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Notícias | 6 de maio de 2019 - 10:23


Palestra ensina mulheres a conciliar maternidade e carreira profissional

Empreendedoras conseguem dedicar mais tempo aos filhos, aponta pesquisa

Pesquisa da Rede Mulher Empreendedora (RME) divulgada em 2017, apontou que 75% das empresárias brasileiras decidiram ter o próprio negócio depois da maternidade. Administrar a carreira profissional e a criação dos filhos pode ser um grande desafio, mas, o programa social Escola de Mães tem ajudado mulheres, em todo o Brasil, a encontrar o equilíbrio entre ter um bom relacionamento com os filhos e uma vida profissional bem-sucedida.

Patrícia Alexandra Picanço, 47 anos, é um exemplo disso. Ela fazia plantões na empresa por mais de 24 horas, se empenhava para atender às necessidades dos dois filhos, mas não conseguia suprir as necessidades emocionais deles, pois não tinha tempo para a família.

Ela conta que escolheu trabalhar como microempreendedora no ramo da saúde visual, justamente para que tivesse maior flexibilidade de horário e pudesse estar mais próxima dos filhos, acompanhando o desenvolvimento deles. Ainda assim, mesmo com um horário flexível, enfrentava problemas com o filho mais velho.

Há quatro meses, ela começou a participar do projeto Escola de Mães. Com as palestras, percebeu que era ela quem precisava mudar. Então, começou a tratar de maneira diferente o adolescente, buscando ser mais amiga e conquistar a confiança dele.

“O grupo me ajuda muito, recebo conselhos que me motivam e me transformam. Hoje organizo a minha agenda de trabalho, o meu tempo, procuro estar sempre presente para que possa dar o meu melhor para eles”, diz a microempreendedora.

Ausência do lar

A psicóloga Neia Dutra é a responsável nacional do projeto. Para ela, a necessidade de trabalhar fora para prover ou complementar a renda familiar é um dos motivos mais comuns para a mãe se ausentar do lar e de seu filho.

“Quando a mãe se distancia fisicamente do filho e não se envolve emocionalmente com ele, fica difícil para o jovem se abrir, caso esteja vivendo conflitos ou sofrendo alguma situação de perigo, como abuso infantil, bullying na escola, envolvimento com álcool e drogas, criminalidade”, explica.

Para ela, “mesmo no caso de conflitos pertinentes ao crescimento e desenvolvimento adolescente, os filhos precisam de cuidados e orientação”.


  • Unicom / Fotos: Cedidas 


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