Onde há dor, ali está a Universal
Tragédias recentes: o incêndio no hospital Badim, no Rio de Janeiro; o desabamento de um prédio na comunidade da Muzema, na mesma cidade; outro incêndio, desta vez em Belém, no Pará, em que 40 casas do bairro Pedreira foram destruídas; e rompimento de barragem, que atingiu a cidade de Brumadinho, em Minas Gerais.
Em 2018, um prédio residencial pegou fogo e desabou em pleno centro de São Paulo. Na capital do Amazonas, Manaus, um incêndio consumiu 700 casas e seus moradores perderam tudo o que tinham. Mais de 100 mil hectares das florestas do Estado norte-americano da Califórnia viraram cinzas no incêndio mais letal da história da região.
Esses e tantos outros trágicos acontecimentos que nem caberiam neste texto têm em comum a perda de centenas de vidas, mas não só isso.
A TV Globo, durante a cobertura dessas ocorrências e de várias outras, como enchentes e desabamentos, dificilmente consegue evitar a transmissão da atuação dos voluntários de projetos sociais da Universal, que estão sempre presentes para ajudar vítimas, familiares e os profissionais que trabalham nos resgates.
VALEM MAIS DO QUE PALAVRAS
Em nenhuma dessas matérias a emissora da família Marinho teve como “alfinetar” a ação da Igreja que tanto persegue e tenta difamar. As imagens falam por si mesmas: os voluntários devidamente uniformizados atuam não só nos locais das tragédias, mas seguem prestando assistência aos que precisam, com a doação de alimentos, roupas, medicamentos, produtos de higiene e muito apoio psicológico e espiritual. E isso a Globo, sem querer, mostra.
Sempre atuante
Há poucos dias, um prédio residencial desabou em Fortaleza, no Ceará. Um jornal vespertino da Globo exibiu a imagem dos voluntários da Universal vestidos com seus coletes amarelos entre bombeiros, socorristas e policiais que atuavam no resgate das pessoas que ficaram entre os escombros. Onde há dor, ali está a Universal.
A tragédia chocou o País. Nove pessoas morreram e sete foram resgatadas com vida. No dia 19, o Corpo de Bombeiros encerrou as buscas por sobreviventes. Nesta data, foi resgatado o último corpo que estava nos escombros, o da síndica Maria das Graças Rodrigues, de 70 anos.
Presença
Em uma época em que a mídia tem um alcance tão grande como nunca teve na história da humanidade, é importante não se esquecer do que realmente importa: estar onde o povo mais precisa sempre foi um dos muitos objetivos da Universal, desde sua fundação, há mais de quatro décadas. Permanecer em ação presencial, oferecendo todo tipo de apoio, principalmente espiritual, em pleno “campo de batalha” é algo que muitos já esperam dos voluntários e coordenadores dos projetos sociais da Igreja.
Eficiência
Essa ajuda é efetiva e eficiente. Horas depois de ocorrências graves, como as que já foram citadas no início deste texto, os voluntários da Universal aparecem nos locais para auxiliar no que for possível. E isso faz toda a diferença.
É interessante como a verdade sempre se destaca, mesmo quando há a intenção de escondê-la.
Doação
O que essas imagens mostram são os voluntários da Universal doando seu tempo, enfrentando o medo e o perigo, deixando suas próprias vidas de lado por horas a fio para agirem de acordo com o que Deus determina a Seus verdadeiros seguidores: amar ao próximo e lhe estender a mão sempre que necessário.
Contra fatos não há argumentos. E não adianta tentar escondê-los: “Mas nada há encoberto que não haja de ser descoberto; nem oculto, que não haja de ser sabido.” (Lucas 12.2).
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