Os 45 anos da Universal

A trajetória da Universal foi celebrada no Morning Show com a participação do Bispo Macedo e de sua esposa, Ester Bezerra

Os 45 anos da Universal, completados em 9 de julho, foram celebrados com uma programação especial do Morning Show, exibida ao vivo, no último dia 9, pela TV Templo, pelo Univer Vídeo e pelo Facebook do Templo de Salomão. Conduzida pelo Bispo Eduardo Bravo, a atração recebeu o Bispo Edir Macedo e sua esposa, Ester Bezerra. Também participaram os genros e filhas do casal: o Bispo Renato Cardoso e sua esposa, Cristiane, e o Bispo Júlio Freitas e sua esposa, Viviane.

O Bispo Macedo comentou que eles estavam ali para contar o que Deus tem feito nos últimos 45 anos por obra do Espírito Santo. Ester considerou o nascimento de Viviane como sendo o estopim para que a Universal desse seus primeiros passos. Viviane nasceu com lábio leporino, uma má-formação congênita que causa fissura labial e fenda palatina. O Bispo disse que, ao se deparar com aquela situação, falou com Deus, pois já pulsava dentro dele um desejo incontrolável de ajudar as pessoas. “Senti, naquele momento, o que as pessoas têm sentido por esse mundo afora, não apenas no sentido de defeitos físicos, mas dos problemas que vivem.”

Ester afirmou que eles jamais imaginaram “a proporção do que Deus iria fazer através dessa Fé” e o Bispo acrescentou que essa Fé foi aprendida com o Próprio Deus, na Pessoa do Espírito Santo. “A Igreja Universal tem crescido em cima dessa força e ninguém jamais poderá destruí-la. Se colocar uma pessoa com o Espírito Santo em uma cadeia, ali vai nascer uma Igreja; se colocar uma pessoa cheia do Espírito Santo em um hospital, ali vai nascer uma Igreja Universal. O sucesso da Universal não é da Universal, é do Espírito Santo.”
Ele ainda disse que, quando a pessoa se foca em Deus com sinceridade, ela é ouvida. “Essa é a mensagem principal, o carro-chefe da Igreja Universal do Reino de Deus. Deus continua sendo Deus e as promessas dEle continuam em vigor para os que creem. Eu não vou me aposentar nunca. Vou até o fim, até o último suspiro, levando aquilo que Deus tem nos dado.”

COM OS PRATAS DA CASA
A história do Pastor Amaro, de 80 anos, e de sua esposa, Maria de Lourdes, de 77, também foi contada no programa. Eles chegaram à Universal há 44 anos. Na época, o casamento deles estava comprometido por vícios e agressões. Maria explicou que, uma semana da visita à igreja, em meio ao sofrimento, ela tinha separado veneno para colocar na sopa que serviria para todos de sua casa, inclusive aos sete filhos. Porém, em uma manhã, ela ouviu a programação da Universal no rádio. “O Bispo Macedo falou que havia alguém ao meu lado querendo me ajudar: o Senhor Jesus. Eu caí de joelhos, levantei os braços e falei: ‘Senhor, não Te conheço, mas entrego a minha vida a Ti’. Eu creio que o Espírito Santo, naquela hora, fez a Obra”, disse. Hoje, com a vida restaurada, o casal faz a Obra de Deus no Rio de Janeiro.

A CASA DE TODOS
Em entrevista exclusiva à Folha Universal, o Bispo Júlio Freitas definiu a Universal “como a casa de todos os rejeitados, desamparados e desacreditados, mas sinceros” que desejam conhecer a Deus. “Todo ser humano traz dentro de si a pergunta: ‘Se Deus existe, por que estou assim? O que eu tenho que fazer, se Ele existe, para conhecê-Lo?’ Creio que é o Próprio Deus dando a oportunidade ao ser humano de buscá-Lo e conhecê-Lo.”

É o “amor pelas almas que norteia a Igreja Universal”, citou o Bispo Renato Cardoso à reportagem. “Como o Senhor Jesus disse, a ‘Obra de Deus é crer’ (João 6.29). Nós temos crido. Esse é o segredo da origem da Universal e do trabalho que ela vem fazendo.”

Cristiane Cardoso destacou que “o tempo tem provado quais são as intenções da Igreja Universal. Não mudamos o foco, tudo o que fazemos desde o início é para ganhar almas. Não temos medo de ousar, de investir tudo pelas almas. Por ‘tudo’ quero dizer a nossa vida, o nosso tempo, a nossa juventude, os nossos sonhos. Tudo isso e o tempo provam o que é a Igreja Universal e que ela não é dirigida por um homem, mas pelo Próprio Deus”, concluiu.

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Autor

Flavia Francellino / Fotos: Demetrio Koch