Suas pernas ficaram paralisadas

Um acidente de trabalho colocou a vida de Celma dos Santos em risco, mas a sua Fé a libertou de toda a dor e sofrimento

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Celma dos Santos Silva, de 41 anos, já conhecia a Fé e servia a Deus há mais de dez anos quando viu sua rotina mudar após um acidente de trabalho em março de 2015. À época, aos 36 anos, ela era saudável e tinha inúmeros projetos de vida. “Houve um incêndio na parte elétrica da empresa e começou a entrar bastante fumaça no meu setor. Eu era encarregada e fiquei orientando os outros funcionários a sair do local e acabei inalando sem perceber, pois não tinha cheiro.”

Celma conta que seguiu trabalhando normalmente naquele dia. À noite, já em casa, teve um mal-estar, mas não achou que era um problema. No dia seguinte foi trabalhar, porém, já não conseguia respirar direito. “Parecia que meu pulmão não estava mais funcionando.

Ao chegar na empresa eu falei e, imediatamente, me levaram para o hospital. Ali o médico já me internou sem previsão de alta”, conta.

Apesar de toda a assistência médica fornecida pela empresa, o quadro clínico de Celma se agravava dia após dia. “Tive bronquite e pneumonite que desencadearam vários problemas. Comecei a ter sangramentos pelo ouvido e nariz. Depois de alguns meses no hospital, passei a sentir um cansaço intenso. Uma tomografia constatou uma trombose no pulmão. Segundo o médico, eu ficaria com sequelas se sobrevivesse, pois meus pulmões não teriam mais a ventilação normal.”

Ela passou por um forte tratamento com corticoides e em um ano engordou cerca de 30 quilos. O sobrepeso, aliado ao tempo em que ficou acamada, contribuiu para o desenvolvimento de uma hérnia de disco. Além disso, suas pernas ficaram paralisadas por seis meses. “Minha vida parou. Não pude mais trabalhar nem fazer coisas mínimas, como tomar banho sozinha. O que mais me doía era a frustração de ficar naquela situação e não ter pespectiva de voltar à vida normal, servir a Deus, casar e ter uma familia”, recorda.

Celma queria a cura, mas, inicialmente, deixou as emoções negativas prevalecerem. Por essa razão, mesmo fazendo os propósitos de Fé da Igreja, ela não alcançava a cura definitiva. Ela conta que sentia dores o dia inteiro. Os médicos diagnosticaram uma fibromialgia e alegaram que o problema surgiu devido ao trauma do acidente. “O médico falava que eu precisava controlar as minhas emoções para não sentir dor. Eu questionava como isso era possível diante daquela situação”, relembra.

As dores eram tão intensas que Celma não conseguia dormir. “Eu tomava morfina e só surtia efeito por 30 minutos. Depois disso a dor voltava.”

A força que só a fé traz

Toda a frustração gerou uma revolta em Celma. “Quando me vi sem andar, sangrando pelo ouvido e nariz, e com dores constantes, mesmo com todo suporte médico, entendi que só um milagre me tiraria daquela situação. Era dezembro de 2016 e estava começando uma Fogueira Santa. Fui para o Altar com toda minha força, sem medo. Era o meu tudo pelo tudo de Deus. Sacrifiquei toda minha indenização, minhas reservas, e fiquei na dependência de Deus”, afirma.

Celma subiu de cadeiras de rodas no Altar para cumprir o seu voto, mas sentiu a mudança logo após o sacrifício: “desci com uma certeza, uma força muito grande. O ‘eu posso’ e o ‘vai acontecer’ eram claros na minha mente. Por mais que eu ainda não estivesse andando, as frustrações e dúvidas já não existiam dentro de mim.”

O controle emocional foi retomado no Altar. “Eu havia me tornado uma pessoa ansiosa. Eu determinava prazos para a minha cura e enquanto isso não acontecia, a frustração era certa. Ao ficar na dependência total de Deus, eu venci a ansiedade e fui vencendo cada um dos diagnósticos. Voltei a andar e alguns meses depois já estava totalmente curada.”

A saúde de Celma, desde então, está restabelecida. Logo após a cura, ela conheceu o homem com o qual se casou. “No Altar, Deus arrancou toda frustaçao. Tudo isso só fortaleceu a minha fé. Aprendi a depender ainda mais de Deus e sempre estar atenta à Sua voz”, finaliza.

Cura total por meio da fé

É a fé que leva uma pessoa a Deus, para conquistar a Salvação e, claro, obter o milagre da cura total. Por isso, semanalmente, aqueles que estão em busca da cura por meio da fé têm participado da reunião da “Corrente dos 70”. Provando que o tempo de milagres não acabou.

Se você acredita que o sofrimento pode ter um fim, compareça a esse encontro. Em São Paulo, a “Corrente dos 70” acontece às terças-feiras, no Templo de Salomão, localizado na Avenida Celso Garcia, 605, no bairro do Brás, zona leste de São Paulo. Confira os horários aqui.

Para mais informações em outra região do estado ou na sua cidade, procure a Universal mais perto da sua casa. Não deixe de comparecer!

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Autor

Núbia Onara / Fotos: FJU Paraná e arquivo pessoal