O peso da individualidade na vida a dois
Quando o “eu” fala mais alto que o “nós”, o relacionamento sofre as consequências
Elivelton D’Amato, motorista de 31 anos, e Camila D’Amato, de 28, analista de TI, se conheceram pelas redes sociais. Ambos frequentam a Universal desde a infância e têm os pais divorciados, fator que os levou a redobrar os cuidados com a vida amorosa.
Muito ativo como obreiro, Elivelton passou a auxiliar nas reuniões da Terapia do Amor, realizadas às quintas-feiras.
Camila, por sua vez, conta que, na adolescência, não se preocupava com a vida sentimental. No entanto, em 2018, ao ajudar na organização da primeira Celebração dos Casamentos em sua igreja, algo mudou. “Cada detalhe me cativou e despertou algo dentro de mim”, relembra.
O início de uma história de amor
Após essa experiência, Camila passou a frequentar as palestras da Terapia do Amor. Mesmo sem alguém em vista, decidiu participar da Fogueira Santa pela vida amorosa, pedindo a Deus que a preparasse para viver um relacionamento abençoado.
Menos de um ano depois do voto feito no Altar, os dois se conheceram pelas redes sociais. Após quatro meses de conversa, apresentaram-se aos pais e aos responsáveis espirituais, que concordaram com o namoro. Ambos tinham muitas responsabilidades, o que, com o tempo, começou a interferir na relação.
Nem tudo ia bem
Depois de um ano, ficaram noivos. Ao completarem dois anos juntos, passaram a sentir a pressão para o casamento. Para muitos, o tempo de namoro já os tornava preparados. Mas, na prática, a realidade era diferente. “As pessoas diziam que já estávamos juntos tempo suficiente para tomar essa decisão”, lembram.
Apesar do tempo de relacionamento, Camila não se sentia pronta para dar o próximo passo. “É uma decisão muito importante, e eu sentia que ainda não nos conhecíamos o suficiente.”
Eles chegaram a ficar cerca de um mês sem se ver. A rotina intensa fazia com que nenhum dos dois abrisse mão dos compromissos para estarem juntos.
Diante disso, decidiram colocar um ponto final no relacionamento e seguir apenas como amigos. A separação durou cerca de cinco meses.
Aprendendo com o erro
Durante o afastamento, Camila sentiu saudade de Elivelton pela primeira vez, algo que nunca havia experimentado, nem mesmo quando passavam semanas sem se encontrar. Ela também intensificou sua participação nas reuniões da Terapia do Amor, que já não eram tão frequentes em sua rotina.
Na campanha seguinte da Fogueira Santa, ambos foram ao Altar pela vida amorosa. Sem que um soubesse do propósito do outro, pediram a Deus que a vontade d’Ele fosse feita, e que, se fosse do Seu agrado, o namoro fosse restaurado.
Em menos de um mês, reataram. Desta vez, decidiram priorizar o relacionamento. Passaram a se encontrar ao menos uma vez por semana, sem permitir que outros compromissos interferissem.
Priorizando o bem-estar do casal
Um ano após a reconciliação, eles se casaram. E seguem participando das Palestras da Terapia do Amor, pois entendem a importância de investir no cuidado e manutenção do casamento. “Na Terapia do Amor, aprendemos juntos a cuidar da nossa união. Homens e mulheres de Deus nos ensinam como evitar erros”, conclui Camila.
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