Até quando você vai se adaptar ao problema?
Jejum das Causas Impossíveis traz uma importante lição. Entenda qual é
O Jejum das Causas Impossíveis do último sábado (6), às 7h, trouxe aos presentes uma importante lição.
O Bispo André Cajeu falou sobre o hábito que, infelizmente, muitas pessoas têm de se adaptarem ao problema em vez de confrontá-lo e vencê-lo. Ao agirem dessa maneira acabam contribuindo para que o mal se sobressaia na vida delas.
Um exemplo disso é quando você está com um problema no casamento e não toma nenhuma atitude para reverter a situação, em vez disso vai dormir em outro quarto.
Neste caso, a pessoa, em vez de enfrentar o problema e resolvê-lo, aceita se subordinar ao mal.
Outra situação muito comum de aceitação do mal (problema) é quando a pessoa é diagnosticada com uma doença incurável. Em vez de usar a fé para buscar e determinar a cura da enfermidade, ela se limita apenas ao tratamento médico, mesmo sabendo que não resolverá o problema, mas servirá para amenizar o seu sofrimento. Ou seja, os remédios apenas ajudarão a pessoa a se adaptar à doença.
Obviamente, a pessoa deve, sim, seguir as recomendações médicas e fazer uso de todos os recursos que a medicina dispõe para a recuperação da saúde do indivíduo. Contudo, é preciso entender que somente a fé é capaz de produzir o milagre da cura.
Ela tentou se adaptar
A jovem Sarah Hissa Cypriani, de 25 anos de idade, por muito tempo tentou se adaptar à depressão.
“Minha mãe sempre me disse que eu era diferente. Eu era mais quietinha, eu não tinha amizades na escola, mas eu fui perceber mesmo que eu era depressiva com 13 para 14 anos, porque eu via os pacientes do meu pai com os mesmos sintomas que eu sendo tratados com remédios.”
O pai de Sarah é psiquiatra. Em sua clínica, além dele e outros médicos, também trabalha sua mãe, enfermeira. Por estar rodeada por profissionais da saúde, Sarah se acostumou a conviver com o mal que lhe abatia: a depressão.
“Com 14 anos eu comecei o tratamento para depressão. Então, eu comecei com remédio fraco, só para me dar um ânimo, uma vontade de viver, para acabar com a tristeza que eu sentia. Só que eu sempre tinha que aumentar a dose, trocar de remédio”, relembra ela.
Essa adaptação de Sarah ao seu constante estado de desânimo e prostração, acarretou não somente o agravamento da depressão, como também o desenvolvimento de outra doença grave, a fibromialgia, que gera dor e fraqueza muscular generalizada.
“Com 21 anos, eu descobri que eu desencadeei a fibromialgia por causa da depressão. Além de tomar remédio para acordar, para dormir, para ter ânimo e força (porque eu ficava muito cansada e não tinha vontade de fazer nada), eu tive também que tomar remédio para dor.”
A raiz do problema é espiritual

Sarah conta que, apesar de tantos remédios, seguia infeliz. As dores eram grandes, a tristeza maior ainda. O suicídio era uma vontade constante. E isso só mudou no dia em que ela acordou decidida a se matar.
Neste dia, Sarah lembrou que sua mãe, Rosângela Hissa Cypriani, frequentava o Templo de Salomão havia cerca de dois meses e convidava a filha para ir junto.
“Ou é isso ou eu me mato. Já tentei de tudo. Então, vou dar mais uma chance”, decidiu a jovem. E foi ao Jejum das Causas Impossíveis.
Ao chegar no Templo, Sarah entendeu que o seu problema não era físico e, por isso, os remédios não faziam efeito. O problema era espiritual. De acordo com o Bispo André Cajeu, esse é o primeiro passo para não aceitar a atuação do mal.
Foi isso o que Sarah fez. Já na primeira noite se sentiu melhor: pôde dormir bem pela primeira vez após muitos anos.
Com o tempo, ela decidiu também se batizar nas águas e foi batizada com o Espírito Santo. “Decidi me batizar nas águas porque eu era como um copo vazio. Não tinha mais depressão, mas também não me sentia completa. E hoje, após o batismo com o Espírito Santo, eu me sinto completa.”
Clamor a céu aberto
Ao fim da reunião, o Bispo André Cajeu guiou os presentes à esplanada do Templo de Salomão. Ali foi realizado um clamor a céu aberto. O Bispo não apenas orou pelos presentes, como também convidou todos a voltarem à reunião e seguirem participando do Jejum. Isso porque, somente mantendo a obediência em Deus, é que os problemas poderão ser vencidos.
“O segredo para você ter o céu aberto sobre a sua vida não é oração ou a frequência na igreja. O segredo para você ter o céu aberto na sua vida é obediência”.
Pare de se adaptar ao problema e vença o mal que lhe aflige de uma vez por todas. O Jejum das Causas Impossíveis acontece todo sábado, às 7h e as às 10h, no Templo de Salomão, ou em uma Universal mais próxima de você.

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