Rede aleluia
Há solução para  a dor na sua alma
São Paulo
Centro-Oeste
Distrito Federal
Brasília
Goiás
AnápolisGoiânia
Mato Grosso
Cuiabá
Mato Grosso do Sul
Campo Grande
Nordeste
Alagoas
Maceió
Bahia
Feira de SantanaIlhéusItabunaSalvador
Ceará
Fortaleza
Maranhão
São Luís
Paraíba
João Pessoa
Pernambuco
Recife
Piauí
Teresina
Rio Grande do Norte
Natal
Sergipe
Aracaju
Norte
Acre
Rio Branco
Amapá
Macapá
Amazonas
Manaus
Pará
Belém
Rondônia
Porto Velho
Roraima
Boa Vista
Tocantins
Palmas
Sudeste
Espírito Santo
Vitória
Minas Gerais
Belo HorizonteJuiz de ForaUberlândia
Rio de Janeiro
Angra dos ReisBarra MansaCampos dos GoytacazesMacaéRio de JaneiroVolta RedondaCabo Frio
São Paulo
AraçatubaAraraquaraBauruCampinasCatanduvaFrancaJaúJundiaíLimeiraMaríliaPiracicabaPraia GrandePresidente PrudenteRibeirão PretoSantosSão CarlosSão João da Boa VistaSão José do Rio PretoSão José dos CamposSão PauloSorocabaTaubatéVotuporanga
Sul
Paraná
CascavelCuritibaFoz do IguaçuLondrinaMaringáPonta Grossa
Rio Grande do Sul
PelotasPorto AlegreRio GrandeSanta Maria
Santa Catarina
BlumenauCriciúmaFlorianópolis

Notícias | 11 de Janeiro de 2021 - 18:29


Há solução para a dor na sua alma

Enquanto muitos sofrem por achar que não há saída para a depressão, outros aprenderam como encontrá-la. Confira depoimentos de quem foi curado desta doença

Há solução para  a dor na sua alma

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 350 milhões de pessoas no mundo sofrem de depressão. No Brasil, o número de pessoas com a doença também é alto. De acordo com o último levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgado no fim de 2020, a depressão atinge 16,3 milhões de brasileiros – número que cresceu 34% em um período de seis anos. Os dados também mostram que 14,7% de mulheres sofrem desse mal contra 5,1% dos homens. Já entre os idosos – entre 60 e 64 anos com depressão – a porcentagem também é expressiva: 13,2%.

Para a psicóloga Letícia George, de São Paulo, as limitações físicas e as alterações no cotidiano – principalmente com a pandemia e o isolamento social – favoreceram a depressão entre os idosos. Sobre o número significativo de mulheres com a doença, a especialista aponta o excesso de expectativa delas em desempenhar vários papéis ao mesmo tempo, as alterações hormonais e a sujeição à violência física e psicológica, por exemplo.

Sinais desafiadores
De acordo com a OMS, as pessoas que sofrem de depressão apresentam diariamente alguns destes sintomas: humor depressivo, diminuição de interesse em fazer atividades do dia a dia, perda ou aumento de peso significativo (sem dieta), diminuição ou aumento do apetite, insônia ou hipersonia (dormir demais), inibição ou lentidão de movimentos, agitação, alterações gastrointestinais, fadiga ou perda de energia, sentimentos de desvalorização ou excesso de culpa, e pensamentos recorrentes sobre morte e tentativas de suicídio.

A psicóloga Letícia George cita algumas situações que desencadeiam ou agravam a depressão. Entre elas estão a diminuição das relações sociais, que é “quando a pessoa perde o contato com amigos e/ou familiares que antes lhes proporcionavam bons momentos”; o fato de não saber lidar com as perdas, “que pode ser o fim de um relacionamento, a não obtenção de um resultado desejado, a saída de um emprego, a partida dos filhos”; e também outras situações, como “mau ambiente de trabalho, abusos, alto grau de exigência de superiores ou sensação de não conseguir dar conta de todas as responsabilidades”.

Mal espiritual, cura espiritual
A depressão ainda é um grande desafio para a Ciência. Muitas pessoas passam anos tomando remédios ou fazendo terapias para aliviar os sintomas. Contudo outras tantas alcançaram a cura desta doença pelo exercício da Fé. O Bispo Edir Macedo, em um episódio do programa Entrelinhas, exibido pela plataforma Univer Vídeo, explicou a razão de se fazer um tratamento espiritual. “A depressão é como um vício. Infelizmente não há nada na medicina – um remédio, um tratamento – que cure a doença. Ela vem de um espírito ruim que sufoca a alma da pessoa, que vai apertando seu pescoço até chegar ao ponto em que ela quer se matar”, afirmou.

Em seu blog, o Bispo Macedo também esclareceu que a cura da depressão acontece quando a pessoa entrega o seu ser a Deus. “A depressão está além dos limites da matéria do corpo físico. Ela foge do controle da Ciência, porque trata-se de uma possessão maligna da alma. Então, que remédio físico há que possa curá-la? Quem pode sarar a alma, senão o Espírito do Salvador das almas?”

Muitas pessoas provaram disso. Elas buscaram em Deus não apenas um alívio dos sintomas da depresssão, mas a cura da alma. Dessa forma, alcançaram uma transformação de vida, como você lerá a seguir.

“Se Deus existe, vai me curar”
A empresária Beatriz Campelo, de 34 anos (foto a esq.), de São Paulo (SP), foi criada pela avó desde os dois anos de idade após seus pais terem se separado. “Cresci sem amor e sem carinho. Era carente, agressiva. Tentei suicídio três vezes na infância e na adolescência.”

Beatriz queria aliviar a angústia que sentia com atitudes cada vez mais negativas. “Tentava preencher o vazio com pornografia e masturbação e furtava para suprir pequenas necessidades. Mas, de madrugada, acordava chorando, sentindo uma presença ruim, pesada.”

Para outras pessoas, a aparência de Beatriz era diferente. “Quando me viam sorrindo, achavam que eu estava bem. Mas eu me imaginava em um caixão e achava lindo. Uma voz dizia que o meu melhor dia seria o da minha morte” , revela.

Após receber um convite, Beatriz decidiu ir a uma reunião na Universal. “Lá, alguém me disse que havia jeito para mim. Um pastor me disse: ‘você tem uma vida que não lhe serve e quer tirá-la. Então, por que não coloca sua vida no Altar?’ Pensei: ‘se Você (Deus) está aqui como me dizem, Lhe dou minha vida aqui e agora. Se Deus existe, vai me curar. Diga o que devo fazer e obedecerei’. Naquele exato momento veio a certeza de que Ele existia e que me ajudaria”, conta.

Beatriz, então, começou a fazer as correntes na Universal e se batizou nas águas. “Eu havia participado de muitos rituais em outras religiões e nunca senti nada, mas ali eu sabia que não seria assim. Saí das águas falando com Deus e passei a chamá-Lo não mais de ‘você’, mas de Senhor.”

Aos poucos, Beatriz foi percebendo que ainda lhe faltava algo mais importante para fazê-la superar todas as tentações. “Aprendi que precisava ter o Espírito Santo. Então, imediatamente a ideia de vencer no mundo deixou de ser meu foco e eu O priorizei.”

A partir daí, em uma reunião da Escola da Fé Inteligente, em uma quarta-feira, ela entregou todo o seu ser. “Eu disse para Deus: ‘vim para ser Sua filha de verdade e ter o poder de nunca mais sair de Sua presença que só o Seu Espírito dá’. Em seguida, eu já notei o Espírito de Deus em mim.”

Depois daquele momento, o interior de Beatriz foi transformado. “Carência, tristeza, complexos foram embora. Realmente ressuscitei. O Espírito de Deus já era real dentro de mim”, destaca.

A depressão a deixou de vez. “Não sinto dor na alma. Sou feliz, com a esperança e a certeza de que se eu morrer ou o Senhor Jesus voltar, eu irei com Ele”, finaliza.

“Era como se o pastor falasse comigo”
O advogado e corretor de imóveis Jaceguai Teodoro, de 53 anos (foto abaixo), também sofreu muito com a depressão no passado. Ainda bem jovem, casado e trabalhando em um cargo público na cidade de Sorocaba (SP), os primeiros sinais da doença se manifestaram. “A insatisfação com o trabalho era total, por isso, eu era mau funcionário. Ouvia críticas pesadas e ia segurando, engolindo, até que eu explodia. Isso se refletia em casa”, lembra.

Jaceguai, então, recebeu o diagnóstico de que estava com depressão profunda. Os sintomas se agravaram. “Estar em lugares com muita gente era impossível. Tinha taquicardia, suava litros, a garganta até fechava. Veio a síndrome do pânico. Minha vida era só terapias, antidepressivos, calmantes, remédios para dormir”, relembra.
O tratamento lhe custava um preço alto. Isso prejudicou também a sua vida financeira e profissional. “Comecei a fazer empréstimos e quebrei. Com tudo aquilo na cabeça, como poderia trabalhar, conduzir processos, negociações? Fui afastado para cuidar da saúde”, detalha.

Com o agravamento da depressão, Jaceguai passou a consumir outros remédios. Contudo, eles não lhe davam mais o mesmo efeito. “Eu tinha a sensação de que era perseguido. Me refugiava no quarto, onde até a luz me incomodava. No escuro, chorava sem saber o motivo”, afirma.

Certa noite, com insônia, Jaceguai viu um programa da Universal na TV cujo bispo falava sobre depressão. “Era como se ele falasse comigo. Pensei que estava louco de vez e mudava de canal, mas algo me fazia voltar. Comecei a prestar mais atenção e decidi ir à Igreja”, recorda.

Na manhã seguinte, em uma sexta-feira, Jaceguai foi até a Universal. Depois de participar da reunião, ele resolveu falar com o pastor, que lhe ouviu com atenção. “Saí da Igreja com planos na cabeça, animado e com o cérebro processando o que eu devia fazer no trabalho.”

Jaceguai tinha certeza de que estava curado da depressão. Então, ele procurou novamente o seu médico. “Contei tudo. Ele, admirado, disse que se eu acreditava realmente no que havia contado, então tinha encontrado a saída. Nunca mais voltei ao consultório”, ressalta.

As lutas no dia a dia de Jaceguai se intensificaram. Mas ele perseverou na Fé. Para que nunca mais sofresse daquele mal, ele entregou a sua vida no Altar de Deus. “A Bíblia diz que o justo vive pela Fé. Assim fiz e vi resultados. E, para mantê-los, aprendi que também é necessário ter o Espírito Santo. Subi ao Altar numa Fogueira Santa com o único pedido: ter o Espírito de Deus em mim.”

Ele conta que se sentiu livre de tudo que lhe aprisionava e que se sentia pronto para uma nova vida. “Ao descer do Altar, o Espírito Santo já estava em mim.” O homem que se isolava chorando, agora comemora: “mesmo durante a pandemia, não fui prejudicado. Dou até palestras, sem medo. O Espírito Santo conduz tudo”.

“Libertação é só o primeiro passo”
Silvana Leone, de 53 anos (foto a esq.), de São Paulo, capital, também venceu a depressão com o uso da Fé. Ela conta que os primeiros sintomas da doença começaram quando ela ficou viúva em 2012 por não se adaptar à rotina sem a presença do marido. Também sentia que todos a culpavam por tudo de errado que lhe acontecia na vida. Isso a deprimia, mas ela não contava o que sentia para ninguém. “Vivia de aparências. Comecei a frequentar festas, mas era uma fuga.”

Quando Silvana descobriu que estava com depressão, tentou tirar a própria vida. Os sinais estavam evidentes. “Eu chorava sem parar, a angústia não me deixava. Todas as noites sentia como se formigas me picassem pelo corpo todo, tinha dores horríveis de cabeça que não passavam com remédio nenhum e não dormia. Vivia cansada e ao mesmo tempo agitada.”

Um dia, sozinha na casa em que morava com uma amiga, ela ligou a TV na programação da Universal. “Um bispo dizia que havia solução para quem estivesse deprimido. Ele falava que Deus tiraria o vazio que estava sentindo e que deixaria de ser bispo se aquilo não acontecesse. Lá era a última porta”, descreve.

Silvana aceitou o convite do bispo pela TV e foi com a filha e a sogra da filha ao Templo de Salomão, em São Paulo. “Ao pisar lá já senti algo diferente. Eu disse: ‘estou aqui, Senhor’. Queria ver o desafio daquele bispo se cumprir.”
Naquele dia, Silvana teve uma experiência única com Deus. Quando chegou em casa, dormiu bem como nunca havia dormido antes. Certa do que precisava fazer, ela começou a frequentar as reuniões às sextas-feiras para se libertar da depressão.

O processo de libertação foi difícil, mas foi vencido com Fé. “Manifestei espíritos horríveis e fui liberta deles. Fui batizada nas águas e estava limpa. Me sentia livre, mas estava claro que precisava me preencher com o Espírito Santo.”

Então, ela passou a buscar o Espírito de Deus às quartas-feiras na Universal. Paralelamente, em uma campanha de Fogueira Santa, pediu a Deus que lhe desse o que tanto desejava para se manter curada. “Deixei tudo no Altar, minha vida, as críticas, as mágoas, Ao descer dEle, conheci outra Silvana.”

Ela destaca que não tem mais nenhum sintoma da doença e deixa a dica: “a libertação foi só o primeiro passo. Estar com o Espírito Santo é o verdadeiro caminho. Não há vida sem Ele. A depressão? Parece que nem foi comigo que aconteceu, mas com outra pessoa”, conclui.

*Colaborou: Núbia Onara


Há solução para  a dor na sua alma
  • Marcelo Rangel* / Foto: Getty Images, Demetrio Koch e Mídia FJU 


reportar erro