Quem são os Gideões de hoje?
Assim como no passado, homens e mulheres de Fé alcançam as maravilhas de Deus por meio da revolta
A Bíblia retrata diversas histórias de homens e mulheres que, por meio da Fé, conseguiram realizar coisas impossíveis aos olhos humanos.
Em Juízes é descrito o declínio e a renovação espiritual que a nação de Israel enfrentou. O que ocorreu com este povo simboliza a situação espiritual vivida pela maioria dos cristãos atualmente.
Naquele período, Deus levantou juízes em Israel para conduzir o povo a alcançar as promessas e dentre eles estava Gideão, que se enxergava como o menor de sua casa e pertencente à família mais pobre de Manassés. No livro Gideão e os 300, o Bispo Edir Macedo deixa claro que o chamado de Gideão foi um caso a parte, pois, provavelmente, o próprio Senhor Jesus veio encontrá-lo. Isso mostra que Gideão era de alguma maneira diferente de seus antecessores, pois poucos tiveram o privilégio de ter um Encontro com Deus pessoalmente, como ocorreu com Abraão, Isaque, Moíses e Josué.
Especial
E por que Gideão era tão especial? Sua expressão de revolta e indignação agradava a Deus, pois são esses sentimentos que o Criador tem em relação às pessoas que vivem neste mundo enganadas. E, quando alguém sente a mesma dor que Ele, é um sinal de Seu chamado. Para Gideão não fazia sentido ter Fé em um Deus tão poderoso e, ainda assim, viver oprimido por seus inimigos.
Gideão foi testado por Deus inúmeras vezes até receber a unção do Espírito Santo. Contudo ele era medroso e por isso Deus o colocou à prova novamente e o enviou para lutar contra uma multidão com apenas 300 homens, como descrito em Juízes 7.19-20. Gideão precisou confiar totalmente em Deus e vencer seu medo. A vitória exigia unidade. Era preciso escolher os melhores soldados, ainda que fossem poucos, e que todos estivessem unidos em torno de um mesmo sonho, num só espírito, numa só Fé, tendo um só Senhor e um só líder.
Assim eles alcançaram a vitória em uma guerra que aos olhos humanos seria impossível obter.
Talvez você esteja se perguntando o que isso tem a ver com você. No estudo realizado pelo Bispo Renato Cardoso sobre a história de Gideão (disponível na plataforma Univer Vídeo), a questão é respondida. “Não estamos falando de Gideão apenas, estamos falando de nós mesmos. Pessoas leem a Bíblia e se baseiam em fatos passados, mas Deus não mudou. O que Ele fez no passado, Ele quer fazer na sua vida. Gideão se via incapaz. Deus teve que trabalhar nele para que ele fosse quem foi.”
Quantos estão lendo este texto e se sentem ou se sentiam como Gideão? Pergunto isso porque enquanto escrevia me identifiquei com a história dele. O medo tem falado mais alto em sua vida? Confira os relatos a seguir e como os entrevistados permitiram que Deus moldasse as suas vidas.
Ponto de partida da fé
O jornalista e empresário Thiago de Souza Almeida, de 33 anos, chegou à Universal na infância, já que os pais frequentavam a Igreja.
Quando Thiago tinha 17 anos, sua mãe faleceu vítima de um aneurisma cerebral. O jovem se viu apenas com o pai e com um irmão ainda de colo. A decepção com a perda da mãe fez com que ele se afastasse da Igreja e da Fé.
Thiago começou a frequentar baladas e a beber para tentar amenizar a dor do luto. Ele e o pai brigavam muito. Thiago era extremamente nervoso e até violento com o pai. “Eu nunca dei trabalho por causa de drogas ou más amizades, mas era muito agressivo.”
De volta ao caminho da fé
Foi em uma das brigas com o pai que Thiago lembrou da Igreja, da Palavra que ouvia ali e, internamente, ele sabia que somente Deus poderia resolver todos os seus problemas. “O ano era 2008 e resolvi ir à Igreja mais próxima. Não era horário de reunião, mas, mesmo assim, um pastor me atendeu e me ajudou”, conta.
Daquele dia em diante, Thiago se firmou nas correntes e se tornou dizimista. Sua vida começou a mudar e ele passou a ter um temperamento mais equilibrado. “Quando escutei sobre a Fogueira Santa não tive dúvidas que aquilo era uma oportunidade de ter mais de Deus e me lancei no Altar. Houve uma paz dentro de mim, pois sabia que estava fazendo a coisa certa.”
Pouco tempo depois, Thiago se casou com Elísia Almeida, de 40 anos, que também frequenta a Universal. De propósito em propósito, eles conseguiram a independência financeira. “Ano a ano sacrificamos no Altar. Deixamos de depender de parentes e de outras pessoas. Conquistamos nossa casa, e tínhamos trabalhos muito bons”, diz.
Relaxou na fé
O empresário reconhece que em alguns períodos relaxou na Fé porque achou que estava bem e deixou de participar de algumas campanhas. “Quando eu parei de sacrificar, a minha vida também parou. Então entendi que somente no Altar a minha vida mudaria”, afirma.
Thiago decidiu se lançar novamente na Fé. Depois disso, Deus deu a ele e à sua esposa uma direção para que abrissem a própria empresa.
“Ali nasceu uma revolta, pois, quando abri meu negócio, tentei mantê-lo em paralelo ao meu trabalho. No entanto não estava dando certo.Então decidi sair da empresa em que trabalhava há oito anos e abrir a primeira loja física”, relata.
Mas antes disso e depois de participar de uma nova Fogueira Santa, a loja, que ainda era virtual, teve um aumento muito grande de vendas. Com esse capital, ele ia abrir a tão sonhada loja física. “A loja que lá no passado eu iria abrir seria simples, mas hoje o meu comércio tem status de loja de shopping”, explica ele, que tem uma loja de decoração para lavabos e aromatizadores de ambientes.
Thiago e a esposa desfrutam do melhor de Deus porque fizeram o melhor para Ele e, mesmo com a pandemia, ele ressalta que as vendas não param de crescer.
Da comunidade para a cobertura
A advogada Regina Martins de Oliveira da Costa, (foto abaixo) de 33 anos, foi diagnosticada na adolescência com artrite reumatoide. Para controlar a doença, ela usava remédios controlados. Além da artrite, ela sofria com insônia, perturbações noturnas, via vultos e ouvia vozes. Regina morava em uma comunidade sem saneamento básico, em um barraco de três cômodos, de piso batido e o banheiro não tinha porta, pia nem chuveiro. “Tomávamos banho de caneca. Meus pais trabalhavam, mas o que eles ganhavam era para comer, vestir e sustentar o vício em cigarro e bebida”, detalha.

Chegando na Universal
Foi nesta situação que Regina conheceu o trabalho da Universal. Ela foi convidada por uma vizinha para participar de um núcleo da Igreja na comunidade onde morava. “Quando escutei o pastor falar sobre a Fé inteligente e que o Deus de Israel podia mudar a minha história de vida, comecei a participar das correntes, a obedecer e a praticar o que era pregado e também passei a honrar a Deus com minha fidelidade por meio do dízimo. Fui curada da artrite reumatoide e me livrei da insônia. Na Igreja recebi incentivo para estudar e ter uma vida melhor e assim consegui concluir o ensino médio”, esclarece.
Quando nos casamos, o que ganhávamos só dava para pagar o aluguel, as contas e comer”, destaca.
E foi neste período que o casal se revoltou. “Entregamos tudo no Altar de Deus. Foi aí que nossa vida começou a mudar, tanto eu como Adriano arrumamos um bom emprego. Ele voltou a estudar direito e eu também tive oportunidade de fazer o mesmo curso. A partir daí nunca mais passamos necessidade.”
Assim que Adriano se formou, o casal abriu um escritório de advocacia, apesar de nem ter condições. Por meio do sacrifício feito no Altar, o casal conquistou um apartamento de alto padrão e duas salas comerciais (em uma delas funciona o escritório deles). “Já trocamos de carro várias vezes e temos um belo apartamento na orla da praia. Para quem não tinha condições de estudar, hoje eu já estou cursando a segunda graduação e ajudamos muito os nossos pais financeiramente. Hoje meus pais estão livres dos vícios e minha família toda teve a oportunidade de conhecer o Deus que servimos na Igreja Universal.”
De origem humilde
Aparecida Aguiar Albano, (foto abaixo) de 42 anos, hoje é uma empresária de sucesso, mas a sua história foi de muita luta. Ela nasceu em uma família muito humilde. Na juventude sofreu muito por causa de relacionamentos frustrados e chegou a querer tirar a própria vida. “Eu tentei o suicídio duas vezes. Quando perdi meu irmão mais velho, que teve uma morte trágica, me tornei uma pessoa ainda mais triste e amargurada. Tinha dificuldade de fazer amizade e não me abria com ninguém. Tinha revolta contra tudo o que vivia.”

Além dos problemas espirituais, o casal tinha problemas financeiros e morava em um porão úmido composto por um quarto e cozinha.
“Até as roupas que usávamos às vezes estavam mofadas e comíamos carcaça de frango que era mais barato.”
Primeiro sacrifício
Aparecida comenta que ao frequentar a Universal começou a ver uma melhora, mas sua vida só foi transformada quando ela ouviu falar do sacrifício no Altar. Ela relembra que, logo depois desse voto, se libertou da opressão dos espíritos malignos, conseguiu um emprego e o esposo passou a ganhar o dobro no trabalho.
No entanto ela abandonou a Fé: “por achar que estava tudo bem, por causa das conquistas que obtive, me afastei da Igreja e ignorei tudo o que Deus tinha feito por mim.” As consequências de sua atitude não tardaram a surgir: José passou a ter uma amante e saiu de casa.
Novamente no fundo de poço, Aparecida voltou para a Igreja. “Comecei a me firmar nas campanhas, correntes de libertação e pela vida amorosa. Meu esposo chegou a ficar noivo de uma amante, mas, depois de uma Fogueira Santa de Israel que fiz, ele rompeu o noivado e pediu para voltar para casa.”
Recomeço
Aparecida, porém, colocou uma condição para aceitar o retorno de José: que ele se voltasse para Deus. Nessa mesma época, ela descobriu que não podia ter filhos, se não fizesse um tratamento. “Não aceitei tomar a medicação e resolvi usar a Fé. Pedia para uma obreira ungir minha barriga e fazer uma oração. Depois de alguns meses estava curada e grávida.”
José, contudo, se afastou da Igreja e com isso Aparecida descobriu outros relacionamentos extraconjugais. “Eu continuava com altos e baixos na Fé porque até aquele momento não havia priorizado o Espírito Santo. Eu estava na Igreja atrás das bênçãos, mas morta espiritualmente.”
Ela continuou se lançando no Altar. “Participei de várias campanhas, mas ainda não tinha sacrificado as minhas vontades. Quando priorizei o Espírito Santo, eu fui batizada. Essa foi a minha maior conquista e ela somente foi possível depois que me revoltei.”
Hoje a vida de Aparecida é completa. Ela, o marido e o filho estão firmes na presença de Deus. Eles conquistaram uma casa própria, carro, ambos possuem empregos estáveis e Aparecida também é dona de uma loja de roupas. “Todas as conquistas materiais que Deus me proporcionou não se comparam à grandiosidade de ter o Espírito Santo e à paz que há dentro de mim. O Altar é o responsável por toda a mudança que aconteceu na minha vida”, conclui.
A sua chance
Esses são os Gideões dos tempos atuais, que foram chamados por Deus para fazerem a diferença. Você quer saber como é possível se tornar um escolhido do Altíssimo? A decisão é sua. Se você, caro leitor, também quer conquistar a transformação em todas áreas da sua vida, seja ela sentimental, financeira, familiar ou outra qualquer, tem que tomar uma decisão hoje.
Assim como Gideão, essas pessoas venceram o medo e se lançaram para Deus confiando que Ele faria o melhor. Se você quer mudar de vida e não sabe como, procure a Universal mais próxima e entenda qual é o objetivo dessa campanha de Fé que já mudou milhares de vidas.
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