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Notícias | 30 de Abril de 2021 - 21:27


O ALTAR COMO A ÚLTIMA INSTÂNCIA

A Semana da Justiça, que aconteceu de 11 a 18 abril, deixou lições sobre o poder da oração e da perseverança. Em São Paulo, o último dia marcou o retorno das reuniões presenciais. Veja como foi

O ALTAR COMO A ÚLTIMA INSTÂNCIA

Em São Paulo, o dia 18 de abril marcou o retorno das reuniões presenciais nas Igrejas, depois do período de restrições impostas pela fase emergencial para contenção do novo coronavírus. Com limitação de 25% da capacidade e seguindo os protocolos necessários, o Templo de Salomão recebeu aqueles que não apenas estavam saudosos de retornar à Casa de Oração como tinham nas mãos um pedido de socorro e na garganta um pedido de justiça. Isso porque de 11 a 18 de abril aconteceu a Semana da Justiça em todas as Igrejas Universal, propósito que ocorre anualmente para e por aqueles que vão a Deus buscar respostas. Durante a semana, duas orações de concordância foram realizadas todos os dias por Bispos de diferentes Estados, sempre às 12h e à meia-noite.

Já no dia 18, o Bispo Renato Cardoso conduziu a reunião do Encontro com Deus, às 9h30, e, logo no início, orou por aqueles que foram apresentar seu clamor e seu pedido por justiça e reparação aos pés do Altar, o tribunal Divino.

O PROPÓSITO
Dias antes, o Bispo apresentou o propósito da Semana da Justiça, baseado na passagem bíblica de Lucas 18.1-8, que traz uma parábola que trata do dever de orar sempre e nunca desfalecer. No encontro que aconteceu no dia 4 de abril, o Bispo disse que o Senhor Jesus sabia “que a maioria das pessoas começam bem na Fé, animadas e entusiasmadas” mas que, ao longo do caminho, esmorecem, desfalecem e acabam, muitas vezes, desistindo. “Não adianta nada você começar bem. A Bíblia diz que o final das coisas é melhor do que o começo delas (Eclesiastes 7.8). Essa parábola que Ele contou se aplica aos tempos que estamos vivendo hoje.”

TEMPOS MODERNOS
“(…) Havia numa cidade um certo juiz, que nem a Deus temia, nem respeitava o homem. Havia também, naquela mesma cidade, uma certa viúva, que ia ter com ele, dizendo:
Faze-me justiça contra o meu adversário.” (Lucas 18.2-3).

Nessa passagem, o Senhor Jesus estava falando de um juiz que não temia a Deus nem a homem nenhum, de uma pessoa com poder, autoridade e zero de compaixão e senso de justiça, detalhou o Bispo. “O que não é diferente de hoje em dia. Quantos estão sentados em uma cadeira, com todo o poder na mão, e usam esse poder para o mal ou não usam esse poder para o bem?”, questionou.

Na história, o Senhor Jesus escolheu a figura de uma viúva para ilustrar a pessoa que estava desamparada. “É o contraste do homem com poder e da pessoa que, além de ser impotente, tinha também um adversário, alguém que tirava vantagem dela. Jesus deixou essa parábola para você que se sente desamparado, impotente, que não tem ninguém por você e ainda tem gente contra você”, disse.

A Bíblia é clara ao citar que, por algum tempo, aquele juiz não quis atender aquela mulher. “(…) Mas depois disse consigo: Ainda que não temo a Deus, nem respeito os homens, todavia, como esta viúva me molesta, hei de fazer-lhe justiça, para que enfim não volte, e me importune muito. E disse o Senhor: Ouvi o que diz o injusto juiz. E Deus não fará justiça aos seus escolhidos, que clamam a ele de dia e de noite (…)? Digo-vos que depressa lhes fará justiça. Quando porém vier o Filho do homem, porventura achará fé na terra?” (Lucas 18.4-8). Com esse trecho, podemos aprender que os escolhidos clamam insistentemente por justiça e não apenas cruzam os braços e esperam um milagre acontecer. Deus continua procurando a Fé que tanto Lhe atrai e, para ser achada, ela precisa ser vista.

LUGAR DE SOCORRO
A supervisora de administração Severina Ferreira da Silva, de 44 anos, é mãe de Ledarlino Ferreira Lima, de 21 anos. Ela está na Universal há 14 anos e recorreu à Fé e ao propósito quando o filho começou a apresentar problemas de saúde da noite para o dia. Na época, Ledarlino era adolescente. Em um sábado, quando ele ensaiava para uma apresentação de dança, deu um mau jeito no corpo e mal conseguia se manter de pé. “Eu o levava ao médico, que solicitava exames e prescrevia remédios, mas não encontrava nada. Ele começou a andar puxando a perna. A carne foi sumindo e ficando só o osso. Chegou a ponto de não conseguir andar. Ele arrastava a perna e, pelo esforço, sentia muita falta de ar. Ele passou, então, a tomar um medicamento para a falta de ar. Um problema levou a outro.”

Por causa do incômodo, Ledarlino passou a se alimentar no chão. “Ele deitava de bruços e comia ali mesmo. Para ir ao banheiro, preferia ir se arrastando, porque não sentia tanta dor. Isso durou aproximadamente três meses”, recorda.

Severina conta que foram várias noites de desespero. Ela enxergou uma oportunidade de mudar aquela situação quando a Universal começou um propósito de Fé como o da justiça. “A escolha do Altar foi justamente por conta de tantas idas e vindas aos hospitais sem respostas. Só uma força maior derrubaria aquela injustiça. Ao ouvir o Pastor explicando o propósito, eu disse a mim mesma que iria cobrar do Justo Juiz a cura do meu filho. Antes mesmo do último dia, escrevi em um papel o que queria que o juiz julgasse e subi no Altar. Em 15 dias, a saúde dele era
outra”, comemora.

DOMINGO DE RENOVO
Ainda no dia 18, no Templo de Salomão e em todas as Igrejas Universal, foi realizada a Unção do Nada me Faltará, baseada em Salmos 23.5: “Preparas uma mesa perante mim na presença dos meus inimigos, unges a minha cabeça com óleo, o meu cálice transborda”. Independentemente da situação, o socorro Divino, assim como o Altar, continua à disposição de todos. Basta você procurar.


O ALTAR COMO A ÚLTIMA INSTÂNCIA
  • Flavia Francelino / Fotos: Demetrio Koch e Getty Images 


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