Universal Socioeducativo: investindo na transformação de vidas
Adolescentes e jovens enfrentam a detenção, a criminalidade, a desestrutura familiar e outros problemas sociais
“Entrei em um relacionamento, mas vivia um inferno, abandonei a escola, entrei para o mundo das drogas, vendia meu corpo para ter dinheiro, só me envolvia com pessoas da criminalidade, era rebelde, não tinha perspectiva de vida”.
O relato acima é de Jaqueline Lourenço (foto à direita), que hoje vive uma nova fase em sua vida e investe em outros jovens, mostrando que é possível encontrar paz em Deus. Ela é uma das voluntárias do grupo Universal Socioeducativo, que atua, sobretudo, junto aos menores infratores em todo o Brasil.
A história de Jaqueline possui um pano de fundo semelhante com a de vários os outros jovens que experimentaram um período trágico na primeira fase da vida.
Como foi o caso de Katiene Silva (foto à esquerda): “Eu cresci cheia de traumas e aos 12 anos comecei a usar drogas. Para manter o vício, passei a traficar e a vender o meu corpo. Cheguei a fugir de casa, fui presa. Pensava que para mim não tinha mais jeito. Mas ao conhecer a fé em Jesus, Ele me fez uma nova pessoa. Hoje estou há 7 anos curada de tudo, vivo feliz em busca de ajudar outras pessoas”.
Auxílio extremamente importante
Para se ter uma ideia, segundo 3° Levantamento Nacional sobre o Uso de Drogas pela População Brasileira, divulgado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) em 2019, com dados de 2015, nos 12 meses anteriores à pesquisa cerca de 3,2% dos brasileiros entrevistados afirmaram ter usado substâncias ilícitas (o que corresponde a 4,9 milhões de pessoas). Desse total, 7,4% tinham entre 18 e 24 anos.
Entretanto, o problema entre adolescentes e jovens não se restringe apenas ao consumo e comércio de drogas. Há, ainda, a detenção, a gravidez precoce e não planejada, o abandono escolar, a criminalidade e a desestrutura familiar, por exemplo.
Foi o que aconteceu com Stephany Miranda (foto à direita), que se envolveu com as drogas e o crime por causa dos problemas familiares. Atualmente, ela também é uma das voluntárias do grupo Universal Socioeducativo.
Ou, por exemplo, com Laura Martins (foto à esquerda), que, por meio de um rapaz, também entrou para o crime e chegou a ser internada, como medida socioeducativa. Entretanto, a experiência piorou a sua situação. “Quando saí de lá, passei por alguns problemas, como depressão e crises de ansiedade que me destruíram”, relembra.
Mesmo em meio ao contexto do isolamento social, por causa da COVID-19, este trabalho não parou. O grupo Universal Socioeducativo utiliza a tecnologia para continuar a divulgação da mensagem de fé.
Para saber mais sobre o grupo, confira a página oficial no Facebook.
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