"Me levaram a vários hospitais e ninguém descobria o que eu tinha"

Saiba como Guilherme Correa, ao lado da esposa, Verônica, perseverou na fé para alcançar a cura

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Verônica Correa Gonçalves, de 40 anos, vendedora, e Guilherme Correa Gonçalves, de 37 anos, autônomo, passaram por momentos difíceis no Rio de Janeiro, onde vivem. Eles afirmam que a fé em Deus deu a força necessária para superar as situações inesperadas que enfrentaram.

Tudo começou em março de 2020, quando um corte no dedo de Guilherme inflamou. Ao buscar ajuda hospitalar, ele foi medicado e

orientado a usar um antibiótico durante 15 dias, mas não apresentou melhora. O médico, então, o orientou a seguir com a medicação por mais dez dias. Nesse período, Guilherme conta quais foram as reações: “tive forte coceira e manchas negras que viravam bolhas por todo o meu corpo. Começou a sair um líquido branco dos meus olhos e eles grudavam como se fosse conjuntivite. Minha esposa, junto com minha cunhada e meu cunhado, me levaram a vários hospitais, ninguém descobria o que eu tinha, não conseguíamos obter um diagnóstico. Até que, no Hospital da Lagoa, o médico fez alguns exames e me internou imediatamente. Depois de vários exames, constatou-se que eu tinha desenvolvido a síndrome de Stevens-Johnson, que é rara, causada pela medicação forte”, disse.

Verônica conta que a previsão médica era de até dois meses de internação, pois a imunidade de seu esposo estava muito baixa. Dias depois, já internado, o quadro clínico dele piorou. “A secreção, que era pus, escorria dos olhos dele e, com o passar dos dias, a pele de todo o corpo dele ficou com queimaduras. Ele tinha febre, muita ardência e bolhas. Os médicos disseram que o Guilherme deveria ficar no Centro de Terapia Intensiva (CTI), em isolamento. Foi quando apelamos para a fé”, afirma.

Guilherme se recorda do sofrimento que passou ao ver a síndrome tomar conta do seu corpo: “minha pele estava descascando, era muito ruim. Ela ficava em carne viva e ardia muito. Era uma agonia tomar banho. Eu tinha dores nos machucados e por todo o corpo. No meu caso, Deus colocou a mão e a doença não afetou outros órgãos internos. Minha pele caía, mas eu tinha que tomar banho para que não infeccionasse. Eu não conseguia abrir a boca e as refeições eram líquidas. Minha esposa me ajudava na hora do banho e de comer, mas principalmente a manter a fé”, pontuou.

A fé soluciona
O casal já frequentava a Universal e sabia que coisas impossíveis acontecem na vida dos que usam e vivem pela fé. Foi por isso que eles se uniram mais ainda em oração e propósitos em favor da cura de Guilherme.

Verônica conta que frequentemente passava gazes molhadas com a água do tratamento, apresentada para Deus aos domingos na Universal, na boca e no corpo do marido, determinando que ele fosse curado. “Usávamos a água todos os dias tanto para limpar os olhos dele como para passar no corpo cheio de feridas. Ele também tomava os remédios com a água do tratamento. Orávamos juntos e líamos a Bíblia. Fortalecemos nossa fé durante esses dias”, afirma Verônica.

A alta médica de Guilherme depois de 15 dias surpreendeu a todos, uma vez que a previsão era de internação de no mínimo 30 dias no CTI. “As feridas começaram a secar e caía pele morta. Era necessário varrer a pele que ficava no chão. A secreção parou de sair dos meus olhos e a febre sumiu. Sei que Deus esteve comigo o tempo todo e honrou nossa fé com a minha cura”,finaliza Guilherme.

O casal segue frequentando as reuniões da Universal e fazendo uso da água do tratamento para a manutenção da saúde familiar.

Cura total pela fé

Se você está enfrentado um período difícil em sua vida, ou de um familiar, diante das dores e do sofrimento de uma rara ou grave doença, acredite, para Deus nada é impossível.

A reunião da ‘Corrente dos 70’, a maior corrente de cura e libertação, acontece toda terça-feira, no Templo de Salomão. Sobretudo, provando que o tempo de milagres não acabou. Compareça a este encontro de fé. Confira os horários clicando aqui.

Desde o dia 18 de abril, durante as medidas restritivas diante da pandemia, no Estado de São Paulo, as igrejas voltaram a realizar cultos presenciais, com 25% da capacidade. Para outras localidades, encontre os endereços aqui.

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Autor

Kelly Lopes / Foto: Cedida