“A palavra que mais a assustou foi amputação”

Com apenas 14 anos, Isabella de Oliveira correu o risco de perder seu braço por causa de um tumor

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A operadora de caixa Daiane Clementino da Silva, de 34 anos, afirma que passou por um dos maiores desafios de sua vida quando, no início deste ano, levou sua filha Isabella Silva de Oliveira, de 14 anos, para atendimento médico em Guaianases (SP), onde vivem. Isabella reclamava de fortes dores no braço esquerdo e de perda repentina dos movimentos.

Depois da realização de uma tomografia, elas receberam um diagnóstico assustador. “Ela estava com um tumor ósseo. Foi um choque. Não acreditei e foi muito difícil ver minha filha sentindo tantas dores. Ela, inclusive, precisava tomar morfina a cada três horas, mas a palavra que mais a assustou foi amputação”, recorda Daiane.

A descoberta, depois da análise de uma biópsia, foi de que se tratava de um tumor benigno que, no entanto, era muito agressivo e poderia se espalhar para outros ossos, como os do quadril.

Isabella não conseguia nem sequer pentear os cabelos ou se vestir sozinha e teve que usar uma tipoia (um tipo de imobilizador que dá suporte às estruturas do braço). “Os médicos disseram que o membro poderia quebrar a qualquer momento porque o osso estava todo corrompido pelo tumor e que, apesar de imobilizado, poderia se fraturar sozinho”, conta Daiane.

Isabella começou o tratamento no Hospital do Câncer Infantil e durante sete meses passou por nove internações. Ela ingeria medicamentos fortes e que causavam efeitos colaterais desagradáveis. Também era administrada morfina, mas nada tirava sua dor. Além disso, os médicos diziam que as chances do tumor virar câncer eram grandes. “Em casa, minha filha usou remédios fortíssimos e até um antidepressivo na tentativa de aliviar a dor e fazê-la dormir. Gastávamos R$ 150 por semana. Os medicamentos eram tão fortes que ela teve queda de cabelo e perdeu peso”, relata Daiane.

Os pais de Isabella já frequentavam a Universal há alguns anos e revelam que foi nos momentos mais difíceis que recorreram a Deus em favor da cura da filha.

Tudo é possível ao que crê
“O dia mau chegou em nossas vidas, porém reagimos com sabedoria, nos apoiamos na passagem bíblica que fala dos ossos secos (Ezequiel 37) e determinamos que, como Deus restaurou aqueles ossos secos quando Ezequiel profetizou, o mesmo aconteceria com o braço da nossa filha. Usamos nossa fé e fizemos votos no Altar pela cura dela. Foram meses gastando com medicamentos e de muita dor para ela, mas mantivemos sempre a certeza do milagre”, revela o açougueiro Leandro Silva de Oliveira, de 34 anos, pai de Isabella.

Daiane revela que aliou o tratamento médico ao da Fé e que, aos domingos, na Universal, ela consagrava em oração uma garrafa com água a Deus e determinava que quando a filha bebesse o líquido seria curada. “Durante todo o processo de internações, eu passei a água do tratamento no braço dela e também dava para que ela bebesse. Fizemos correntes de cura na Universal e não desistimos em nenhum momento. Minhas irmãs se uniram a nós em oração e foi quando o braço dela voltou a se movimentar” diz Daiane.

Para surpresa da equipe médica, que tinha afirmado que alguns medicamentos teriam de ser usados por Isabella por toda a vida, o braço dela se regenerou. Em junho, os medicamentos foram reduzidos e, em agosto, a cura foi comprovada e a medicação foi suspensa.

“A Isabella não toma mais nenhum remédio. A vida dela voltou totalmente ao normal. Os médicos não sabiam explicar o que tinha acontecido com o braço dela, que foi reconstruído, e dissemos que foi o agir de Deus. Atendendo ao protocolo, seguiremos levando-a às consultas de rotina e usando a Fé em favor de toda nossa família”, finaliza Daiane.

Saiba mais sobre câncer nos ossos

O tumor ósseo representa 2% das patologias oncológicas no Brasil, com incidência de 2,7 mil casos novos por ano. Os principais tipos são os osteossarcomas, que atingem ossos dos braços, pernas e pelve e se inicia nas áreas de crescimento do osso, a exemplo das extremidades de ossos longos.

Esse tipo de câncer costuma atingir crianças e jovens de 10 a 20 anos, mas qualquer pessoa pode desenvolvê-lo.

Os principais sintomas são dores, inchaço da área afetada, fratura patológica (decorrentes do tumor) e dificuldade de mobilidade.

O diagnóstico é feito por meio de exames clínicos e de imagem, além de biópsia.

O tratamento consiste em cirurgia, radioterapia ou quimioterapia.

O diagnóstico precoce é fundamental para que a doença não se agrave.

Fontes: Sociedade Brasileira de Cancerologia e Ministério da Saúde

Cura total pela fé

Você também pode usar a fé e obter a cura para si mesmo, ou para um familiar. Participe da Corrente dos 70, que ocorre todas as terças-feiras na Universal.

No Templo de Salomão, em São Paulo, os horários são às 10h, 15h e 20h. Você ainda pode participar em uma Universal mais próxima.

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Colaborador

Kelly Lopes / Fotos: foto: Comunicação UNP Guaianases / arquivo pessoal