Mais de 300 milhões de seguidores do Senhor Jesus sofrem perseguições por causa da fé, aponta relatório de entidade cristã
Recentemente, na Península Arábica — que inclui Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Omã, Bahrein, Kuwait, Qatar e Iêmen — a mãe proibiu uma adolescente de 16 anos de estudar o Evangelho. A imposição ocorreu pelo fato de a família seguir outra religião, conforme apurado pelo projeto cristão Portas Abertas.
A perseguição que avança pelo mundo
Situações como essa, no entanto, evidenciam uma realidade que não é recente: ao longo da história, muitas pessoas têm sido impedidas de professar sua fé em Jesus.
Anualmente, a entidade divulga a Lista Mundial da Perseguição, que, em sua edição de 2026, divulgada em janeiro, apontou que cerca de 388 milhões de cristãos enfrentam níveis extremos de perseguição em 50 países.
Entre os 15 mais críticos estão Coreia do Norte, Somália, Iêmen, Sudão, Eritreia, Líbia, Nigéria, Paquistão, Irã, Afeganistão, Índia, Arábia Saudita, Mianmar, Mali e China. Nesses locais, a fé cristã é vivida sob forte pressão, restrições e, em muitos casos, violência extrema, podendo levar à morte por causa de Cristo.
Dessa forma, a perseguição cristã não é apenas um dado estatístico, mas uma realidade dura que atinge comunidades em diferentes continentes.
Enquanto, em países com regimes ou contextos extremistas, crer em Jesus ou possuir uma Bíblia pode resultar em violência ou morte, o Brasil, por meio da Constituição de 1988, assegura a liberdade religiosa, ainda que, em alguns casos, haja preconceito.
Esse contraste, portanto, gera reflexão imediata e ressalta um privilégio que muitos acabam ignorando.

No fim dos tempos, muitos apostatarão da fé
Em nações onde há liberdade religiosa, observa-se um fenômeno preocupante: o esfriamento da fé.
Atualmente, é comum ouvir o termo “desigrejados”, indicando pessoas que, embora se considerem cristãs, estão distantes da comunhão com Deus. Para alguns, a fé passou a ser apenas uma tradição familiar ou identidade social.
Entretanto, a Bíblia já alertava para o tempo de apostasia. Em I Timóteo 4:1, diz:
Mas o Espírito expressamente diz que nos últimos tempos apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores, e a doutrinas de demônios;
- Em consideração a esse versículo, o Bispo Edir Macedo, na Bíblia Fiel Comentada, pontua que a apostasia é um fato confirmado e que ocorrerá nos últimos dias.
- Segundo ele, muitos serão iludidos por falsas doutrinas apresentadas por pessoas com aparência de piedade, mas que se afastam da verdade.
- Assim, perder a fé pura na Palavra de Deus significa abrir mão do bem mais valioso para a salvação.
- Abandonar a fé é, na prática, rejeitar o próprio Deus, as Escrituras e Suas promessas.
O valor da fé em tempos difíceis
Diante disso, a comparação é inevitável: enquanto alguns abandonam a fé, outros, mesmo em meio à perseguição, permanecem firmes e ainda fortalecem sua comunhão com Deus, apesar dos riscos.
Com esse propósito, a Igreja Universal realiza, no Ano do Ide, o projeto “Fome da Palavra”, com distribuição gratuita de Bíblias.
Além disso, para conhecer histórias reais de cristãos perseguidos e sua resistência diante das adversidades, é possível assistir, na plataforma UNIVER Vídeo, ao documentário “Senegal – A fé primitiva”.
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