Como deixar a miséria que tem humilhado você?
Conheça histórias de pessoas que passaram pela extrema pobreza e encontraram a resposta para mudar essa situação
O mundo tem hoje cerca de 193 milhões de pessoas que passam fome: 22% a mais do que foi registrado no ano passado, o que representa um acréscimo de 40 milhões de indivíduos nessa situação, de acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU). A pandemia de Covid-19 foi preponderante para agravar esse quadro, pois, além da crise sanitária, também gerou consequências sociais e econômicas graves para diversas nações.
O Brasil também não passou incólume: em seis de cada dez domicílios brasileiros não é possível manter acesso pleno à alimentação e há mais de 33,1 milhões de pessoas que não têm o que comer, segundo dados divulgados recentemente pela Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional. Por outro lado – e para o alento de todos os brasileiros –, o País parece estar no rumo certo, pois registrou o menor índice de trabalhadores sem ocupação desde 2015. Isso porque o desemprego caiu de 11,5% para 9,8% no último trimestre, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Não por acaso, existem mais de 18 milhões de pessoas que dependem do Auxílio Brasil (programa do governo federal que ajuda os mais necessitados com transferência de renda) para sobreviver. Com a aprovação da PEC dos Benefícios, realizada no dia 14 de julho, o governo quer incluir mais de 2 milhões de famílias no mesmo programa e atender quase 21 milhões.
Além disso, de janeiro a maio deste ano, 26 mil novos registros entraram no CadÚnico (cadastro do governo federal para famílias em situação de pobreza e extrema pobreza que dá acesso a benefícios sociais) que está com a averiguação e a revisão cadastrais prorrogadas, respectivamente, até 12 de agosto e 14 de outubro.
Mesmo com esse e outros programas, a crise desencadeada pela pandemia e o agravamento dela com a guerra da Ucrânia fizeram com que milhares de pessoas perdessem suas moradias e, consequentemente, aumentasse o número das que vivem nas ruas. Segundo o Observatório Brasileiro de Políticas Públicas com a População em Situação de Rua (Polos/UFMG), o País tem mais de 180 mil de sem-tetos.
Inteligentes ou com pouca fé?
De fato, passar fome não é fácil. Só quem sofreu ou vive essa realidade pode dimensionar o que é não ter emprego nem dinheiro e ainda ficar dependente de familiares, amigos, desconhecidos, programas sociais e organizações que realizam doações como as únicas alternativas para sobreviver. O mínimo que se pode dizer é que se trata de uma humilhação, pois essas pessoas não têm perspectiva nenhuma de melhora.
Elas devem dinheiro e favores, sofrem cobranças de todos os tipos e só sobrevivem graças à boa vontade alheia, sem poder sonhar com uma vida melhor. A situação é tão devastadora que muitas acabam se tornando ansiosas, entram em depressão, recorrem ao álcool e às drogas e não conseguem pensar em nenhuma solução, a não ser pôr fim à própria vida.
A falta de boas perspectivas é tão violenta que a grande maioria delas ignora que a única dependência que não humilha ninguém é a de Deus e que, ao manifestarem a Fé nEle, Ele as tira da miséria – inclusive a espiritual, que faz com que elas nem usufruam da ajuda que recebem, reforçando ainda mais a situação em que vivem – independentemente do grau dela. O Bispo Renato Cardoso, em uma das recentes reuniões da Oração da Meia-Noite, realizada no Templo de Salomão, em São Paulo, e que seguirá com transmissão para todo o Brasil até o dia 31, disse como isso ocorre. Ele começou citando o versículo de Salmos 113.5-8: “Quem é como o senhor nosso Deus, que habita nas alturas? O qual se inclina, para ver o que está nos céus e na Terra! Levanta o pobre do pó e do monturo levanta o necessitado, para o fazer assentar com os príncipes” […] e, em seguida, acrescentou: “Este é o Nosso Deus. […] Este Deus é o Deus que tem o prazer, como qualquer pai ou mãe, de dar a melhor vida e a melhor condição para os Seus filhos”.
No mesmo encontro, o Bispo Adilson Silva afirmou que inúmeras pessoas que vivem na miséria acreditam erroneamente que Deus não liga para elas: “elas pensam: ‘Deus não olha para mim ou Ele nem existe. Se Ele existisse, eu não estaria na situação que estou’. Mas Deus é o Único que Se inclina, ou seja, Ele está acima dos Céus. […] Ele existe, mas há um caminho para que você possa chegar até Ele, para que você possa agradá-Lo, que é a fé”.
A partir disso, o Bispo Renato se dirigiu a quem está sendo humilhado: “você que está vivendo sem saber o que vai fazer para pagar suas contas, morando de favor, desempregado, você, empresário, que não sabe como pagar seus funcionários e é mais uma vítima dessa crise, dessa inflação, dessa pandemia econômica, do fecha tudo, Deus está falando aqui: Ele levanta do pó aquele que está caído e faz você se assentar com os príncipes. Ele te honra”.
Para completar seu argumento, ele desafiou as pessoas humilhadas a se entregarem no Altar de Deus para que possam comprovar o que Ele afirma: “então vamos colocar essa Palavra à prova aqui. É verdade ou mentira? É isso que vamos provar. […] Se é verdade, tem que acontecer, e, se não é, vamos ficar sabendo. Mas o que não aceitamos é ficar crendo numa historinha que não funciona. Isso não aceitamos, porque Deus nos fez seres inteligentes”.

“Eu trabalhava até dez horas e ganhava R$ 13 por dia”
Usar a inteligência e ter o entendimento de que Deus é a saída até para problemas como a fome nem sempre é um caminho fácil a trilhar. O comerciante baiano Renilton de Souza Andrade, de 42 anos (foto a esq.), que mora em Jaguaquara, a 310 quilômetros de Salvador (BA), só compreendeu isso quando não tinha praticamente esperança de mais nada. Ele conta que nasceu na roça e que as perspectivas de emprego e sucesso eram praticamente nulas.
“Éramos nove irmãos, meu pai era pedreiro e agricultor e minha mãe cuidava da casa. Vivíamos no cerrado e na caatinga, onde chove uma vez por ano e tem ano que nem chove. Eu vivia na pobreza e desde os 9 anos já estava na roça. Para ajudar minha família, comecei a trabalhar com 14 anos. Eu ‘vendia a diária’ em fazendas: arrancava o pasto que o gado não come e deixava o capim, roçava o mato com foice e cortava lenha com machado. Eu trabalhava até dez horas e ganhava R$ 13 por dia”, revela.
A situação piorou quando Renilton resolveu sair de casa depois de ver as seguidas agressões que sua mãe sofria quando seu pai chegava bêbado em casa. “Depois de uma briga, fui morar de favor com uma tia. Ela tinha seis filhos e eles me faziam de empregado. Eu trabalhava fora o dia inteiro e, quando voltava, ainda tinha que pegar uma mula e uma carroça para encher tanques de água e juntar lenha. Meus primos não ajudavam. Eu chorava escondido, mas dizia a mim mesmo: ‘não volto para a casa do meu pai’”.
Aos 20 anos, quando estava para conseguir seu primeiro emprego de carteira assinada, ele teve uma triste surpresa: “no exame admissional, a médica olhou a minha garganta e perguntou se doía. Como eu comecei a fumar muito cedo, aos 12 anos, cresceu um tumor ali. Nem água eu conseguia tomar sem sentir dor”. Ele conta o que fez depois disso: “fui a uma mãe de santo que fez um trabalho que não teve resultado. Sem conseguir trabalhar, fui obrigado a voltar para a casa do meu pai. Alguns irmãos diziam que nem para trabalhar eu servia, porque eu não tinha saúde”.
Até que um deles o convidou para ir à Universal. “Cheguei em uma segunda-feira e no domingo seguinte já fui batizado. Fui curado muito rápido e, quando fui ao médico, ele se espantou. Eu já tinha passado por outras igrejas e ninguém me dava uma solução, mas, na Universal, o pastor falou: ‘você vai parar de beber e de fumar’. Eu o adotei como pai e passei a obedecê-lo à risca”.
Renilton conta que em cerca de dois anos Deus revolucionou a vida dele: “hoje tenho duas churrascarias e cerca de 25 famílias dependem de mim, direta e indiretamente. Na minha primeira Fogueira Santa, o meu primeiro sacrifício no Altar foi de R$ 137. Era tudo o que eu tinha. Eu nunca pedi a Deus bens materiais. Em todas as campanhas eu só pedi o Espírito Santo e sabedoria, assim como Salomão, para que o restante pudesse vir depois”.
Deus honrou todas as áreas da vida dele. “Eu me casei, mas, depois de cinco anos, minha esposa não engravidava. Desconfiei que o problema podia ser comigo e fui ao urologista. O espermograma mostrou que meus espermatozoides normais não chegavam a 30% e um homem precisa de ao menos 50% para que a mulher engravide. Quando chegou o Dia D (propósito da Universal realizado há alguns anos), minha esposa e eu fizemos um voto com Deus e pedimos um filho, um menino, a Ele. Meu filho foi fruto do Altar e hoje está com dez anos”, comemora.

“Tudo que ocorria com a minha mãe passou a acontecer comigo”
A empresária Rosemere do Nascimento Silva, de 43 anos (foto a dir.), é casada, tem três filhos, mora na capital paulista e se considera bem-sucedida hoje, mas nem sempre foi assim. Nascida em Igarassu, cidade no interior de Pernambuco, quando era criança nem sonhava com a vida que tem atualmente. “Eu tinha mais dois irmãos, morávamos em uma casa de taipa (paredes de barro aplicado em um gradeado feito com lascas de madeira) e dependíamos da ajuda dos outros para sobreviver”, relata.
Para piorar, o pai de Rosemere bebia muito e agredia a mãe dela. “Quando eles decidiram morar em São Paulo, meu pai veio antes e arrumou um serviço. Passamos quatro dias viajando de carona em uma carreta com um vizinho que fazia fretes para uma empresa. Como não tínhamos o que comer, ele nos dava o vale que recebia da empresa para as refeições durante a viagem. Aqui, meu pai alugou uma casa que só tinha um fogão e um botijão de gás. Não tinha colchão e nós dormíamos em cima de um papelão”, recorda.
Com 15 anos, ela foi trabalhar como babá. “As situações com meus pais continuavam se repetindo e eu queria sair de casa. Logo conheci o Reginaldo em uma festa. Nós namoramos por dois anos, resolvemos morar juntos e tivemos filhos, mas tudo que ocorria com minha mãe passou a acontecer comigo: não tínhamos o que comer, morávamos em um barraco sem piso e ele bebia e me agredia”.
Rosemere conta que certa vez, ao mexer na camisa do marido, descobriu que ele usava drogas. “Foi um baque, pois eu só sabia que ele bebia. Um dia, ele estava drogado e, na hora que eu estava dando banho em uma das nossas crianças, ele tentou afogá-la, mas eu consegui pegá-la.” Desesperada, ela tentava mudar aquela situação: “eu buscava ajuda em ciganos, centros de macumba e outras igrejas, mas nada mudava. Foi quando eu assisti ao testemunho de uma mulher em um programa da Universal que era idêntico à minha história e ela tinha vencido”.
Ela resolveu ir à Universal e descreve o que aconteceu: “era a última semana da Fogueira Santa. Eu não entendia nada do que o homem de Deus falava, mas entendi que eu tinha que obedecer ao que estava escrito e, então, passei a frequentar a Igreja. Para gerar renda, eu vendia salgados e o dinheiro que ganhava escondia em um buraco debaixo da cama para que meu marido não usasse com drogas e bebidas”.
Para impedi-la de ir à Igreja, seu marido a trancava em casa. “Ele gritava: ‘você não vai dar dinheiro para aqueles ladrões’, mas eu fugia pela janela. Cheguei na igreja toda suja, com a roupa rasgada e sem um dos pés do chinelo, mas cumpri a minha parte com o Altar. Eu tinha certeza que Deus mudaria aquela situação. Passados alguns meses, aquele homem que queria roubar o meu sacrifício também foi se transformando e nós dois recebemos o Espírito Santo”, descreve.
Hoje Rosemere avalia que se não tivesse tomado essa atitude nada teria mudado. “O Altar transformou nossas vidas e o meu casamento. Eu e meu marido somos empresários da construção civil e temos 21 casas para locação. Nós moramos em um condomínio de alto padrão e nossa casa tem seis banheiros, além de piscina e muito conforto. Tenho um esposo que está junto comigo na fé e meus filhos estão na Presença de Deus, mas que fique claro: o meu maior patrimônio é o Espírito Santo em minha vida. Tudo que eu tenho vem do Altar e sem Ele não sou nada”, enfatiza.
“Eu estava contando moedas numa mesa”
Jean Bueno Pinto, de 41 anos (a baixo), mora em Jaraguá, a 120 quilômetros de Goiânia (GO). Ele não nasceu em berço de ouro e sua trajetória é repleta de lutas e humilhações. “Perdi meu pai muito novo, aos 10 anos, e isso foi como tirar o meu chão. Logo, eu, minha mãe, minha irmã e meu irmão nos mudamos da roça para a cidade. Comecei a trabalhar aos 12 anos. Trabalhei em oficina e fui cobrador.”

Quando ficou mais velho, Jean se casou. “Vendi uma parte de um terreno que meu pai deixou na roça e construí uma casa na cidade para podermos morar. Cacei emprego na cidade, mas não arrumei nada. Eu e minha esposa decidimos vender a casa onde morávamos e comecei a trabalhar construindo casas. Construía até rápido, mas demorava para vender e receber o valor.”
Pouco tempo depois, a esposa de Jean engravidou. “Assim que a minha filha nasceu, minha esposa entrou em depressão e foi ficando magrinha. A minha filha também tinha problemas de saúde e passávamos as noites em claro quando ela tinha crises de tosse. Eu orava a Deus, mas parecia que a minha oração não chegava a Ele. Pedi ao pastor da igreja de outra denominação que eu frequentava para orar por mim, mas ele disse que só orava pela obtenção do básico, pois, se os membros enriquecessem, deixariam a igreja.”
Aquilo revoltou Jean, como conta: “eu pensei: ‘então eu estou no lugar errado’, porque a minha situação financeira está toda amarrada e estou devendo a funcionários’. Minha esposa chegou a engravidar novamente, mas perdemos a criança e eu não tinha dinheiro nem para comprar fraldas para a minha filha”. Depois disso, ele tomou uma atitude: “comecei a acompanhar a programação da Universal no YouTube e, só depois de vencer a vergonha e o medo, consegui entrar na Igreja. Eu estava contando moedas numa mesa e falei para a minha esposa: ‘não dou conta mais da parcela do carro e da prestação da casa’”.
Ali, Jean aprendeu a usar a Fé para enfrentar os problemas. “Logo em seguida, veio a Fogueira Santa e eu falei para Deus: ‘o que o Senhor quer de mim? Eu não tenho nada para oferecer’. Naquele dia, Ele me pediu a minha aliança. Eu pensei que quando falasse aquilo para a minha esposa teria um problema, mas ela falou: ‘vou vender minhas roupas e meus sapatos, entregar no Altar e o que Deus pediu a você?’ Então eu falei: ‘a minha aliança’ e ela disse em seguida: ‘para mim também’”, relembra.
Daquele dia em diante, a vida de Jean e de sua família foi transformada. “Minha esposa e minha filha foram curadas e tenho a alegria que vem do Espírito de Deus. Passei a agir diferente em relação a tudo, porque, se temos o Espírito de Deus, temos paz e alegria. Hoje minha casa está quitada e graças a Deus vivo essa vitória. Vou fazer para o Altar o que eu puder fazer. O Altar é tudo na minha vida”, conclui.
O bem mais precioso
Se você vive em uma situação parecida com a das pessoas citadas nesta matéria, procure uma Universal. O Bispo Renato Cardoso faz um convite a você: “pode chegar do jeito que você tiver que você será bem-vindo e a Palavra Viva do Deus Vivo será apresentada a você. Se você obedecê-La, a Palavra vai se materializar na sua vida. E não se esqueça: a maior riqueza que você pode receber é o Espírito de Deus. Dinheiro é papel, dinheiro é fichinha, dinheiro é coisa pouca para Ele. O que Deus quer te dar de mais valioso é o Espírito dEle habitando dentro de você”, finaliza.
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