20 anos de preconceito e uma vida de fracassos
Fábio só conseguiu se livrar dos problemas quando se entregou a Deus na Fogueira Santa
Fábio é inspetor de qualidade em uma indústria farmacêutica e tem 39 anos. Ele sempre teve preconceito contra a Universal. “Fui criado na bruxaria e quem é criado na bruxaria odeia a Universal porque a Igreja é contrária a todos os princípios da bruxaria. Quando saí, fui para uma igreja evangélica e lá comecei a ouvir que a Universal não prestava, que roubava as pessoas e fazia lavagem cerebral. Ouvia que Edir Macedo era estelionatário.”
Durante a vida evangélica, Fábio teve um ministério e passou a pregar. “Eu sabia muito da Bíblia, gostava de mostrar para as pessoas que elas estavam erradas. O que eu pensava que fosse o perfil de um homem de Deus era uma enganação porque era casado, mas brigava com a minha esposa. Eu ia à igreja e ‘pagava’ de crente.”
Ele aceitou participar de uma reunião na Universal quando sua esposa teve diabetes gestacional e, depois da cesariana no parto do segundo filho, teve problemas de cicatrização. “O homem de Deus disse a ela que se em uma semana a ferida não fechasse ele comeria a Bíblia e ela cicatrizou. Eu tinha tanto preconceito que não vi o milagre”, conta. A entrega de Fábio, porém, só aconteceu quando ele enfrentou problemas financeiros. “O pastor disse: ‘se Deus não mudar a tua história, eu largo este Evangelho porque se este Evangelho não serve para você, não serve para mim’”. Contudo Fábio só permitiu que Deus trabalhasse em sua vida quando se entregou no Altar em sua primeira Fogueira Santa. “Durante 20 anos fui preconceituoso, mas aprendi que essa é a pior maldição do crente. Quando temos preconceito com uma igreja, nos tornamos matadores de Jesus. Deus tem feito coisas tremendas na nossa vida, tudo porque deixei o preconceito lá atrás”, conclui.
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