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Notícias | 10 de janeiro de 2021 - 00:05


Escravo das drogas, dormia nas ruas e tinha ódio de todos

Conheça a história dos obreiros Manoel e Marta Silva Neves, que não desistiram de lutar pela Salvação do filho Keven

Escravo das drogas, dormia nas ruas e tinha ódio de todos

O promotor de vendas Keven Luan da Silva Neves, de 22 anos (foto acima), era uma criança tranquila e mantinha um bom relacionamento com os pais. Na adolescência, ele passou a frequentar a Universal. Mas não demorou muito para o jovem, na escola, fazer amizades com pessoas que não eram boas companhias. “Eu passei a matar aula. Nesse período eu já ia para a Igreja por obrigação”, recorda. Ele começou a frequentar shows com os amigos que curtiam rock, gênero musical do qual e ele passou a gostar também. “Comecei a me vestir do jeito deles, com roupas de bandas, e a fazer muitas tatuagens. Ao total foram 22. Passei a usar drogas, maconha e bebidas. Eu vivia uma vida sem regras, saía todos os finais de semana e virava a noite por conta desses shows”, conta.

Sofrimento da família
A mãe de Keven, Marta Maria da Silva Neves, de 40 anos (foto acima), que já era obreira da Universal, relembra que o filho ficava fora de casa por dias. Quando aparecia era para pedir dinheiro e agredir a família verbalmente. “Ele dormia na rua, nas rodoviárias. Ele tinha muito ódio e era contra tudo e todos. E falava que não pisava os pés na Igreja. Mesmo assim eu sempre levava uma peça de roupa dele para as reuniões.”

Marta relembra que, quanto mais lutava pelo filho, mais Keven aprontava. “Ele sempre me falava que aquela era a vida que tinha escolhido. Ele dormia o dia inteiro no quarto, no escuro, eu abria as janelas e ele fechava. No dia que ele fez a tatuagem no rosto foi o fim pra mim. Naquele momento comecei crer na transformação dele. Saí do quarto e fui pegar a roupa dele, mas só tinha roupa preta de caveira e no meio de todas as peças tinha uma calça social e uma camisa”, recorda.

Nesse momento, Marta fez uma oração e determinou que nunca mais o filho iria usar aquele tipo de roupa. “Me revoltei e parei de agir pela emoção, coloquei a Fé de fato em ação.” Ela conta que parou de falar sobre o comportamento dele. Não falava mais nada, apenas fazia o prato dele e o chamava para almoçar.

Fogueira Santa
Veio a Fogueira Santa e Marta foi para o Altar. Ela juntou tudo o que tinha e fez um único pedido. Não tinha sido a primeira vez a pedir pelo filho. Ela recorda que, juntamente com o marido, Manoel Neves, colocou o carro no Altar em uma campanha. “Eu falei para Deus que queria meu filho moldado. Que Deus poderia fazer dEle a sua vontade, mas que queria ele transformado por completo.”

Marta explica que desceu do Altar apenas crendo que o milagre iria acontecer. Não demorou muito para Keven aparecer na Igreja, em uma reunião de domingo. “Eu não entendi, mas era ele. Conversou com o pastor e voltou. Ele foi ameaçado de morte por dívidas com tatuagens. Fez e não pagou e isso mexeu com ele. Os olhos dele se abriram e ele voltou”, relembra Marta.

De volta
“Eu voltei para Deus por meio do sacrifício feito pelos meus pais. Minha mãe sempre buscava por mim, fazia propósitos, levava fotos e roupas minhas para a Igreja. Foi em um domingo que eu cheguei na Igreja. Era um domingo à tarde, eu estava virado do show, cansado, e foi um pastor que me mandou mensagem. Ele me chamou para ir ao culto. Ele sempre me chamava e eu não dava ouvido.”

Keven explica que o convite mexeu com ele, mas conta que ficou com vergonha do que as pessoas iriam falar, por ele estar afastado. O que aconteceu, entretanto, foi o contrário. O jovem foi recebido de braços abertos. E sua vida começou a mudar. “Me arrependi dos meus pecados, me batizei nas águas em uma segunda-feira. Fui molhado para casa, estava feliz com a decisão que tinha tomado. E, para completar, recebi o Espírito Santo no Jejum de Daniel do ano 2019, quando também fiz uma Fogueira Santa”, finaliza.

Hoje Keven ajuda outros jovens por meio do projeto Universal Socieducativo.


Escravo das drogas, dormia nas ruas e tinha ódio de todos
  • Maiara Máximo / Fotos: Arquivo Pessoal / Mídia FJU-SP 


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